sexta-feira, 22 de julho de 2011

Foi só um desabafo


Por outro lado, o post anterior foi só um desabafo. Logicamente que estava farta, fartinha de estar em casa sem fazer nada de jeito e que o que eu quero é a adrenalina deste trabalho, o correr de um lado para o outro, o ter prazos para cumprir, o ter que aturar o patrão quando às vezes nos apetece fazê-lo desaparecer. Acredito que melhores dias virão e que não me posso queixar demais porque há muita gente bem pior que eu. Portanto, mãos ao trabalho e toca a mexer que p'ra frente é que é o caminho! :)

Lá vou eu outra vez...


Confirma-se, aquele friozinho na barriga de ontem tinha a sua razão de existir... Comigo acontece sempre o mesmo. Ora estou uns meses sem emprego, sem nada de jeito a acontecer na minha vida, ora de um momento para o outro, numa questão de dias, acontece tudo e mais alguma coisa e nem sei para que lado me virar. Ontem e hoje foram esses dias.

Pela terceira vez vou voltar para a empresa onde estive a trabalhar. Às vezes sinto-me para aquela empresa como um fantoche. Há trabalho, vens para cá. Deixa de haver, vais embora. E assim sucessivamente. Dizem que à terceira é de vez. Mas nem sei se estou contente por voltar ou não. Por um lado estou, claro. Estar ocupada a trabalhar, fazer o que gosto, e ver o meu trabalho reconhecido e melhorar cada vez mais como jornalista. Por outro lado, estou um pouco cansada deste vai e vem que não pára para aquela empresa. E o pior é voltar lá a saber que é por uns meses e mais do mesmo.

Enfim, começo no próximo fim de semana. Precisamente aquele em que iria reunir família num dia e amigos noutro, para festejar o meu aniversário. Vai ter que ser adiado. Fazer o quê? Fico triste, claro, mas não é coisa que não se possa adiar por motivos profissionais.

Entretanto, "rezo" para que outras coisas que surgiram entretanto corram bem e que me dêem a estabilidade que neste momento não tenho.

Rezem, façam o favor de rezar, sim? :)

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Ainda a propósito do Dia do Amigo (ontem)


«Amizade significa compreender, não concordar.
Significa perdoar, não esquecer.
Significa que as recordações permanecem, mesmo que o contacto se tenha perdido.»


"Roubada" daqui.

Estou com uma sensação estranha desde que acordei... A acontecer alguma coisa para estes lados, que seja algo de bom. De coisas más já eu estou farta... Algo de bom, sim? De muuito bom...

Thursday's mood...






quarta-feira, 20 de julho de 2011

Dia do Amigo


Hoje é o Dia da Amizade e não poderia deixar passar esta data em branco. Felizmente posso dizer que tenho muitos amigos. Graças às turras que já levei de pessoas que considerava minhas amigas, hoje em dia sei distinguir quem é, e quem não é meu amigo. E se é verdade que conto mais confidências a uns que a outros - daí distinguirem-se os melhores amigos dos amigos - sei que posso contar com eles para o que der e vier. E o contrário também se aplica.

Sou privilegiada por ter amigos incondicionais, mas posso dizer que faço por isso. Os amigos devem ser acarinhados, devem ser mimados e devemos dizer constantemente o quanto gostamos deles. Por experiência própria, falo de um que já não está entre nós, quando me apercebi que não o iria ter por perto muito mais tempo, comecei cada vez mais a sentir a sua falta e sentia uma necessidade absurda de lhe demonstrar constantemente o quanto gostava dele querendo aproveitar cada minuto que ainda houvesse. A verdade é que ele desapareceu e o vazio cá continua e dificilmente irá ser preenchido. Foram muitos momentos, muitas cumplicidades, muita amizade onde as confidências e a ternura que nos unia fazia com que soubéssemos que podíamos contar um com o outro incondicionalmente. A amizade é isso. Essa amizade que me falhou tão cedo e que tento colmatar.

E dalo desta amizade em concreto para dar a entender que devemos mesmo cultivar as nossas amizades e acarinhar quem queremos bem. Os amigos são, a par da família, o bem mais precioso que podemos ter, portanto, devemos dar-lhes valor e agradecer por existirem na nossa vida. Hoje, o dia é deles, dos amigos que estão perto ou longe, dos amigos que são mesmo nossos amigos, e não de brincadeira, e que não nos irão faltar nunca.

E quando menos se espera, as surpresas vão surgindo, pela calada, sorrateiramente, e enchem-nos a alma, mesmo que por breves momentos, e fazem-nos bem.