segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Feliz Natal!!!

E é chegada a minha altura preferida do ano... Como eu gosto do Natal. E no meio de encomendas, confecção de presentes para as amigas e compra de prendas para os entes queridos (não muitas que estamos em crise), estou pronta para pôr os pés debaixo da mesa e começar a festejar mais uma quadra natalícia.

Um Feliz Natal para todos vocês, meus queridos leitores. Mais do que um Natal cheio de prendinhas, que seja repleto de alegria, muito amor e, acima de tudo, muitas gargalhadas. :)

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Parece que afinal não vou ter um fim de ano tão bom como eu estava à espera. Incrível como, num único dia, tudo pode mudar e deixar de fazer sentido. Venha o novo ano que este já deu o que tinha a dar...

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

No meio das artesanices, de feiras, das encomendas, de uma vida social e cultural extremamente activa (pudera, é Natal), tem havido, como já devem ter reparado, muito pouco tempo para vos dar notícias. Mas estou bem, não se preocupem. Assim que tiver um espacinho na agenda venho aqui falar-vos um pouco. Nas últimas semanas tenho ido assistir a uns concertos e a uns espectáculos dignos de registo. Hoje vai ser mais um que promete. Volto já já..:)

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Três anos

Fez ontem três anos que me deixaste. No dia 26 de Novembro de 2009 desististe de lutar, perdeste a força que tanto te caracterizava. Há três anos, olhei-te nos olhos e soube que seria a última vez. Desde então, acordo neste dia quase automaticamente triste. Sei que não gostavas que assim fosse mas é-me humanamente impossível. A dor, a imensa dor e revolta que sentia têm-se suavizado e transformado, cada vez mais, apenas em saudade. Mas mesmo essa é ainda tão forte que se torna quase incompreensível aos olhos dos outros. Só nós sabíamos não é? Só nós sabíamos como era a nossa amizade. Íamos casar aos 35 se ambos continuássemos solteiros, dizíamos na brincadeira. Um dia, por mensagem, comunicaste-me que não sabias se conseguias lá chegar. Fiquei revoltada por pensares assim. Por teres a lata de dizer isso, mas bem lá no fundo sabia perfeitamente que o mais provável era que isso fosse verdade. Como se isso fosse possível, tornámos-nos ainda mais próximos nos últimos dois meses, como se quiséssemos aproveitar os momentos que ainda tínhamos juntos. Tratei de ti, o melhor que pude, para que te sentisses o mais confortável possível. Partiste, mas continuas aqui, como uma estrelinha a guiar-me. Tenho muitas saudades tuas.

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

O que me revolta? Este género de anúncios de "emprego"

"O portal ************** procura colaboradores que possam contribuir de uma forma voluntária com noticias que venham a enriquecer o seu conteúdo. Este regime de colaboração não é remunerado sendo no entanto que todos os colaboradores verão a sua fotografia e contacto divulgados no site o que contribui também para os mesmos poderem demonstrar a qualidade do seu trabalho."

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Nem mais...

Parece que...

...vou ter que fazer 350 mil porta-moedas iguais a estes até ao Natal... E lá esperava eu, quando confeccionei o primeiro, que iriam ter este sucesso?


Yeahhh!!!

O meu Outlook ressuscitou!!!! Depois de empancar de todas as vezes que o abria, finalmente, acordou para a vida... Resta saber por quanto tempo. Sim, porque eu sou menina para receber emails às dezenas, todos os dias. Aguenta, meu querido Outlook. Aguenta que fazes-me um jeitaço quando estás assim, vivinho da silva...

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Dos desafios...

É bom ter desafios. Nesta altura em que - como falei no post anterior - tudo se queixa, tudo perde tempo a falar mal de alguma coisa, tudo prefere deixar adormecer o que de bom tem só para acompanhar o estado de depressão em que o país, ou mesmo o Mundo se encontra, é bom ter desafios e, melhor ainda, ser desafiado. Desafios são para isso mesmo, para não deixar adormecer o que de melhor temos, para espicaçar a nossa imaginação, para nos fazer conhecer os nossos limites. E por isso mesmo lanço-vos o desafio: testem os vossos limites, abracem novos projectos, tenho a certeza que irão descobrir que sabem fazer muitas mais coisas do que pensam, principalmente quando tiverem a coragem de sair da vossa zona de conforto. Mãos ao trabalho e... Boa sorte! :)

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Das coisas boas...


