sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

É por isto que gosto do Natal. Das luzes, do espírito, do frio, da lareira, da família junta. Gosto das mensagens e telefonemas de Feliz Natal de pessoas com quem já não falava há muito tempo. Gosto do sentimento de partilha e solidariedade que há nesta altura. E gosto também do facto de passarmos 2 dias só dedicados à família: pais, irmãos, tios, primos, até fartar. Gosto disso tudo. Pena já ter passado. Restam-nos ainda as luzes. E a noite de Reis.
Esta é a árvore de Natal que enfeita o centro da Póvoa de Varzim. Gira não?

Feliz 2012

A vocês, que me têm acompanhado ao longo deste ano, que "aturam", por vezes, os meus desabafos, e que acabam por fazer parte da minha vida de alguma forma, um excelente 2012!
Aproveitem o próximo ano para viver a vida - se ainda não o fazem - que afinal, se não rirmos, se não convivermos com as pessoas que mais gostamos, se não dermos valentes gargalhadas, qual é a piada da vida?

Vamos curtir, dançar, ir ao cinema, tomar um café com amigos que já não vemos há muito, dar valor à família, às amizades que é o melhor que levamos daqui. Eu sei que hoje estou muito "peace and love" mas estamos no final do ano, uma pessoa fica sempre mais sentimental e lamechas nestas alturas.

A vocês, sejam lá quem forem, que estão sempre comigo, que tenham um ano com muita alegria, imensa saúde e que as coisas más vos passem ao lado. Acima de tudo, muitas felicidades que é o que se quer (porque tudo o resto advém daí).:)

Balanço anual

2011 foi, para mim, um ano muito positivo. Entre coisas menos boas, surgiram outras muito positivas que colmataram o que possa ter corrido mal. Em termos pessoais, sinto que este foi um ano em que evolui, que mudei, que me tornei uma pessoa mais paciente, melhor, e menos mau feitio também. Aprendi com as tais coisas menos boas que me aconteceram e que acabaram por me fortalecer. Em suma, um ano óptimo, produtivo, e profissionalmente então, nem se fala... A ver:

  • Comecei o ano bem pior do que acabei: numa empresa onde não havia trabalho, em que acordava sem energia porque sabia que não havia lá futuro para mim. Mas ficar em casa também não era a melhor opção.
  • Na sequência disso, acabei por sair de lá (e voltar novamente a meio do ano) para fazer reportagens para rádio. Muito bom para aprender, para me tornar polivalente e ficar com experiência, não só em televisão, mas também, em rádio.
  • Fim de um relacionamento: bom enquanto durou, mas o fim pecou por tardio e não ficou a amizade, infelizmente.
  • Acabam as reportagens de rádio e volto para a televisão, por pouco tempo.
  • Desiludida com o estado em que as coisas estavam profissionalmente, decido virar-me para outra área, testar as minhas capacidades, e é aí que surge a Hands With Art. Uma das melhores coisas que me aconteceram este ano. E foi, também, aí que senti que evolui, como pessoa, porque me apercebi que não é por não estar bem profissionalmente que tenho que aceitar isso. Que se formos empreendedores, se tentarmos testar os nossos limites, há sempre uma solução. Não é na nossa área? Não faz mal, se estivermos a fazer algo que gostamos. Hoje digo, na brincadeira, que tenho dois empregos. E não é o que mais há hoje em dia? Pessoas com 2 empregos? O artesanato faz-me ter a cabeça ocupada, a não pensar demasiado em coisas que não interessam para nada, a estar constantemente a pensar em criar, em fazer coisas diferentes, coisas novas, e acabo por ter um feedback muito positivo no fim. Prova disso são as encomendas que vão aparecendo e que me dão vontade de continuar.
  • Entretanto, surge uma nova pessoa na minha vida. Algo fugaz mas que me fez aprender e conhecer o sexo masculino de outra forma. As mulheres são complicadas? Naaa... Enfim, mau timming. Se tivesse acontecido noutra altura, talvez as coisas dessem certo.
  • Arranjei novo emprego. Finalmente!!! Apesar de ter surgido numa altura em que estava muito mais realizada com a Hands With Art, o artesanato era algo que queria como hobbie, não a tempo inteiro. Estou la há um mês - são 3 meses à experiência - e sinto-me mesmo bem. Nem dei por este mês passar, toda a gente é muito porreira, fui muito bem recebida, não me podia ter integrado melhor e sinto que faço parte de uma equipa, que as pessoas gostam de mim, do meu trabalho e que estou aqui para ficar uns tempinhos. Não para a vida, mas como rampa de lançamento para algum lado. Um sítio onde vou ganhar muita experiência e onde vou estar preparada para o que der e vier.

