quarta-feira, 15 de junho de 2011
7 mil visitas! :)

Não posso deixar passar este acontecimento em branco. Criei o blogue há pouco mais de 3 meses e já vou nas 7 mil visitas.
Quando criei o blogue, fi-lo apenas com o intuito de divulgar um projecto de trabalho em que estava envolvida - o Viver no Trânsito. Entretanto, o programa entrou de férias, mas já eu estava viciada nesta coisa de escrever o que me viesse à cabeça no momento. Um pensamento, um acontecimento, qualquer coisa que me desse um pretexto para escrever, sem saber quem são as misteriosas pessoas que se dão ao trabalho de ler o meu blogue.
E, passados 3 meses, a contagem já vai alta. A vocês, misteriosos leitores, obrigada por me fazerem companhia nos meus disparates e devaneios.:)
terça-feira, 14 de junho de 2011
Um bom almoço, com uma boa companhia
Hoje foi um almoço bem passado com estes amigos. Espero repetir em breve. Serão sempre os meus primeiros coleguinhas de trabalho, os meus amigos e das pessoas que mais me ensinaram quando era uma jornalista verdinha verdinha, e com muito para aprender (e em continua aprendizagem ainda). Obrigada e eles!
segunda-feira, 13 de junho de 2011
Uma das coisas boas de ir para um sítio calmo, relaxante e acolhedor como o que eu fui este fim-de-semana é poder pensar em várias coisas, de natureza diversa, com a clareza que não conseguia ter se estivesse na minha zona de conforto. Quando estamos fora da nossa vida quotidiana, tudo se torna mais simples, de fácil resolução e apercebemo-nos que perdemos tempo com coisas que não valem propriamente a pena. Esse pensamento já está interiorizado na minha cabeça, agora basta pôr essa ideia em prática. Simples e fácil de resolver. Só é preciso tempo. E o tempo já está desempenhar muito bem o seu papel. E a fazer esses devaneios voar para bem longe...
Nasceu a 13 de Junho de 1888

Sou um guardador de rebanhos.
O rebanho é os meus pensamentos
E os meus pensamentos são todos sensações.
Penso com os olhos e com os ouvidos
E com as mãos e os pés
E com o nariz e a boca.
Pensar numa flor é vê-la e cheirá-la
E comer um fruto é saber-lhe o sentido.
Por isso quando num dia de calor
Me sinto triste de gozá-lo tanto,
E me deito ao comprido na erva,
E fecho os olhos quentes,
Sinto todo o meu corpo deitado na realidade,
Sei da verdade e sou feliz.
Alberto Caeiro
Por Terras de Bouro
Afinal o S. Pedro foi amiguinho e proporcionou-me um fim-de-semana relaxante, divertido, e com uma excelente companhia.
Apesar de contar ir para Terras de Bouro sexta de manhã, acabei por lá chegar ao fim da tarde. Mas como estes dias eram para fazer tudo com calma, sem stress, foi precisamente assim que começou. Portanto, sair de casa e não sair, fazer as compras e não fazer, perdeu-se muito tempo...
Enfim, chegados a Terras de Bouro, apanhamos um ventinho fresquinho nada esperado. Mas tendo em conta que andámos a semana toda a rezar para que não chovesse, vento fresco já não é muito mau...Gelado saboreado, toca a subir ofegantes, com malas e compras pelo caminho íngreme até à "nossa" casa. Já não me lembrava o quanto custava subir aquele caminho, mas recuperei a memória assim que o vi...Qual ginásio ou caminhadas, que falta senti eu de um exercício diário que não faço. Custava-me muito menos a subir com certeza...
A partir daqui foram só coisas boas. Éramos muitos e bons. Nem todos se conheciam mas era como se se conhecessem. Os ares de Terras de Bouro trataram de tornar o grupo animado, divertido e coeso. Acampámos à porta de casa, almoços e jantares no grelhador, boas conversas, umas anedotas pelo meio, e uma família para lá de acolhedora que nos proporcionou um fim-de-semana memorável.
O tempo agradável proporcionou-nos uns mergulhos no rio - apesar da água GELADA - mas a surpresa das surpresas foi mesmo ao final da tarde quando resolvemos ir à fronteira conhecer Portela do Homem. Curvas e mais curvas, uma viagem de 1h quando pensávamos que era de 20 minutos e lá chegámos. Apesar da viagem atribulada, não há dúvida que a paisagem é das mais bonitas de Portugal.
