quinta-feira, 30 de maio de 2013

Descobri um novo hobby...

Descobri uma nova actividade que me tem suscitado bastante interesse diariamente. Quase todos os dias levo o meu almoço para o trabalho. Todos os dias, quando chego a casa ao final do dia - e enquanto espero pelo jantar - faço o meu almoço para o dia seguinte. E tenho tentado fazer todos os dias uma receita diferente, nutritiva, mas pouco calórica. Tenho a desvantagem de não ter micro-ondas no trabalho, como já tinha dito noutros posts, o que me limita bastante nas receitas.

Mas tenho-me interessado cada vez mais em 'perder' algum tempo livre a procurar novas receitas, novos ingredientes para adicionar aos que já uso. Chego a casa com novas ideias e com vontade de as colocar em prática sempre com os óptimos conselhos e a sábia supervisão da minha mãe que faz saladas maravilhosas. Posso não ter herdado o jeito dela para pratos mais elaborados ou tradicionais, mas no que a saladas e a sandes diz respeito, acho que tenho aqui qualquer coisita no sangue.

A verdade é que troco também opiniões com a minha colega de trabalho que costuma almoçar comigo e têm saído daqui petiscos bastante saborosos. Hoje descobri mais uma receita bastante simples mas que ainda não me tinha lembrado de fazer. Fui juntando ingredientes e presenteei-me com um fusilli colorido ao qual juntei cogumelos, cubos de fiambre, ervilhas e aproveitei uns rebentos de soja que tinham que ser gastos. Como molho apenas coloquei azeite, salsa e oregãos. Nada mais. E digo-vos, soube mesmo bem. Todos sabemos que um prato bonito, com cor, também ajuda e este, sem dúvida, era colorido que chegue.

Para amanhã já tenho em mente aproveitar o pouco salmão que sobrou do jantar de ontem e acrescentar-lhe salada russa. Uma vez que a porção de salmão era ínfima, estou a pensar juntar-lhe uns 5 camarões, só para não chegar às 15h já com fome.

Gosto de sentir este interesse por cozinhar o meu almoço. Sai mais saudável, muuuito mais económico e prepara-me para no dia que sair de casa dos papás não passar fome.:)

Mario Vargas Llosa

Quanto mais leio mais admiro a escrita e o poder da imaginação deste senhor...

A surpresa...

A ideia foi da namorada. Ela comprou-lhe uma vespa, daquelas antigas, e nós, os amigos, pagámos a afinação da dita. Há muito que ele falava que gostava de ter uma. Combinámos todos uma hora à porta de casa dele. A namorada estava a jantar com a família e a controlar tudo. Logicamente que as coisas, mesmo estando muito bem combinadas, nunca correm tal e qual como o previsto.

Passo nº 1 - à hora combinada, quase só faltava a pessoa que tinha guardado a vespa. A namorada do aniversariante já há algum tempo que dizia que já não conseguia empatar mais a família. Recebo, então, uma mensagem a dizer: "A mota não pega". Boa...

Passo nº 2 - fui a correr auxiliar o rapaz a casa dele. Com alguém que sabia conduzir uma mota, claro está, já que eu não sabia. Não pegava mesmo. Nisto passou quase uma hora. Quando já só queríamos era oferecer a mota e em pô-la a andar pensava-se depois, chega um outro com uma carrinha para a transportar. Atrás dele vem outro carro com um amigo que conseguiu pôr a mota a andar.

Passo nº 3 - Felicidade a nossa, a mota anda!!!! Agora vamos pôr-nos a andar que está a ficar tarde. Um marmanjo a andar na vespa que estava sempre a ir abaixo. E três carros, com os 4 piscas, atrás dele, a dar apoio moral. Porque chovia...sim...torrencialmente. Mais uns metros e, depois de tanto festival dado no meio da rua, com a mota a ir abaixo umas 300 vezes e o rapaz já quase sem fôlego, desistimos e enfiámos a mota na carrinha.

Passo nº 4 - Voei para casa do aniversariante para levar à namorada (que já estava a desesperar!!!) a chave da mota num embrulho e o capacete (que ia ser oferecido pela mãe).

Passo nº 5 - Finalmente (e mais de uma hora depois), a mota estava estacionada e nós à frente dela, já à espera do aniversariante. E, depois de todo este filme só tenho uma coisa a dizer: valeu muuuuito a pena pela cara dele. Nunca o tinha visto sem palavras. Até àquele dia. Quando nos viu até esqueceu que estava intrigado com a chave e o que ela poderia abrir. Olhou para nós (éramos uns 15) e ficou emocionado. Mesmo estando todos de volta da mota ele nem olhou para ela. Tivemos que lhe perguntar se não estava curioso para saber o que abria a chave. E aí ainda mais incrédulo ficou. "Mas eu nem sei andar", e nós, pois, "ainda bem porque agora também não conseguias". Hehe

Foi bom, muito bom. Até irmos todos para casa ele ainda estava meio baralhado com a surpresa. Não cabia em si de contente. E nós também não. Não só por sabermos todos, menos ele claro, que a surpresa não fica por aqui mas também porque soube bem fazer tudo isto. Valeu pela reacção dele, pelo convívio, pela aventura, pela distracção, por tudo... Venham mais surpresas destas! :)

Das surpresas...

