terça-feira, 29 de janeiro de 2013

O livro que se segue...

...é este.


Já ouvi falar maravilhas d'Os Homens que odeiam as Mulheres. Assim que estiver em condições de vos dar um feedback dou cá um saltinho.
Tenho para mim que qualquer dia os meus bracinhos se vão revoltar contra a minha pessoa... À quantidade de picas que têm levado,- ora para dar sangue, ora para fazer análises - há-de chegar o dia em que eles vão deixar de se mexer, como boicote ao que têm sofrido, coitados...

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

O Sétimo Selo



Ontem, quando escrevi o último post, ainda me faltavam umas 50 páginas para terminar o livro mas eu sabia que não ia conseguir dormir sem saber o final. Pois que qualquer minutinho e qualquer cantinho serviam para ler mais uma página. E agora que o terminei confirmo: muuito bom. Um grande bravo ao José Rodrigues dos Santos. Claro que o tema já por si é interessante. O facto de ser baseado em factos reais torna-o ainda mais apetecível, mas a escrita do jornalista também é de louvar, assim como o imenso e incansável trabalho de pesquisa que o senhor terá tido para escrever a obra.

Custou-me um pouco a arrancar com a leitura do livro, confesso mas, como já tinha dito anteriormente, não andava lá muito virada para leituras e fui deixando o livro de lado. Mas assim que me apanhei outra vez na onda de devorar livros peguei nele e foi um ver se te avias...

Para quem não sabe, o Sétimo Selo fala sobre o aquecimento global que o Mundo atravessa, a fragilidade por que as indústrias petrolíferas estão a passar e todos os interesses que estão envolvidos por detrás destes dois temas tão delicados. José Rodrigues dos Santos fez um exaustivo trabalho de casa e tornam-se por vezes assustadoras as suas revelações. Revelações essas que terão que ler o livro para ficar a saber mas, garanto-vos, vale muito a pena. Confesso que nunca tinha parado para pensar tão seriamente sobre este tema depois de ler o livro, talvez porque também nunca tenha visto as coisas sob o ponto de vista que o jornalista fala.

Quatro cientistas juntam-se para tentar arranjar uma solução rápida e drástica para o aquecimento global (pois acreditam que, se não agirem, o Apocalipse irá acontecer). Sentindo-se impotentes perante a indiferença dos mais poderosos para resolver este grave problema (controlados, claro está, pelos senhores do petróleo), os quatro investigadores formam um grupo que vai encontrar uma solução para travar o aquecimento global e descobrir revelações bombásticas sobre o período extremamente frágil por que as indústrias petrolíferas estão a passar. No entanto, são muitos e poderosos aqueles que querem impedir que as investigações destes cientistas avancem e todo o enredo desenvolve-se por aí. A história fictícia mistura-se constantemente com os factos reais. Por vezes torna-se um pouco cansativa ou talvez repetitiva a descrição dos factos científicos mas parece-me, por outro lado, importante essa insistência para podermos compreender realmente o estado das coisas. E talvez seja mesmo essa a intenção do escritor.

Assim sendo, acho que o Sétimo Selo é uma óptima sugestão de leitura, especialmente para quem se interessa por este tema. Muitos pontos para o José Rodrigues dos Santos. :)

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Também fui conhecer estes senhores...

...há coisa de um mês, no Hot Five, no Porto. E, claro está, fiquei fã.

Das boas acções...

Fui tomar café a uma esplanada com um amigo. Ao longe, avisto um autocarro estacionado onde não era suposto haver trânsito, o que me chamou a atenção. E ainda bem. Era uma unidade ambulatória do Instituto Português de Sangue. Nem pensei duas vezes. Rapidamente troquei a caminhada que ia fazer a seguir por uma boa acção. Eu sabia que só me faltava coragem para ser dadora uma primeira vez, o que sucedeu em Setembro. A partir daí nunca mais iria parar. 4 meses depois, o tempo necessário para uma mulher poder voltar a dar sangue (para os homens são 3 meses) lá estava eu a doar mais meio litro de sangue. E soube bem. Sei que me tornei mais sensível a estas situações depois de ter um amigo doente. Mas a verdade é que não custa nada e pode ajudar muita gente. Eu já fiz a minha boa acção, e vocês?

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Das boas surpresas

Aqui há umas semanas tinha-vos falado que andava a ter uma vida social e cultural muito agitada. E que tinha uma série de situações para vos falar. Hoje, apresento-vos as bandas que fui ver ao Teatro Municipal de Vila do Conde. Para falar a verdade, mal conhecia as bandas, tinham uma ou outra música que me era familiar. Mas dos cabeça de cartaz, não sabia absolutamente nada, tirando os vídeos que havia pesquisado durante esse dia já que não sou menina de ir para os concertos a zero... Pois que o primeiro concerto resultou da fusão de duas bandas: os We Trust e os Best Youth. E que fusão!! (fusão apenas para estes concertos, leia-se) Atentem nas músicas deles, aposto que conhecem:





E agora imaginem-nos a cantar juntos, músicas de ambas as bandas... Mas a maior surpresa veio mesmo com a banda cabeça de cartaz, a tal de que eu nunca tinha ouvido falar. Father John Misty. Conhecem? Primeiro fiquei logo maravilhada com a forma peculiar com que o vocalista dançava. Literalmente, estar parado não é o seu lema... Depois, adorei as músicas. Mas acho que o melhor é apreciarem vocês o vídeo, para verem o que perderam...:)

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Que desnaturada!!!

E não é que a menina aqui anda tão noutro Mundo que se esqueceu de desejar um bom ano aos seus leitores? Tenho andado desligada, eu sei, mas existem fases para tudo e, ultimamente, tenho andado numa altura em que ando com menos vontade de escrever e mais vontade de ler... Nos últimos dias - depois do Natal - retomei as minhas idas diárias para o café para pôr a leitura em dia. Sou só eu, o meu livro, e a minha música (que saudades!) E tem-me sabido pela vida. Vai daí, tenho tido menos condições para escrever... Mas acho que com a entrada em 2013 isso mudou. Com ele, veio a vontade de retomar a minha incessante procura por emprego (que acredito que há-de aparecer, mais cedo ou mais tarde), e a força para lutar por aquilo em que acredito. By the way, façam o mesmo meus queridos leitores, porque ninguém o vai fazer por vocês. Um EXCELENTE ANO para todos vocês. E continuem aqui comigo, prometo escrever-vos com mais frequência a partir de agora.