Sempre tive um talento natural para que as coisas me acontecessem todas ao mesmo tempo. E quando digo todas, digo nos vários âmbitos, profissional, pessoal, social, por aí adiante. Ora tinha uns tempos de tédio total, ora acontecia uma revolução e vinha tudo por aí abaixo na mesma semana, quiçá, no mesmo dia. Et voilá. Uns meses depois de a minha vida se cingir apenas ao artesanato e pouco mais (o que também não é mau de todo, mas sempre disse não queria dedicar-me apenas a isso) eis que parece que as coisas podem voltar a correr melhor. Correndo o risco de ser apenas fogo de vista, não vou entrar em pormenores. Mas só o facto de haver essa possibilidade, por mais ínfima que seja, parece que já acordo com outra disposição. Dias, semanas, meses só a ouvir falar em crise, como uma espécie de vício, como se não se conseguisse falar de outras coisas, uma pessoa acaba por desanimar um pouco. Se bem que sou daquelas que foge a sete pés se ouve alguém perto falar desse tema. De maneira que ouvir uma boa notícia, duas boas notícias, juntamente com coisas boas a acontecerem quando menos espero, assim devagarinho, quase sem dar por ela, é bom. Diria mais, é MUITO bom. Mas fico-me por aqui. Não vão as coisas virar ao contrário só por tanto desejar e falar disso. A ver vamos. Espero ter novidades em breve. :)

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

A voltar ao meu estado normal...

De devoradora de livros e de séries de tv...

Para já são estes, mas parece-me que não fico por aqui:

O Sétimo Selo - José Rodrigues dos Santos


Jess e os Rapazes


As leis de Kate


Revenge


Modern Family



Portugal está feito ao bife


terça-feira, 9 de outubro de 2012

Já se pensa no Natal...


Pois é, agora que faço artesanato, e acabo por ficar um pouco ligada a esta época natalícia, é que percebo que nem toda a gente é como eu, e nem toda a gente pensa nas compras para os seus entes queridos na semana da festividade. Ora bem, estamos a 9 de Outubro e já tenho um cantinho com presentes embrulhados e respectivos nomes dos presenteados. Parece loucura, ainda são poucos, mas só porque ainda não tenho todas as encomendas de Natal que já me fizeram prontas. E tendo em conta a quantidade de pessoas que já me disseram querer fazer encomendas parece que vou ter que dar aos dedos. E ainda bem. É sinal que gostam do que faço e confiam no meu trabalho. E eu até o faço com mais afinco. Tenho a sensação que não vou parar até ao Natal e ainda faltam mais de 2 meses...

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Nas leituras...

Nesta coisa das leituras sou de fases. Sempre gostei muito de ler, mas há alturas em que estou mais para aí virada e devoro um livro num ápice. Noutras alturas demoro meses a lê-lo, o que não quer dizer que a culpa seja do escritor, umas vezes sim, outras não.

Estava a acabar o Rio das Flores pela segunda vez, quando tive aquela despedida de solteira há uns tempos. Acontece que fui ter com a noiva de metro e levei o livro para ler durante a viagem. Pois acabou por ficar pelo Porto o saco com a roupa que levei para trocar, e o livro. Claro que não ia sair à noite com o livro atrás. Quanto mais não fosse pelo peso dele. E só o voltei a ter quase dois meses depois, este fim de semana.

De maneira que, como voltei à minha fase de devoradora de livros, comecei a ler o Sétimo Selo, do José Rodrigues dos Santos. Apesar de ainda estar nas primeiras páginas, promete. Mas já achei uma coisa curiosa. O primeiro livro que li dele foi a Filha do Capitão. Se bem me recordo - porque já o li há uns anos valentes - era uma escrita muito mais massuda, mais descritiva, também o tema da guerra assim o convida. Ainda assim, gostei imenso da Filha do Capitão e parece-me que ainda vou gostar mais deste.

No que concerne ao Rio das Flores, era o que já estava à espera. Já não me lembrava muito bem da história quando peguei nele outra vez. Aliás, até achava que ainda não o tinha lido. Mas mal comecei a folheá-lo e a ver o nome das personagens, rapidamente mergulhei na história outra vez e não resisti a lê-lo até ao fim. Ou melhor, a quase lê-lo até ao fim, não fosse este interregno de dois meses. Adoro a escrita do Miguel Sousa Tavares, ele consegue conquistar-nos logo na primeira frase e só o conseguimos deixar quando aparece a última. É interessante, é absorvente e é, ao mesmo tempo, descritivo em dose q.b., porque não chega a ser chato. Agora, antes de voltar ao jornalista José Rodrigues dos Santos, vou dar uma saltada ao outro jornalista Miguel Sousa Tavares, só para relembrar o fim da história.


segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Mercadinho dos Clérigos

Sábado fui novamente à feira de artesanato dos clérigos. E foi bom. Pensei seriamente se iria desta vez, mas cheguei à conclusão que vale mesmo a pena. Eu, que sempre fui dada a falar com toda a gente, vejo aqui uma nova via para isso... Conheço gente, converso muito com pessoas que nunca tinha visto na minha vida, partilho ideias, e recebo imensas ideias de pessoas que viram aqui e ali artigos do género dos meus e que se sentem na obrigação de me contar simplesmente porque sim, porque gostaram de mim e querem que tenha sucesso. Ou então de receber conselhos de boas técnicas para fazer determinado artigo. É bom receber muitas visitas de amigos como aconteceu desta vez. Ver a minha banca cheia de pessoas que, mesmo que não comprem nada, me digam que tenho coisas muito bonitas, ou que tenho muito jeito para as confeccionar. Porque também sabe bem ouvir isso, não me interessa só vender. É música para os meus ouvidos ver pessoas a parar na minha banca e ouvir uma dizer para a outra "olha que gira aquela pulseira, ou olha que giro aquele colar". Sabe muito bem e é gratificante. E é bom chegar a casa e fazer o balanço. Que é positivo. Sempre positivo. Pelo menos até ver.
Nunca fui pessoa de ter o quarto super arrumado, sem uma peça de roupa desarrumada em cima da cadeira, um brinco por assim dizer. Sempre tive uma ajudinha para ele se manter apresentável. Mas basta um dia com as pestes dos meus primos pequenos a dormir lá que parece que houve uma revolução. Não há um canto do meu quarto que escape. Antes era só o mais velho que se divertia a vasculhar tudo e mais alguma coisa por lá, agora a mai nova também começou. E é assustador entrar no meu quarto no dia seguinte. Mas enternecedor ao mesmo tempo. Por eles lá terem estado...a brincar/desarrumar...

Balanço deste fim-de-semana

Sinto-me como se me tivesse passado um camião em cima...

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

E novidades querem?


Estes porta-fruta dão imenso jeito para quem gosta, por exemplo, de levar a fruta para o trabalho. Assim, dificilmente comem a maçã pisada.:)





Porque o Outono não tem que ser necessariamente escuro...



...nem triste.


Aqui, um presente para a mãe da Luísa que, mal o recebeu, colocou-o no saco que vai levar para a maternidade. O vermelho era obrigatório. A matriarca da família sempre disse que esta cor dava muita sorte nestas alturas. A tradição ficou.:)

E por fim chegámos a este número tão redondinho...

...e eu nem dei por ela. Mas é importante agradecer-vos por estarem aqui. Obrigada. :)


Das despedidas...


Esta tem sido a semana das despedidas. Começou segunda, com a despedida de um amigo que foi de Erasmus para a República Checa. Até aí tudo bem. Mas ontem foi a despedida de um dos meus melhores amigos, que é arquitecto, e que vai para o Brasil às cegas, tentar a sua sorte na procura de emprego. Depois (lá para Novembro) vai outro dos meus amigos mais queridos, também para o Brasil, engenheiro civil. Antes disso, uma professora, para Londres. Não tarda nada, uma das minhas maiores amigas de sempre está a preparar-se para ir para Inglaterra também. Já está a preparar os papéis. Estão a ser tempos de muitas despedidas para mim, de pessoas que me são imensamente queridas e de quem vou sentir muita falta. Sei que hoje em dia é tudo muito perto, com um simples clique estamos com quem queremos. Mas sou mais de ter os meus amigos bem perto de mim, principalmente estes, que estão a ir tentar a sua sorte. Apesar de estar triste, obviamente que sei que é para o bem deles. E torço para que encontrem um emprego se possível logo na primeira semana. Mas custa vê-los partir. Hoje são eles. Amanhã muito provavelmente serei eu, infelizmente.

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

A semana passada fiz uma boa acção. Daquelas que me fez sentir mesmo bem e que já deveria ter feito há muito tempo. Foi meio litro de boas acções. Fui dar sangue a um ambulatório que tem estado algumas vezes aqui na Póvoa, na zona da praia. E ainda mais feliz fiquei por saber que os poveiros são extremamente voluntários. O ano passado - disse-me o médico - a Póvoa foi a cidade do país que mais contribuiu para a dádiva de sangue nas campanhas de Verão do Instituto Português do Sangue. Este ano ainda não me sabia dizer, mas é certo que continuam a ter muita afluência de dadores aqui pela Póvoa. Um bem-haja a nós por isso. Não me custou nada e daqui a 4 meses, que é quando posso voltar a dar sangue, pretendo certamente fazê-lo. E vocês deviam fazer o mesmo. Hoje por eles, amanhã por nós.