Enfim, um balanço óptimo. Acho que apesar de todo o pessimismo que há hoje neste país, sinto que tudo "conspira" para que o meu próximo ano seja ainda mais próspero que este. Penso que este ano foi só o começo de uma nova fase da minha vida e que profissionalmente, que é a única coisa que me interessa neste momento, vou ganhar estabilidade. Demasiado optimista? Talvez, mas sinto mesmo que é isso que vai acontecer.Portanto, nada de deitar abaixo o meu optimismo sim?:)

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Depois desta temporada


O que vou precisar depois desta temporada, com muita urgência, vai ser de uma massagem. Daquelas que durem umas duas horas. É que não há costas que aguentem a dias inteiros, ora sentada em frente ao computador a escrever, ora sentada, tipo corcunda, a fazer artesanato... Tenho as costas mesmo feitas num 8. Eu sei que o Natal já passou, mas se me quiserem oferecer uma massagenzita, será muito bem-vinda.

Memória curta

Acho imensa piada a pessoas de memória curta. Àquelas pessoas que têm o rei na barriga sem absolutamente nenhuma razão aparente. Que acham que hoje nos podem faltar ao respeito, e amanhã, e depois, constantemente, e no dia seguinte já está tudo bem. Não. Não está tudo bem, nem vai estar. Entre mim e essa pessoa. Porque essa pessoa não merece. Porque se aproveita do facto de achar que vamos precisar sempre dela. Surpresa! Já não preciso. E, já que agora estou óptima, vou aproveitar para fazer de conta que ela não existe. Era mesmo a única coisa que me faltava para me sentir mesmo bem.

Fico chateada...

...quando o blogger não me obedece. Quero seleccionar o texto não me deixa, quero pôr a letra mais pequenina também não me deixa, quero deixar um espaço entre os parágrafos, pois sim, querias! Arre teimoso!

Presentes de Natal

Este foi o presente de Natal que a mana deu. Da Massimu Dutti. Gostei muito. Este ano foi tudo mais comedido nos presentes, à excepção das crianças. Mas é engraçado porque foi o ano em que gostei de todos os presentes e que lhes dei mais valor. Porque precisava da maior parte das coisas que me deram. Só se esqueceram dos botins que tanto preciso. Mas estão aí os saldos e eu ainda não me presenteei.

E vocês? Muitos presentinhos?

Já acabou o Natal? De certeza?

Sinto-me bem. Estou cheia de trabalho mas realizada. Sinto que faço parte de algo, de uma equipa, que precisam de mim e que gostam do meu trabalho. Só espero que nada venha estragar isso, que continue a sentir-me assim por uns bons tempos. (Alguém que não interessa para o caso já tentou meter o bedelho, - descobriu que arranjei trabalho -, mas acho que isso não vai ser impedimento das coisas correrem bem por aqui, espero eu.)
Entretanto, as encomendas Hands With Art continuam. Houve quem fizesse as encomendas em cima da hora, adiando a entrega de alguns presentes para esta semana. Portanto, a azáfama que eu pensei que ia acabar com o Natal, continua esta semana. Ou seja, entro às 9 para trabalhar, saio as 18:30 e depois "pego" outra vez às 21:30 até à meia noite. Ufa, só de pensar até fico cansada. Já para não pensar que nestas semanas troquei o livro no metro por uma linha e uma agulha de croché. Já devo ser conhecida na linha vermelha do Metro do Porto pela meninha do croché.:)
E ainda tive direito, esta semana, a duas viagens a Aveiro em trabalho. Passei de não fazer nenhum a fazer muuuito, e gosto muito disso.:)

Boa música!

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

O presente que não recebi e gostava de ter recebido

Não, não era a Scarlett Johansson que eu gostava de receber, era mesmo a máquina fotográfica que ela tem na mão. Fui à fábrica da Leica na semana passada fazer uma entrevista e fiquei completamente rendida. Primeiro por saber que o Rolls Royce das máquinas fotográficas (como já foi classificada) é 90% fabricado em Portugal (a casa-mãe é na Alemanha). E depois por me aperceber, durante a visita à fábrica, que as máquinas são trabalhadas até ao mais ínfimo pormenor. São cerca de 500 trabalhadores a tratar cada peça, a controlar a qualidade de cada lente e a certificar-se que cada máquina sai da fábrica com a qualidade de uma Leica. Eu, que não percebo nada de fotografia, fiquei de boa aberta em frente ao administrador quando este me passou para a mão uma daquelas relíquias. Imaginem só a minha figurinha...

Enfim, a verdade é que por mais que me tenha feito a ela, não recebi uma máquina Leica no Natal. Se calhar porque elas custam aí uns euritos... pouquitos... A que esteve na minha mão só custava 5 mil. Enfim, vou sonhando. Ou então, quando for grande e receber um salário de gente graúda, talvez me ofereça uma.

