quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Ironia das ironias...#2


Tantas vezes dizemos que quando menos esperamos, as coisas acontecem. Que não vale a pena desesperar porque no momento certo, teremos o que tanto anseávamos. E que às vezes, acontece tudo ao mesmo tempo e de uma só vez... Pois ainda ontem falava de uma oferta de emprego que tive a 4h de distância. Pois ainda agora me ligaram para uma entrevista de emprego, amanhã, a meia hora de distância. Há coisas irónicas não há?

Carlos Martins


Quando ouço o Carlos Martins falar do filho e quase implorar para que as pessoas se tornem dadoras de medula óssea, é inevitável lembrar-me do meu próprio caso. Como já falei anteriormente, perdi um grande amigo com um linfoma, faz este sábado 2 anos. E garanto-vos, foi a pior sensação que já tive na vida. E acreditem, quem nunca passou por isso, tenho a certeza absoluta que não vai querer passar. E o Carlos Martins é a prova de que este género de coisas não acontece só aos outros, também nos acontece a nós, ou a quem está perto de nós.

Eu espero, do fundo do coração, que o filho do Carlos Martins se consiga safar desta, que tenha muitos e muitos anos pela frente, com uma vida saudável e cheia de alegrias e sonhos. Mas, para isso, não basta ficar sentadinho numa cadeira, ou no sofá, a ler este meu post e mais os milhentos outros posts que foram escritos sobre este assunto. É preciso agir, perder uns minutos, perder um bocadinho de sangue, para quem sabe, às custas desse bocadinho, fazer muito, salvando uma vida.

Há um caso compatível em 100 mil. Quem sabe se não é você, que está aí sentadinho na cadeira ou no sofá, a pessoa compatível com o Gustavo, ou com a Joana, ou com o Manel, ou até mesmo com o Tó, que já faleceu e que estava à espera que você se levantasse do sofá para lhe dar a medula que ele tanto precisava? Vá lá, não gosto de chocar desta forma, mas acho que só assim é que muita gente abre os olhinhos e se apercebe que menos uns minutos de lazer, podem ser mais uns anos na vida de outra pessoa.

Tornem-se dadores de medula óssea. Eu sou, não me custou nada e acreditem, uma das melhores coisas que me podia acontecer, era receber um telefonema dizendo que eu era compatível com alguém. Acredito que não há melhor sensação, a de poder salvar uma vida. Portanto, aproveitem a mediatização do caso concreto do Gustavo, e ajudem-no, a ele e a todas as outras crianças, adolescentes, adultos, que estão à espera da sua pessoa compatível. Quem sabe, vocês não são compatíveis com alguém?

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Digam lá...


O que me sabem dizer sobre Portalegre?

Ironia das ironias...


Andar há tanto tempo a queixar-me que não arranjo emprego e agora não consigo aceitar uma proposta que me fizeram porque é a 4h de distância da terrinha...

E talvez porque não me deram grandes garantias monetárias e porque a área do jornalismo a que me propuseram não é propriamente a que me fascina...

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Fim-de-Semana


Mas que fim-de-semana cansativo!!! Por entre cliente-mistério na sexta durante o dia e um amigo a passar música num bar cá da Póvoa à noite (ao qual eu não podia faltar senão ele matava-me); no sábado, um Natal Solidário e uma festa dos Five Senses, no Plastic, a fazer entrevistas; no domingo, uma festa de aniversário cá em casa com a família inteira (que não é pequena), estes dias pareceram uma semana inteira... Mas é o que eu costumo dizer, não há nada como o fim-de-semana para ter esta agitação toda, com família, amigos e muita animação, sempre!:)

Natal Solidário

Como tinha dito, sábado passei o dia a distribuir presentes e sorrisos e a enfeitar as árvores de Natal de algumas instituições de solidariedade aqui na Póvoa. E só tenho uma coisa a dizer: valeu mesmo mesmo mesmo a pena. Apesar de ter sido um dia cansativo, o sorriso e a alegria daquelas crianças não tem preço. Emocionei-me por várias vezes com a felicidade, a humildade e a boa educação daquelas crianças que só precisam de um mimo ou um abraço de vez em quando. Foi um dia muito bem passado, com uma excelente companhia e com a certeza de que estas acções não vão ficar por aqui. Um bem-haja a quem tomou a iniciativa de organizar este evento (a Associação Aguça QuatroxQuatro) e que venham mais como este que eu vou lá estar, de certeza!
Ao fim do quarto e último dia a fazer de cliente mistério, finalmente acabou! Nos dois primeiros dias até foi engraçado ver a diferença de atendimento nas várias lojas por onde passei, mas nos dias seguintes já começou a ser um pouco cansativo ouvir sempre a mesma coisa e andar tanto de carro. Mas enfim, acabou, missão cumprida. O dinheiro valeu a pena e deu para sair um pouco da rotina. Agora, estou de volta à vida real.