quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Mau....

Hoje estou com a telha... Se tiver tempo e achar oportuno, explico porquê.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

NOSSA!!!!!


Notícia boa e arrepiante



A Carla Matadinho e o Paulo Sousa e Costa vão ser pais. A minha primeira reacção quando li a notícia foi um grande sorriso e a segunda um valente de um arrepio. Fiquei mesmo muito feliz. Sei que o nascimento de um filho nunca acaba com a dor da perda de outro. Mas atenua. Faz com que o sofrimento diminua, e com que o coração, que antes estava apertado, mesmo muito apertado, e pequenino, pela morte de um ente tão querido de uma forma tão violenta, drástica, e sem piedade, se encha de amor outra vez por vir a caminho uma criança que só poderá trazer coisas boas àquele pai que tanto sofreu.
Como sabem, perdi um amigo com um linfoma. E vivi de perto o sofrimento daquela mãe. E a partir daí passei mesmo a acreditar que pior que o sofrimento de perder um pai, ou uma mãe, é perder um filho. E, por isso mesmo, esta notícia tocou-me particularmente e senti-a como se conhecesse este casal. Mas não conheço. Mas desejo-lhes a maior felicidade do Mundo, e que esta criança ajude este pai a ter um pouco de paz e de menos sofrimento que bem deve precisar.

Panike

Estou a escrever um artigo sobre a Panike. E como o meu lado de lontra sofre neste momento!!! O site é simplesmente de 'babar', impróprio para pessoas como eu. É verdade que aquilo faz mal 'pa caraças, tem gordura, é tipo plástico, podem dizer o que quiserem. Mas digam-me lá se estas fotografias, e uma tarde inteira a escrever sobre elas, não é de ir a correr à padaria mais próxima para comprar uma destas maravilhas de preferência acabadinha de sair do forno...?

A vida de um comercial

Sempre achei que não tinha jeito para ser comercial. Quando estive muitos meses sem trabalho, via milhentas ofertas de emprego para comerciais e nunca respondi a nenhuma, porque não me identificava com essa área. A semana passada, um colega meu - que é comercial - disse-me precisamente o contrário. Que eu devia ter muito jeito para esse trabalho. Mas eu mantenho a minha ideia. Se precisasse mesmo muito é possível que tentasse e até corresse bem mas acho mesmo que não me enquadro nessa profissão. Vejo os meus colegas aqui da revista a trabalhar e a falar, às vezes meia hora, com o cliente tentando vender o seu 'produto' e eu penso "se fosse eu, ao primeiro não ia dizer está bem e ficar rapidamente sem mais argumentos, desligando o telefone". O meu colega diz que não. Que da maneira que eu sou teimosa e da forma como mantenho as minhas ideias até ao fim, que iria ter muito sucesso como comercial. É possível, mas eu não quero. Não me parece que seja possível. E agora mesmo, apercebi-me - apesar de já ter uma certa noção de que era assim - que a vida de comercial é capaz de ser das mais instáveis que há no mercado. Vivem de comissões, vivem de cada contrato angariado, vivem de encontrar clientes que estejam dispostos a dar dinheiro para cultivar a imagem da sua empresa numa altura de crise como esta. É difícil, e é muito desgastante ouvir e ter esta conversa todos os dias. Ouvir constantemente negas e mais negas, e continuar a insistir porque esse é o ganha-pão dos comerciais. Hoje, vai mais um comercial embora aqui da empresa. O segundo em dois meses que cá estou. E só estava cá há umas três semanas. Não se identificava com o trabalho que estava a fazer e vai voltar para o emprego anterior. Acho que o mesmo me aconteceria a mim. Felizmente, encontrei um espacinho para mim na minha área. E espero que por muito tempo.

Adoro


Aquelas pessoas que se acham o máximo e que se dão ao luxo de dispensar alguém que até gostam só porque "ainda não se sentem preparadas para uma relação", basicamente, que querem aproveitar a 'solteirice' que já não tinham há muito tempo. Vai daí, aproveitam uns tempinhos e depois voltam à carga, grudando e grudando, e utilizando todas as investidas possíveis e imaginárias para ver se a pessoa lhe cai nos braços outra vez...

Mas será que eu tenho cara de otária???

Sobre Lisboa

Trocando por miúdos, a viagem a Lisboa na semana passada foi um fiasco. Houve direito a cancelamento de entrevistas à última hora, a pessoas que combinaram hora e depois não apareceram (fruto de uma tremenda falta de educação para com o trabalho dos outros) e, para tornar a coisa ainda melhor, o meu colega apanhou uma multa e ainda lhe assaltaram o carro. Há dias em que as pessoas não deviam sair de casa correndo o risco de alguma coisa correr mal... Estes três dias que lá estivemos eram, decididamente, dias para o meu colega ficar trancadinho em casa sem sequer se mexer.