Gosto :)

Sim, estou viva

Olá, olá!! Então esse Natal, que tal? É verdade, andei desaparecida, mas já voltei. Até ao Natal não parei um segundo. Quando me apanhei ontem a dormir nem estava a acreditar. Foi o Natal, foi o trabalho, foi o artesanato, enfim, um sem número de coisas. Até tempo para ir a Lisboa em trabalho houve... Tinha tanta coisa para contar e metade já vai para o tecto... Ora a ver se me lembro...

sábado, 17 de dezembro de 2011

Só para dizer olá


Ando assim a modos que...atrapalhada da minha vida!! Ou são reportagens e o trabalho que me dão um sono desgraçado que só me apetece dormir. Ou é a Hands With Art que me anda a dar uma trabalheira e que vai ser assim até ao Natal... Que nem tenho grande tempo para mais nada. E isso é o quê? Uma maravilha!!! Bem, vim aqui só de fugida, por este andar, lá para o Natal eu volto.:)

Até tinha umas coisinhas a contar sobre a fábrica que visitei ontem para uma entrevista mas agora tenho que sair a voar, depois conto. Mas assim rapidinho, digo só uma coisa: quando for grande e tiver muuuito dinheiro, vou comprar uma Leica.

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Aqui está uma óptima lembrança de Natal!


Hoje saberia exactamente a quem cantar esta música!

O meu disco externo deve achar que eu estou maluquinha! Nunca foi tão usado como nestes dias. Copio texto do meu computador para passar para o computador geral da redacção. Entretanto, vejo que me esqueci de passar também as fotografias, toca a pegar no disco outra vez. Ah! O cliente tal aprovou o texto, lá vou eu passá-lo para o computador geral outra vez... E ele lá anda de um lado para o outro. Enfim, de quase inutilizado, o meu disco externo passou a ser indispensável. Agora, não me deixes ficar mal que eu estou a depositar todas as minhas esperanças em ti. Se algum dia me falhas tou lixada... (para não dizer outra coisa)

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Olha que gira!

Planos furados

Até escrever o post abaixo estava tudo a correr às mil maravilhas. A partir daí...tudo gorado... A entrevista das 14, foi às 14:30 e acabou, nada mais nada menos, que às 17:30...3 horas??? 3 horas de entrevista?? E ainda dizem que eu falo muito. Arre!! Só de pensar no que ainda tinha para fazer na redacção e estava para ali, a partir de certa altura, a "fazer sala", até me davam os nervos!! Tenho uma revista para fechar na quarta e duas reportagens para fazer e talvez mais uma amanhã...Vão ser bonitos estes dois dias...Vão, vão...

Agenda

7:50 - Entro no metro, ouço uma entrevista e transcrevo as partes importantes
9:00 - Chego ao escritório e faço a reportagem da entrevista que transcrevi no metro, e entrego-a à editora para revisão às 11:30
11:30 - Começo a transcrever outra entrevista
12:30 - Almoço
13:00 - Dou um saltinho ao blog e leio os do costume
13:45 - Entrevista num restaurante em Leça
15:00 (espero eu) - Conto continuar a transcrever a entrevista que comecei de manhã e queria taanto conseguir entregá-la hoje...
19:00 - Entro no metro e tento adiantar mais alguma reportagem
21:00 - Espero ter forças para despachar mais algumas encomendas Hands With Art.

23:00 - UFA!!!! Acabou o dia...

sábado, 10 de dezembro de 2011

Balanço


O balanço da primeira semana é bastante positivo. Apesar de estar a ser um pouco difícil de apanhar o ritmo da redacção com entrevistas para fazer, reportagens a acumular sem tempo para as acabar... Um fecho de edição para a semana e eu sem saber para que lado me virar mas, ao mesmo tempo, com a sensação de que, isto sim, é uma redacção a sério, com trabalho sério e onde sinto que faço parte de uma equipa, em que precisam de mim e onde confiam no meu trabalho. E é aí que eu deixo de ter medo de falhar, de ter receio de não conseguir entregar todas as reportagens a tempo do fecho e começo a trabalhar afincadamente, com gosto, fora de horas e sem pensar que não me pagam para isso. Ser jornalista é isso, um sentimento de entrega, de gosto pela escrita, sem ver o tempo passar, sem pensar no tempo a passar. Agora, mãos à obra que hoje é sábado e eu tenho muito que escrever porque há um fecho de edição para fazer e ainda tenho 3 reportagens para entregar e talvez mais outras tantas para fazer até lá.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Ai David, David...

