quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

O livro que agora embeleza a minha carteira


Querem aprender a cozinhar?



Hoje venho falar-vos de uma coisa diferente. Ora aqui está um original conceito: ensinar as pessoas a cozinhar através de vídeos na internet. O Youcook é um conceito novo, ideal para quem não 'pesca' nada de cozinhados. Lá ser-lhe-ão dados todos os passos, desde os ingredientes necessários para a confecção, até ao resultado final. Se eu não tivesse os óptimos pratos da minha mãezinha todos os dias, bem que se ia tornar uma ferramenta indispensável para mim. Visitem este projecto que está a dar os primeiros passos e que tem tudo para dar certo e ser um sucesso não tarda nada. Podem ver no Youtube, clicando aqui, no Facebook dando um saltinho aqui, ou mesmo no canal do Meo, basta clicar no botão verde do comando e 963654. Vejam, vale a pena.

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Sobre as novas oportunidades


Quando damos tudo de nós, esperamos o mesmo dos outros. Quando resolvemos dar uma nova oportunidade a alguém, seja na amizade, no amor, ou mesmo no trabalho, esperamos que essa pessoa não volte a falhar. Pelo menos o nosso lado mais ingénuo tem esperança que assim seja. E quando esse nosso lado mais ingénuo se apercebe que houve uma nova falha, já não há nada a fazer. Por mais que queiramos dar-nos bem com essa pessoa, não dá. Por mais que queiramos que essa pessoa faça parte da nossa vida, já não é possível. E porquê? Porque se essa pessoa falha uma vez, perdoa-se. Mas quando isso se torna uma constante, talvez queira dizer que, por mais que diga o contrário, essa pessoa não quer fazer parte da nossa vida. E se assim é devemos afastar-nos. E esperar que o mesmo aconteça do outro lado. Mas as coisas não são assim tão simples, principalmente quando não queremos que se afastem e quando não se querem afastar de nós. Complicado não?

Carnaval

Mas que óptimo Carnaval eu tive! Ainda na ressaca das festividades, devo dizer que adorei a minha noite de ontem. Decididamente estava mesmo a precisar de uma noite assim. Rir, rir e mais rir. Tudo começou com a preparação da vestimenta quando cheguei do trabalho. Juntei-me com mais duas amigas e lá fomos produzir-nos. Confesso que saímos de casa um pouco a medo da nossa figura, se bem que era Carnaval, ninguém ia levar a mal. Nos entretantos, quando nos encontrámos com os restantes amigos rapidamente nos passámos a sentir muito melhor. Eles chamavam muito mais a atenção do que nós, sem dúvida. Pois que éramos 13 rock stars dos anos 80. Muuuito bom. Diverti-me imenso, ri-me imenso e adorei a noite de ontem. Claro que o facto de ser um grupo grande, unido e muuito animado também ajudou. Para o ano há mais. :) Espero que o vosso Carnaval também tenha tido muita alegria e boa disposição.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Desilusão


Hoje andei pelas pastelarias de Santa Catarina à procura de uns bolinhos para levar para um jantar de amigos que vou ter hoje (normalmente sou eu que faço a sobremesa mas a falta de tempo não me permite fazê-la). Entrei na Confeitaria do Bolhão, comprei umas miniaturas e fiquei de olho nos cacos que lá havia. Já não comia há anos, desde o tempo em que a minha tia nos presenteava de vez em quando, com aquelas maravilhas viciantes. Qual não é a minha desilusão quando me apercebo que não tinham nada a ver com os de antigamente. Eram secos, com ar de queimados, e o sabor não se comparava com o que eu conhecia. Triste, fiquei muito triste com esta descoberta... E com uma imensa vontade de descobrir os antigos...

O que andamos nós a perder?

A man sat at a metro station in Washington DC and started to play the violin; it was a cold January morning. He played six Bach pieces for about 45 minutes. During that time, since it was rush hour, it was calculated that 1,100 people went through the station, most of them on their way to work.

Three minutes went by, and a middle aged man notic...ed there was musician playing. He slowed his pace, and stopped for a few seconds, and then hurried up to meet his schedule. A minute later, the violinist received his first dollar tip: a woman threw the money in the till and without stopping, and continued to walk.

A few minutes later, someone leaned against the wall to listen to him, but the man looked at his watch and started to walk again. Clearly he was late for work.

The one who paid the most attention was a 3 year old boy. His mother tagged him along, hurried, but the kid stopped to look at the violinist. Finally, the mother pushed hard, and the child continued to walk, turning his head all the time. This action was repeated by several other children. All the parents, without exception, forced them to move on.

In the 45 minutes the musician played, only 6 people stopped and stayed for a while. About 20 gave him money, but continued to walk their normal pace. He collected $32. When he finished playing and silence took over, no one noticed it. No one applauded, nor was there any recognition.

No one knew this, but the violinist was Joshua Bell, one of the most talented musicians in the world. He had just played one of the most intricate pieces ever written, on a violin worth $3.5 million dollars.

Two days before his playing in the subway, Joshua Bell sold out at a theater in Boston where the seats averaged $100.

This is a real story. Joshua Bell playing incognito in the metro station was organized by the Washington Post as part of a social experiment about perception, taste, and priorities of people. The outlines were: in a commonplace environment at an inappropriate hour: Do we perceive beauty? Do we stop to appreciate it? Do we recognize the talent in an unexpected context? One of the possible conclusions from this experience could be: If we do not have a moment to stop and listen to one of the best musicians in the world playing the best music ever written, how many other things are we missing?

Já era de esperar...

Não costumo desejar o mal de ninguém, mas o facto de o suspeito de ter morto a mulher, filha e neta ter sido encontrado morto na prisão despertou o lado mais cruel que há em mim e deixou-me a modos que aliviada. Enfim, nada que já não fosse de prever tendo em conta o crime hediondo que cometeu.