quinta-feira, 25 de agosto de 2011


Às vezes estou tão bem caladinha. Tenho que aprender a controlar as palavras correndo o risco de magoar alguém. E o pior é quando falo apenas por impulsividade e exagero o que sinto. Não faz bem à pessoa, não me faz bem a mim e pode até prejudicar-me. Acho que não é o caso, que tudo vai ficar bem, mas para a próxima...caladinha estou melhor...Gostava era de saber como é que eu consigo fazer isso...

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Para ouvir o concerto inteiro, em modo repeat...

De hoje não passa...Uma música para inspirar...



Hoje é o dia em que acabo o texto do vídeo institucional e escrevo os vivos para decorar. De hoje não passa. Detesto decorar. E se não tenho tempo suficiente para decorar os vivos, chega à hora de os dizer e está o caldo entornado. Portanto, aqui está uma boa música para concentrar e ganhar alguma inspiração para as horas que se avizinham...

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Dá que pensar não?

Estou a demorar mais tempo que o habitual a ler um livro. Mas sendo o género de livro que é, não o consigo fazer de outra forma. Sou da opinião que se deve ler livros de todo e qualquer tema. É óptimo para desenvolvermos ou melhorarmos a nossa escrita, mas também para nos tornamos mais cultos. Saber um pouco de tudo nunca fez mal a ninguém.

Mas este livro está a custar um pouco mais do que eu estava à espera. Se se lembram do que disse quando o comecei a ler - aqui -, deu logo para perceber que não ia ser fácil lê-lo. Mas já desisti dele uma vez e pu-lo novamente na prateleira. Mas desta vez não o vou fazer.

Enfim, tudo isto, para dizer que este livro tem sido uma luta constante. Não e só pela história real em si de uma mulher que faz da sua casa um orfanato para crianças com sida. Mas também pelos dados estatísticos que vão sendo dados constantemente. E passo a transcrever o dado estatístico que me chocou e me fez parar novamente de ler e escrever este post:

"Queria que um médico visse o Ababu (uma criança de 3 anos que estava quase a morrer com sida) mas não conhecia nenhum médico.
Era difícil conhecer um médico. Em 1999, o rácio médico-paciente era de um para quarenta e oito mil, o pior do mundo. Em 2003, o rácio de um médico para trinta e quatro mil pessoas era cinco vezes pior do que a média da África subsariana. (O rácio médico-paciente nos Estados Unidos é cerca de 1 para 142)."

in Sem ti eu não existo, Melissa Fay Greene


Estados Unidos - rácio médico-paciente 1 para 142
Etiópia - rácio médico-paciente 1 para 34 mil (????)

Dá que pensar não?

Isto de andar a ver vídeos institucionais de hotéis para ganhar inspiração para escrever um off - de um programa que ando a preparar do mesmo género -, dá cá uma vontade de ir para um sítio destes...

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Sobre as Ofertas de Emprego

Cada vez odeio mais responder a ofertas de emprego...Primeiro porque a maior parte das empresas exige tudo e mais alguma coisa e oferece praticamente nada em troca...Depois porque se espera que, no mínimo, respondam com um "muito obrigado, mas a vaga já foi preenchida" ou algo do género. Mas nada, absolutamente nada. Envio carradas de e-mails e recebo uma resposta de quando em vez. Será que é só a mim que isto acontece? É que fico revoltada...

Summer Mood