sexta-feira, 29 de julho de 2011

Um desabafo...



É, para mim, muuuiito difícil ouvir a Bohemian Rapsody enquanto estou numa esplanada de um café sem pensarem que eu sou maluquinha. É, para mim, impossível não desatar a cantar e dançar esta música. Então na parte final...Ai que é tão difícil...

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Feel Happy Today

Parece que, finalmente, tudo o que eu pedia há tanto tempo, está a concretizar-se... E para ajudar, está este tempo maravilhoso!!

terça-feira, 26 de julho de 2011

Inspiração precisa-se!


Este é um dos grandes males da minha profissão...Quando se fica muito tempo sem a exercer e, vai daí, a inspiração falta-nos. Ficamos enferrujados e até sair a primeira frase de jeito é um 31. Preciso de inspiração para começar a escrever o meu texto e, como sempre, parece-me que só vai sair algo daqui quando o tempo começar a apertar e eu não tiver outra hipótese. Às vezes, preferia não gostar tanto da adrenalina de fazer tudo em cima do joelho. Sei que é assim que escrevo melhor mas, arre, se tenho tempo agora, porque é que a inspiração não vem agora??

Ontem, a pedido, o bolo de aniversário foi assim...

Ai minha irmã que fazes maravilhas!!!

Querem um destes? Vão a Um doce de casa e façam a vossa encomenda!:) Não se vão arrepender de certezinha!!:)

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Sobre a Amy

Gostava dela, ou melhor, gostava das músicas dela. Mas, em vez de fazer qualquer comentário sobre a sua morte, deixo-vos as palavras de Miguel Esteves Cardoso. Acho que dizem tudo.

"Para todos nós que não conhecíamos Amy Winehouse pessoalmente (incluindo os muitos que pensavam que conheciam ou agiam e opinavam como se a conhecessem), a primeira pergunta que devemos fazer, antes ou depois de fazermos considerações condescendentes e sentimentalistas, é: comparando o prazer que cada um de nós deu a Amy Winehouse (a pequena percentagem que comprou a música dela) com o prazer que Amy Winehouse nos deu a todos, quem é que ficou a ganhar? Fomos nós. A música dela ("voz" é pouco) enriqueceu as nossas vidas para sempre ou, na mais mesquinha das gratidões, durante um bom bocadinho das nossas vidas. Resumindo: ela deu-nos muito mais do que recebeu de nós.

Back to Black é (muito mais do que "continua a ser", como quem fala do que vai morrer) um monumento elegante de interpretação pop. Ali estava uma rapariga inglesa e pequenina, de uma família judia, e freudianamente indisfarçada, que sabia cantar como se fosse gente grande.

Amy Winehouse morreu muito nova. Mas deixou-nos - deu-nos - muito mais do que a grande maioria de cantores e cantoras nos deixaram. Foi - era - uma alma que nos escapou e nos escapa. A verdade é que nos deixou muito mais do que nos roubou. Que foi nada.

Mas faz pena. Pobre coitada: não. Pobre gloriosa: sim. O nosso lamento - de não termos recebido mais - é um egoísmo guloso, que nos fica mal. Amy Winehouse valeu a vida e ficou a perder com a vida que nos deu. Obrigados, Amy Winehouse: deste tudo e não custaste nada."

Crónica de Miguel Esteves Cardoso no Público de ontem

O meu primeiro presente...Gosto! :)

Sobre fazer anos

Esta é a razão porque gosto de fazer anos. Não é por receber prendas, ou dinheiro ou algo do género, apesar de também ser bom, claro. Mas o pretexto de ter um (ou no meu caso 2) jantar com a família, mais jantar com os amigos, assim como a desculpa de receber mimos, principalmente em forma de palavras, das pessoas que mais gostamos, isso sim, torna um dia de aniversário muito mais especial.

Então agora com as redes sociais em que as pessoas que menos esperávamos se dão ao trabalho de nos dar os Parabéns, é muito bom. Resta-me agradecer-lhes e acabar o dia com o coração quentinho e cheio de alegria. Espera-me o tal jantar familiar, indispensável, para receber mais mimos ainda, e o jantar com os amigos, com quem tanto gosto de estar e que me fazem sentir tão bem. É bom fazer anos, só por isso.:)