Feriado

Almoço de família. Tudo saiu para um passeio e aqui a senhora ficou em casa. Numa tentativa de trabalhar. Agora, resta saber em quê e por onde começar... Começo pela reportagem que quero adiantar, ou começo pelas encomendas da Hands With Art que tenho para o Natal? É que vontadinha não tenho nenhuma, mas pelos dias que se avizinham, se calhar é melhor começar a mexer-me em vez de estar a arranjar desculpas - como vir escrever ao blog - para não trabalhar...

E as bolas de berlim, e o bolo de laranja, e a natas que tenho à minha frente também não estão a ajudar muito...Link

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Chegaram mais 2 :)

Tenho andado distraída...Só agora reparei que ganhei, desde há algum tempo, mais 2 seguidores, ou melhor, seguidoras.:) Bem-vindas e obrigada por estarem aqui! Agora, somos 35, e venham muitos mais no futuro.:)

Olha! E já é Natal cá em casa..:)

Ah, e esqueci-me de contar. Hoje tive 15 minutos para almoçar. Entrei numa entrevista na Póvoa às 11h e saí dela às 13h. Cheguei ao Porto às 13h45 e entrei ao trabalho às 14h. Foi o tempo de pegar na minha sandes de presunto e queijo e comê-la enquanto me dirigia para o café. Sim, porque com este andamento, se eu não tomava um café, ui ui... Almoço comprido portanto.

Ai que eu estou cansada, tão cansada. E com tanto sono. E vou ficar ainda pior nos próximos dias. Mas tão bem. Tão contente. E tão ocupada. E sem saber para que lado me virar. Mas quem corre por gosto não cansa, não é? E foi o que eu pedi portanto agora leva com elas... Como se costuma dizer, nestas duas semanas que se aproximam é que eu vou ver o que é bom para a tosse. Ai vou vou.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

2 empregos


Desengane-se quem acha que eu me esqueci da Hands With Art. Agora digo, na brincadeira, que tenho dois empregos. E até ao Natal quero ver em quantas iguais a mim vou ter que me desdobrar para dar conta do recado. Sim, porque as encomendas para o Natal já abundam. Mas eu gosto é assim. Venha trabalho, de ambos os lados. Parada é que eu não quero ficar. E olhem que quem ainda não gosta da Hands With Art no Facebook, não sabe mesmo o que anda a perder!

1º dia

Muda o humor, muda a disposição, muda a energia, tudo muda. Quando abandonamos, finalmente, a inércia em que estávamos mergulhados e nos dão a oportunidade de fugir dela. Hoje foi um dia cansativo, um dia de novas experiências, mas foi uma jornada muito positiva, e não falo só em termos profissionais. Já não me lembrava de acordar às 7h, e a verdade é que não me custou nem um bocadinho. Costumo ter dois despertadores a tocar - com 10 minutos de diferença - e levantei-me antes do segundo. Pronta para enfrentar um novo dia, um dia diferente, uma nova etapa na minha vida. Porque acredito e sinto mesmo que hoje comecei um novo ciclo.

A manhã foi para me ambientar, conhecer o espaço, saber como as coisas funcionam e aperceber-me que cheguei na melhor altura. Nas próximas 3 semanas vamos ter trabalho a dobrar porque estão a fazer uma edição especial na revista (está a comemorar o segundo aniversário). O resto do dia estive, inicialmente, enquanto não tinha trabalho direccionado para mim, a ajudar uma colega que estava atolada em trabalho (há que começar a dar-me bem com os colegas, né?), e para o final do dia já me foram entregues dois papéis com informações sobre as entrevistas que tenho a fazer amanhã. Fiquei entusiasmada, não só por poder começar já amanhã a mostrar o meu trabalho, mas também com a organização que parece existir naquela empresa. Eu sei que a experiência que eu tenho não é a melhor e que mais cedo ou mais tarde vou descobrir defeitos, mas para já, tudo me parece 5 estrelas.

O ambiente, esse, também não me pareceu nada mal. Foram todos muito simpáticos, alguns até me deram as boas-vindas e puseram-me logo à vontade para qualquer coisa que precisasse. Simpatia q.b., nem a mais, nem a menos.

À hora de almoço andei a fazer o reconhecimento do local, como eu gosto, a pé. Confesso que no primeiro dia ainda não encontrei nada do que esperava encontrar, mas não é grave. Quarta é outro dia. Porque amanhã, Famalicão espera-me para duas entrevistas. Ah pois é! :)

sábado, 3 de dezembro de 2011

O concerto



Antes do concerto fui "arrastada" ao sushi pelos meus amigos. Confesso que não sou grande apreciadora mas éramos dois contra um e eu também não costumo ser desmancha prazeres. Então lá acabámos por ir. Conclusão: só lá volto daqui a 1 ano porque passei o resto da noite com a sensação de que tinha comido um grande banquete...