O destino final era uma espécie de piscina natural de água quente. Para lá chegar, tivemos que passar a fronteira e visitar "nuestros hermanos", em Torneros, a primeira povoação galega. Ao chegar, prontos para pôr o pezinho na água, a surpresa foi enorme. A água não era quente, a água escaldava! Trata-se de uma nascente de água quente, óptima para tratamentos terapêuticos. Mas para quem não precisava de nenhum tratamento como eu, aquela temperatura era mesmo exagerada. No entanto, o sítio é muito bonito, com uma paisagem tranquila e, se fugirmos da piscina natural propriamente dita, e passarmos para o lado do rio, o banho é bastante mais agradável. É precisamente onde a água fria do rio se mistura com a quente da nascente e, aí sim, a temperatura da água é muito muito boa. Para quem não conhece, aconselho uma visita.
Infelizmente o fim-de-semana acabou rápido, a voar. Mas deu para recuperar energias e ganhar um novo ânimo para os próximos tempos. Resta-me agradecer ao excelente grupo que me acompanhou nesta estadia e, principalmente, à Amélia, ao Herculano e à Lília que, mais uma vez, nos receberam de braços abertos e com toda a simpatia que lhes é natural. Sei que provavelmente não vão ler este meu agradecimento, mas a intenção cá fica. Espero voltar em breve.
Apesar de contar ir para Terras de Bouro sexta de manhã, acabei por lá chegar ao fim da tarde. Mas como estes dias eram para fazer tudo com calma, sem stress, foi precisamente assim que começou. Portanto, sair de casa e não sair, fazer as compras e não fazer, perdeu-se muito tempo...
Enfim, chegados a Terras de Bouro, apanhamos um ventinho fresquinho nada esperado. Mas tendo em conta que andámos a semana toda a rezar para que não chovesse, vento fresco já não é muito mau...Gelado saboreado, toca a subir ofegantes, com malas e compras pelo caminho íngreme até à "nossa" casa. Já não me lembrava o quanto custava subir aquele caminho, mas recuperei a memória assim que o vi...Qual ginásio ou caminhadas, que falta senti eu de um exercício diário que não faço. Custava-me muito menos a subir com certeza...
A partir daqui foram só coisas boas. Éramos muitos e bons. Nem todos se conheciam mas era como se se conhecessem. Os ares de Terras de Bouro trataram de tornar o grupo animado, divertido e coeso. Acampámos à porta de casa, almoços e jantares no grelhador, boas conversas, umas anedotas pelo meio, e uma família para lá de acolhedora que nos proporcionou um fim-de-semana memorável.
O tempo agradável proporcionou-nos uns mergulhos no rio - apesar da água GELADA - mas a surpresa das surpresas foi mesmo ao final da tarde quando resolvemos ir à fronteira conhecer Portela do Homem. Curvas e mais curvas, uma viagem de 1h quando pensávamos que era de 20 minutos e lá chegámos. Apesar da viagem atribulada, não há dúvida que a paisagem é das mais bonitas de Portugal.
O destino final era uma espécie de piscina natural de água quente. Para lá chegar, tivemos que passar a fronteira e visitar "nuestros hermanos", em Torneros, a primeira povoação galega. Ao chegar, prontos para pôr o pezinho na água, a surpresa foi enorme. A água não era quente, a água escaldava! Trata-se de uma nascente de água quente, óptima para tratamentos terapêuticos. Mas para quem não precisava de nenhum tratamento como eu, aquela temperatura era mesmo exagerada. No entanto, o sítio é muito bonito, com uma paisagem tranquila e, se fugirmos da piscina natural propriamente dita, e passarmos para o lado do rio, o banho é bastante mais agradável. É precisamente onde a água fria do rio se mistura com a quente da nascente e, aí sim, a temperatura da água é muito muito boa. Para quem não conhece, aconselho uma visita.
Infelizmente o fim-de-semana acabou rápido, a voar. Mas deu para recuperar energias e ganhar um novo ânimo para os próximos tempos. Resta-me agradecer ao excelente grupo que me acompanhou nesta estadia e, principalmente, à Amélia, ao Herculano e à Lília que, mais uma vez, nos receberam de braços abertos e com toda a simpatia que lhes é natural. Sei que provavelmente não vão ler este meu agradecimento, mas a intenção cá fica. Espero voltar em breve.
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