Ele não fazia 30, mas parecia. Aos 29 recebeu (e vai receber ainda mais) uma surpresa como se tivesse passado a trintão. Porquê? Ora, mas temos que ter uma justificação para fazermos surpresas a quem gostamos? Eu acho que não. Mas se querem uma justificação, aqui a têm: gostamos dele, é um grande amigo e merece. E hoje em dia preocupamo-nos tanto com coisas insignificantes, passamos tanto tempo da nossa vida a trabalhar, a stressar, a falar mal do país, da crise, do Mundo... Chega uma altura em que temos que pensar nas coisas verdadeiramente importantes para nós. Gostava que esta surpresa fosse apenas o começo de muitas. Porque soube bem prepará-la, vai saber ainda melhor quando vierem as outras etapas e sabemos, temos a certeza, que a pessoa vai ficar sentida, emocionada e se vai interrogar porque fizemos tudo isto. Porquê? Porque gostamos dele. E porque calhou estarmos com good mood precisamente na altura dos seus anos. Até podia ser na de outro amigo. Até podia ser, se não se tornasse um hábito e se a pessoa não estivesse já à espera de algo, na de todos os amigos. Para comemorarmos datas bonitas, para comemorarmos um dia feliz, o facto de sermos amigos, o facto de estarmos todos juntos. É preciso haver uma justificação?

quarta-feira, 29 de maio de 2013

terça-feira, 28 de maio de 2013

*%&%$#!*%&/

E a neura com que eu estou? E a vontade que eu hoje tive de mandar um colega de trabalho para baixo de Braga? E o que me enerva perceber a falta de respeito que as pessoas têm pelo trabalho dos outros? E o quanto eu odeio pessoas com o rei na barriga? E a velocidade com que eu faria agora a minha mala e me punha neste preciso instante num avião para Londres? Respira Marta, respira...

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Quando sinto que o horóscopo foi escrito para mim...

"A tensão que os desafios envolvem tem como fim levá-lo a definir melhor objectivos e a preparar-se para novos patamares de realização. Valorize a sua verdadeira identidade e criatividade. Definitivamente não compensa não ser você mesmo. Nos afectos, deixe crescer essa necessidade de relacionamentos ainda mais plenos e satisfatórios: faça a sua parte!"

Primeira parte: confere!!

terça-feira, 21 de maio de 2013

É mais ou menos assim que eu ando...

Quarta-feira. Houve jantar de aniversário lá em casa. Depois de ter ido segunda e terça para Leiria - e chegado tarde a casa -, estava estafada de mais um dia de trabalho e do cansaço acumulado. Às 23:15 estava na cama a dormir depois de ler um pouco. Acordo com os meus pais a falar. Assustei-me a pensar que tinha adormecido porque sou sempre eu a primeira a acordar de manhã. Mas eles ainda estavam a ir dormir. Era meia-noite. Eu tinha dormido 45 minutos e achava que já era hora de levantar. Medo.

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Coisas que me irritam...

A falta de respeito de uns pelo trabalho de outros. A dificuldade que as pessoas têm em cumprir horários e, muitas vezes, compromissos. Admira-me a capacidade, ou melhor, a facilidade com que as pessoas desmarcam uma reunião. Pior ainda, a lata que as pessoas ditas empresários competentes dizem que nos recebem, nos fazem percorrer quilómetros e mais quilómetros para depois mandarem um subordinado dizer "peço desculpa mas ele agora não vos pode atender, está muito ocupado". Ah, mas ele marcou connosco a esta hora, foi ele que disse que estava disponível. "Pois, mas ele esqueceu-se que tinha outra reunião importante que não podia adiar". Este género de respostas tiram-me do sério. Porquê que não ligou a dizer que afinal não podia? Porquê que a outra reunião é mais importante que a nossa? Quem é que disse que nós também não tínhamos outro compromisso que adiámos para estar ali naquele momento? Estas coisas ultrapassam-me, irritam-me e quase conseguem estragar o meu dia.

Que vício!!!

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Conhece-se de tudo no meu trabalho...


Ele: Pode tratar-me por Alberto...
Eu: Ah sim? Mas na sua assinatura tem António...
Ele: Sim,mas eu prefiro que me chamem Alberto.

'Tá certo...

terça-feira, 7 de maio de 2013

quinta-feira, 2 de maio de 2013