Agora, o que dizer do concerto. Gostei. Primeiro, fiquei de boca aberta com o tamanhão da barriga da Mónica Ferraz
(está grávida de uns 6 meses) que mesmo assim não conseguia estar quieta a cantar. Saltava, pulava, dançava, tudo. Acredito que se não fosse a criança na barriga ela ia dar um espectáculo daqueles. Mas convenhamos, depois do que vi e ouvi ontem, quando aquela criança nascer, não vai lá com canções de embalar para adormecer. Mas gostei. Foi um concerto agradável em que acabou por cantar esta música já antiga,que gosto muito.

No final ainda fomos a uma casa de vinhos muito interessante, a Porto com Arte. À primeira vista, ninguém diz que é uma casa de vinhos porque no primeiro andar é a loja, muito gira, por sinal, que só vende produtos portugueses. Entre os quais, os famosos (pelo menos para mim que recebia todos os anos no Natal) bombons Imperadores. Há quantos anos não via Imperadores à venda! No segundo andar é que é a dita cuja casa de vinhos. Um local pequeno e muito acolhedor onde fomos recebidos por gente simpática e com muita vontade de receber e tratar bem os clientes. Só tenho pena de ter ido ao sushi antes. Gosto tanto de provar um bom vinho, mas o meu estômago disse-me logo que não mal eu pensei em beber um copo.

Acabou por se proporcionar uma noite diferente, mais calminha que o costume e, sem dúvida, a repetir.

Heheheh

Eu até nem costumo gozar, porque o meu clube também não tem estado grande coisa ultimamente, mas deu-me um especial gostinho saber da derrota do Benfica ontem. Gostam tanto de gozar e depois sofrem o mesmo azar. Achavam que iam ganhar a taça não era? Pois, parece que essa também já lhes fugiu...

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

E hoje...



Para variar no programa e a convite de uma amiga, vou ver os Mesa ao Hard Club. Não sou a maior fã do trabalho deles, mas digamos que aprecio. E parece-me que o concerto promete já que estão a lançar um novo álbum (chama-se Automático). A ver como corre. Mas, para já, resta-me afinar a voz e cantarolar o single de lançamento, "Cedo o meu lugar".

Afinal, ainda dão boas notícias nos media

A notícia de que os 6 pescadores naufragados foram encontrados com vida não poderia ter sido recebida da melhor forma. Sem dúvida que todo o país sorriu ao ouvir esta novidade, mas aqui pela Póvoa e, principalmente na vizinha Vila do Conde, foi um presente de Natal antecipado. A alegria e a felicidade destas famílias não tem explicação. Tão "habituados" que estão a receber más notícias de barcos desaparecidos no mar, que esta, para além de rara, é de louvar. Enfim, ainda dão boas notícias nos media, e esta, não podia ter sido melhor.

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Agora que a ficha caiu


Bem, que dia!! Finalmente, a ficha caiu e percebi que o emprego é mesmo meu. Mesmo sendo, inicialmente, 3 meses à experiência, vai ser óptimo e vou dar tudo por tudo para ficar e para que as coisas corram bem. Portanto, quem me lê e estava na mesma situação que eu, não desistam. Mais cedo ou mais tarde irá aparecer algo à vossa medida, basta insistir. Ah! E dar o máximo na entrevista. Não façam como eu fazia até agora que era chegar lá e bloquear, não dizer nada de jeito, e ficar nervosa até mais não. Assim, claro que ninguém nos vai contratar. E, já agora, apostar um pouco na apresentação também convém. Sendo assim, acreditem, o máximo que vos pode acontecer é não ficar com o emprego, mas pelo menos poderão dizer que tentaram. Boa sorte! :)

FINALMENTE CONSEGUI !!!

A banda sonora perfeita para trabalhar

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Nem é preciso acrescentar qualqer comentário...

CHORAR EM PÚBLICO
Miguel Esteves Cardoso – 28-11-2011
"Quando sair este jornal, a Maria João e eu estaremos a caminho do IPO de Lisboa, à porta do qual compraremos o PÚBLICO de hoje. Hoje ela será internada e hoje à noite, desde o mês de Setembro do ano passado, será a primeira vez que dormiremos sem ser jun...tos.
...
O meu plano é que, quando me expulsarem do IPO, ela se lembre de ir ler o PÚBLICO... e leia esta crónica a dizer que já estou cheio de saudades dela. É a melhor maneira que tenho de estar perto dela, quando não me deixam estar. Mesmo ficando num hotel a 30 passos dela, dói-me de muito mais longe.
...
O IPO consegue ser uma segunda casa. Nenhum outro hospital consegue ser isso. Podem ser hospitais muito bons. Mas não são como uma casa. O IPO é. Há uma alegria, um humor, uma dedicação e uma solidariedade, bem-educada e generosa, que não poderiam ser mais diferentes da nossa atitude e maneira de ser - resignada, fatalista e piegas - que são o default institucional da nacionalidade portuguesa. É graxa? Para que tratem bem a Maria João? Talvez seja. Mas é merecida. Até porque toda a gente que os três IPO de Portugal tratam é tratada como se tivesse direito a todas as regalias. Há muitos elogios que, não obstante serem feitos para nos beneficiarem, não deixam de ser absolutamente justos e justificados.

