sexta-feira, 2 de março de 2012

:)


Almoço difícil


Acabei de comer a sandes mais complicada da minha vida. Mesmo. Quando peguei nela e vi o guardanapo todo molhado pensei: hum...isto não é bom presságio. Bem, eu não sei como não tenho uma única nódoa na roupa. Era ver-me a comer super rápido porque a cada dentada caía mais um bocadinho de delícias do mar. Conclusão, acabei por a comer em menos de 5 minutos correndo o risco de que caísse mais comida em cima do computador do que aquela que eu conseguisse pôr à boca. O pior é que a sandes de delícias do mar que eu fiz com tanto amor e carinho ontem à noite estava óptima. Mesmo boa. E tive que a comer em 5 minutos, nem deu para saborear. Bolas!

Já cá canta!


Das estações de metro

Ontem, enquanto esperava pelo metro para ir para casa, deparei-me ao longe com um casal de namorados que já não se devia ver há algum tempo. Ou então ainda estão no início da relação tal era o ar de felicidade e os abraços que trocavam. Isso fez-me reflectir um pouco sobre o fascínio pelas estações de comboio, de metro, dos aeroportos. Sempre achei piada a esse encanto que algumas pessoas têm por estes espaços talvez porque me identificava um pouco com essas pessoas. Agora que frequento mais tais locais, principalmente as estações de metro, começo a ganhar um certo fascínio também. Vemos gentes de todas as espécies e feitios, vemos momentos como o que eu presenciei ontem, vemos pessoas a ler encostadas ao muro, outras a ouvir música bem perto da linha, quase querendo sentir aquela sensação de perigo. Há trocas de olhares cúmplices entre pessoas que se vêem todos os dias, quase como um cumprimento. Ou olhares indiscretos de jovens que se encontram pela primeira vez mas algo os atrai.

É interessante, para quem gosta de observar pessoas e situações, parar um pouco numa estação de metro para ver e sentir tudo isso. Para mim, tem sido um interessante momento do meu dia, a par da viagem de metro que tem também as suas cenas esporádicas. Há muita gente que não gosta de andar de metro, - principalmente por parar muitas vezes, - muito menos da confusão das estações. Por tudo isto que acabei de descrever, eu gosto. Cada vez mais.

quinta-feira, 1 de março de 2012

Preocupações

Há já uns tempos que ando preocupada com um amigo. Vejo-o poucas vezes, e não é um graaande amigo, mas é uma pessoa querida para mim, com quem nunca tive grandes confidências mas que teve lá sempre que eu precisei e vice-versa. Não tenho estado com ele, porque entretanto as nossas vidas tomaram outros rumos, mas tenho-o visto. No metro. Por vezes ao longe, outras vezes, vemo-nos muito rápido porque ele sai na paragem a seguir à que eu entro. Mas todas essas vezes fico preocupada com ele e a pensar nele durante umas horas. Acho que ele é infeliz. Considero-o uma pessoa muito alegre, sempre bem disposta, com quem já ri muito. Mas agora só vejo um olhar de tristeza, principalmente quando o vejo no metro antes de ele me ver a mim. E custa-me muito ver esse olhar nele. Agora, uma questão se impõe. Falar ou não com ele? Nem que seja mandar-lhe uma mensagem a dizer que estou aqui para o que precisar. A verdade é que não sei se é da minha cabeça ou se ele anda mesmo com algum problema. E se lhe digo que o tenho visto muito cabisbaixo no metro e ele me diz que estou maluquinha? É bem possível, apesar de eu achar pouco provável. Mas, também, se nunca falámos abertamente de problemas nossos (talvez porque nunca foi preciso, talvez porque temos outros amigos mais próximos), faz sentido abordá-lo?

A verdade é que fico mesmo triste quando o vejo assim porque já tivemos muitos bons momentos, é um bom amigo. Mas não sei se deva tentar ajudá-lo. Se é só paranóia minha e ele está bem. Enfim, vou ver se marco um almoço com ele e se continuar com a minha teoria, talvez o aborde...

O quê?????

Só podem estar a brincar comigo....

Para começar bem o dia...