Depois dos últimos acontecimentos...

Deprimo-me. Penso que posso esquecer para já a possibilidade de arranjar emprego neste país que apesar de tudo é o nosso. E começo, pela primeira vez na minha vida, a considerar muito seriamente a possibilidade de emigrar. Eu, que sempre amei o meu país e que não me conseguiria imaginar a viver fora dele.

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

News @ Hands With Art








Feiras Novas

Hoje é dia de rumar à mais antiga e a uma das mais bonitas vilas de Portugal. Em Ponte de Lima realizam-se, por estas alturas, as Feiras Novas. E eu, que também gosto de uma boa festarola de vez em quando, claro que não podia faltar a uma das minhas preferidas. É o chamado encerramento do Verão. E é para onde toda a malta do Norte - e não só - se dirige este fim-de-semana. Para quem não sabe, a festa realiza-se nas ruas de Ponte de Lima. As ruas enchem-se de pessoas prontas para o bailarico e a música popular é o mote. A partir daí é dançar até os pés pedirem clemência. O engraçado nisto tudo é que encontro amigos  de todo o lado, mesmo alguns com quem convivia em Braga (onde estudei) e que já só vejo uma vez por ano (lá está, nas Feiras Novas). No final da noite há o indispensável pão com chouriço. Ir dormir nas Feiras Novas sem o pão com chouriço no bucho não é bem não senhor. Portanto, quem não tiver planos para este fim-de-semana, aqui tem uma boa altura para visitar Ponte de Lima. Mesmo para quem não gosta muito de noitadas, podem crer que há também muita actividade durante o dia. Feira, música, muita concertina e muito bailarico também. É só escolher.

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Pickpocket

Quando comecei a pensar participar numa feira de artesanato tinha algum receio de não gostar e nunca mais me inscrever em nenhuma. Sempre fui muito de conversar e tal mas a venda de um produto é mais do que isso. Estar atrás de uma banca a expor o nosso trabalho impõe outra estaleca. Tanto podemos ter muita gente a elogiar as nossas peças, como podemos ter outras pessoas a passar e só olhar para a nossa banca de soslaio. Podemos até ter quem nos diga que as peças são muito baratas como outras a queixar-se do preço elevado. Se não estivermos preparados, pode por vezes deixar-nos desanimados. Não pode correr sempre bem. Enfim, uma série de factores.

Para já, acabei por ter sorte. Talvez por ter sido a primeira experiência, o feedback foi bastante positivo. Mas sempre pensei que a comunicação se iria limitar um pouco aos clientes, a quem visitasse a minha banca. Infelizmente, e porque o português por vezes é um pouco mesquinho, imaginei que os outros vendedores iam fechar-se na sua redoma, tipo 'o meu trabalho é melhor que o teu e nem penses falar comigo a querer saber como faço as minhas peças'. Enfim, coisas do género. No entanto, o Mercadinho dos Clérigos é uma feira muito variada, vende-se de tudo. E acabei por ter bastante sorte nos meus vizinhos de banca.

E depois de tanta treta era aqui que eu queria chegar. Aqueles que foram meus vizinhos de banca têm um projeto que se chama Pickpocket e fazem peças giríssimas. Eu fiquei logo de olho numa carteira que vai ter que esperar um pouco mais por mim porque não é para qualquer bolso. Este casal confecciona, para já, apenas porta-moedas - e estão agora a experimentar fazer bolsas também - cujos materiais são pele, couro, camurça, entre outros. O curioso é que eles vão às fábricas comprar os materiais sem continuidade. Os que sobraram das colecções e que já não têm utilidade. O produto final são porta-moedas de qualidade e muito originais. Tão originais que cada peça é única, tanto por fora, como por dentro. Comprando na Pickpocket terão a certeza que ninguém terá uma carteira igual à vossa. Mas já chega de conversa, aposto que estão curiosos para ver do que falo portanto aqui vos deixo algumas fotografias que 'roubei' do Facebook da Pickpocket e onde poderão ver mais algumas peças. Depois, é só escolher. Mas garanto-vos, eu que toquei nelas e senti a qualidade, vale a pena ter uma Pickpocket. Ora vejam lá se não tenho razão:








Não preciso dizer mais nada pois não? :)