Este é um deles. Eu estou aqui ao pé de ti. Como tu estás ao pé de mim. Chorar em público é como pedir que nada de mau nos aconteça. É uma sorte. É o contrário do luto. Volta para mim."

Carteira da Rivalidade



Parece irónico aplaudirmos quem não faz mais que a sua obrigação, mas hoje em dia é mesmo isto. De louvar quem encontra uma carteira no chão e a devolve. Nesta acção da Coca-Cola, cerca de 95% das pessoas que encontraram a carteira, devolveram-na. Ou foi pura sorte as pessoas honestas irem todas parar àquela loja, ou então até nem estamos assim tão mal. Não estamos num mundo só de ladrões e assassinos, estamos também num mundo de gente séria e correcta. Seja como for, também gostava de ter estado lá para aplaudir quem não fez mais que a sua obrigação.

domingo, 27 de novembro de 2011

Sempre a criar

A imaginação não pára, e a vontade de estar sempre a criar, a fazer coisas diferentes e originais, a surpreender pela positiva quem vê de perto o meu trabalho também está sempre presente. Desta vez, pensei em fazer uma bolsa para guardar os dois telemóveis. Não tinha um modelo pelo qual me pudesse basear, o que tornou o desafio ainda mais interessante. Hoje em dia, muita gente tem dois telemóveis - eu faço parte da estatística,- e por vezes perdemos imenso tempo à procura dos telemóveis na carteira. Então pensei criar uma. Imaginei-a na minha cabeça, pus mãos à obra, e aqui está o resultado. By Hands With Art.




sábado, 26 de novembro de 2011

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Oh Aurea, mas que bem que tu cantas!

Agora o que realmente interessa...

A minha entrevista de hoje. Pois que não correu nada mal. Finalmente! Não quer dizer que seja certo que vá lá ficar, mas só o facto de não ter saído de lá desanimada é motivo de festejo.

Sentia-me menos nervosa que o costume, falei muuuito mais que o costume e achei que pela primeira vez, disse alguma coisa de jeito. (Sou horrível em entrevistas, daquelas pessoas que bloqueiam a partir do momento que se sentam e nunca mais dizem nada de jeito até se levantarem e irem embora.) Acho que o querer mesmo muito este emprego ajudou, e a pressão por parte do entrevistador também foi bastante abonatória a meu favor.

Bem, o próximo passo é um teste de escrita na segunda para ver o que valho e consoante esse teste, eles decidem. Portanto, toca a concentrar todas as energias para esse teste. E pôr na cabeça: EU VOU CONSEGUIR!

Agora, a minha opinião sobre a greve?


Muito simples, porque estão a fazer greve mesmo? Quer dizer, o país está em crise, todos nós estamos em crise, uns porque não têm trabalho, outros porque são explorados trabalhando muito e recebendo pouco, outros até porque trabalham para aquecer como estagiários não remunerados (acaba um e toca a chamar mais outro acabadinho de sair da faculdade) e o que se faz? Greve, claro está.

Os que roubam têm que deixar de roubar, logicamente. Os que são ricos têm que dar mais que os pobres para ajudar o país, óbvio, mas os que trabalham não podem ceder um ou dois subsídios. Pois, e os que estão a recibos verdes há anos, que nunca tiveram direito a subsídio de férias, o que dirão sobre isso (o mesmo que a Laurinda Alves diz no post anterior com certeza)?

Aliás, até aposto que o subsídio de natal ia direitinho para os presentes e não ia sobrar nenhum. Ou para umas férias, quem sabe? Acredito que grande parte tenha mesmo razões para fazer greve, mas há outros que não sei não... E que tal poupar um pouco e em vez de comprar grandes presentes de Natal, fazer umas comprinhas aqui na Hands With Art? (Olha eu a puxar a brasa para a minha sardinha:) )

Ora, há quem queira tudo e exija tudo dos ricos, mas não está disposto a ceder um bocadinho que seja do que é seu... Já aqui disse anteriormente, não me importava nada que me tirassem o subsídio de férias, era sinal que estava a trabalhar...

Nada contra aqueles que querem aderir à greve, cada um tem as suas razões e a sua opinião, mas não impeçam os que querem trabalhar de o fazer. Isto de atirar cocktails molotov para repartições das finanças já é demais. Há o direito à greve e o direito ao trabalho. E cada um escolhe o seu...

Ora aí está. Quem aderiu à greve hoje, faça o favor de ler este testemunho...

"Dias destes são muito inspiradores e regeneradores. Re-energizadores, mesmo. Amanhã não faço greve e ainda que respeite profundamente quem adere a esta forma de manifestação, não vejo vantagem nenhuma em paralisar o país no auge da crise. Já aqui disse e repito: há 5 anos que sou freelancer, vivo sem subsídios de férias e de Natal, nunca estive no Fundo de Desemprego (embora já tenha estado vários meses desempregada), quando trabalho ganho e quando não há trabalho não ganho um único cêntimo; passo a vida a recriar-me, a inventar novas ideias ou novos projectos e a tentar que outros acreditem neles e em mim. Olho para estes anos e realizo que trabalho pelo menos 3 vezes mais para ganhar 3 vezes menos e nisto estou em absoluta comunhão com aqueles que sentem na pele a precaridade dos contratos de trabalho e a efemeridade dos projectos. Tal como muitas outras pessoas que conheço, continuo a fazer muitas coisas pro bono, a envolver-me em causas e a fazer voluntariado. Reformulei a minha vida, reorganizei as minhas prioridades e fiz o chamado downsizing. Vendi o carro e não voltei a comprar outro, ando a pé e de transportes públicos e, no geral, contenho todas as minhas despesas. Ou seja, estou entre os milhões de pessoas no mundo que estão a ser chamados a lutar, a trabalhar, a construir e a viver de acordo com critérios mais afinados e solidários. Por tudo isto e não só por isso, amanhã trabalho e dou o meu Linkcontributo a este país."

Laurinda Alves

Inspira, expira, inspira, expira...

Adorava não ficar nervosa nas entrevistas de emprego...

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Ufa! Já nos safemos...

Até amanhã, o pensamento vai ser este...Positivo!







Ironia das ironias...#2


Tantas vezes dizemos que quando menos esperamos, as coisas acontecem. Que não vale a pena desesperar porque no momento certo, teremos o que tanto anseávamos. E que às vezes, acontece tudo ao mesmo tempo e de uma só vez... Pois ainda ontem falava de uma oferta de emprego que tive a 4h de distância. Pois ainda agora me ligaram para uma entrevista de emprego, amanhã, a meia hora de distância. Há coisas irónicas não há?

Carlos Martins


Quando ouço o Carlos Martins falar do filho e quase implorar para que as pessoas se tornem dadoras de medula óssea, é inevitável lembrar-me do meu próprio caso. Como já falei anteriormente, perdi um grande amigo com um linfoma, faz este sábado 2 anos. E garanto-vos, foi a pior sensação que já tive na vida. E acreditem, quem nunca passou por isso, tenho a certeza absoluta que não vai querer passar. E o Carlos Martins é a prova de que este género de coisas não acontece só aos outros, também nos acontece a nós, ou a quem está perto de nós.

Eu espero, do fundo do coração, que o filho do Carlos Martins se consiga safar desta, que tenha muitos e muitos anos pela frente, com uma vida saudável e cheia de alegrias e sonhos. Mas, para isso, não basta ficar sentadinho numa cadeira, ou no sofá, a ler este meu post e mais os milhentos outros posts que foram escritos sobre este assunto. É preciso agir, perder uns minutos, perder um bocadinho de sangue, para quem sabe, às custas desse bocadinho, fazer muito, salvando uma vida.

Há um caso compatível em 100 mil. Quem sabe se não é você, que está aí sentadinho na cadeira ou no sofá, a pessoa compatível com o Gustavo, ou com a Joana, ou com o Manel, ou até mesmo com o Tó, que já faleceu e que estava à espera que você se levantasse do sofá para lhe dar a medula que ele tanto precisava? Vá lá, não gosto de chocar desta forma, mas acho que só assim é que muita gente abre os olhinhos e se apercebe que menos uns minutos de lazer, podem ser mais uns anos na vida de outra pessoa.

Tornem-se dadores de medula óssea. Eu sou, não me custou nada e acreditem, uma das melhores coisas que me podia acontecer, era receber um telefonema dizendo que eu era compatível com alguém. Acredito que não há melhor sensação, a de poder salvar uma vida. Portanto, aproveitem a mediatização do caso concreto do Gustavo, e ajudem-no, a ele e a todas as outras crianças, adolescentes, adultos, que estão à espera da sua pessoa compatível. Quem sabe, vocês não são compatíveis com alguém?

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Digam lá...


O que me sabem dizer sobre Portalegre?

Ironia das ironias...


Andar há tanto tempo a queixar-me que não arranjo emprego e agora não consigo aceitar uma proposta que me fizeram porque é a 4h de distância da terrinha...

E talvez porque não me deram grandes garantias monetárias e porque a área do jornalismo a que me propuseram não é propriamente a que me fascina...

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Fim-de-Semana


Mas que fim-de-semana cansativo!!! Por entre cliente-mistério na sexta durante o dia e um amigo a passar música num bar cá da Póvoa à noite (ao qual eu não podia faltar senão ele matava-me); no sábado, um Natal Solidário e uma festa dos Five Senses, no Plastic, a fazer entrevistas; no domingo, uma festa de aniversário cá em casa com a família inteira (que não é pequena), estes dias pareceram uma semana inteira... Mas é o que eu costumo dizer, não há nada como o fim-de-semana para ter esta agitação toda, com família, amigos e muita animação, sempre!:)

Natal Solidário

Como tinha dito, sábado passei o dia a distribuir presentes e sorrisos e a enfeitar as árvores de Natal de algumas instituições de solidariedade aqui na Póvoa. E só tenho uma coisa a dizer: valeu mesmo mesmo mesmo a pena. Apesar de ter sido um dia cansativo, o sorriso e a alegria daquelas crianças não tem preço. Emocionei-me por várias vezes com a felicidade, a humildade e a boa educação daquelas crianças que só precisam de um mimo ou um abraço de vez em quando. Foi um dia muito bem passado, com uma excelente companhia e com a certeza de que estas acções não vão ficar por aqui. Um bem-haja a quem tomou a iniciativa de organizar este evento (a Associação Aguça QuatroxQuatro) e que venham mais como este que eu vou lá estar, de certeza!
Ao fim do quarto e último dia a fazer de cliente mistério, finalmente acabou! Nos dois primeiros dias até foi engraçado ver a diferença de atendimento nas várias lojas por onde passei, mas nos dias seguintes já começou a ser um pouco cansativo ouvir sempre a mesma coisa e andar tanto de carro. Mas enfim, acabou, missão cumprida. O dinheiro valeu a pena e deu para sair um pouco da rotina. Agora, estou de volta à vida real.

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Hoje tenho muitos Kms pela frente. Segundo dia de cliente mistério, e a coisa até nem está a correr muito mal. Pelo menos para mim, agora para quem avalio...:) Mas isto é giro, ocupa-me os dias e a cabeça que é o que interessa (acho que não preciso falar das compensações monetárias que são sempre bem-vindas pois não?).

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Made in Hands With Art :)



Hoje, estamos todos pelo mesmo!!!

Aproximam-se dias atarefados... Um dia vou ter um Natal Solidário em que andarei pelas instituições de solidariedade aqui da Póvoa a dar presentes às crianças e a enfeitar-lhes as árvores de Natal, proporcionando-lhes uma época natalícia mais feliz. Vou fazer mais uma reportagem para os Five Senses, que estão a organizar mais uma festa de arromba. Vou fazer, também, durante uns dias, de cliente mistério onde ganharei bem (que é preciso) e farei muuuuitos Km... E, last but not least, sempre a fazer coisas novas para a Hands With Art que continua a ter encomendas para o Natal. Gosto assim. Dias ocupados, atarefados e felizes! :)

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Isto está mesmo a ficar mau...

Eu estou desempregada - isso já todos sabem -, e olho à minha volta e vejo os meus amigos a queixarem-se que o emprego deles está por um fio (caso de um), outros a serem explorados até chegar o dia em que dizem "Basta!" (caso de outro que disse essa palavra hoje acrescentando-lhe mais uns palavrões pelo meio), outros a dizerem que se o negócio continuar a correr mal, é a próxima a sair (caso de outra)...Não sei onde isto vai parar. Eu posso queixar-me que estou mal mas não sou, decididamente, a única... :(
Hoje fiz a primeira venda da Hands With Art para o Natal (sim, já há quem ande a pensar nas compras para o Natal) que foi, ao mesmo tempo, a primeira venda que fiz para alguém menos chegado. Até agora ia vendendo para as amigas e mães de amigas, etc. E soube bem. Soube bem porque é sinal que as pessoas gostam do que faço, e também soube bem porque a cliente gostou ainda mais das peças ao vivo (é verdade, não sou lá muito boa fotógrafa). Aqui estão as vendas. O primeiro é para a sogra, que é doida por mochos, e o segundo é mesmo para ela, que teve um Teckel e gostava de ter um porta-chaves com a raça para o recordar. Mandou-me uma foto de um porta-chaves parecido com este, e pediu-me para fazer igual. E, segundo a mesma, mais fiel à fotografia não podia ter sido. Ela adorou.:)