quarta-feira, 11 de abril de 2012

Dois dias em Vila Real em trabalho...que vontadinha... O que vale é que vem o fim-de-semana logo a seguir para me recompor...

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Dia do Anjo

Lembram-se de vos falar do pic-nic do dia do Anjo lá em casa? O dia do Anjo é hoje, na segunda-feira a seguir à Páscoa. Na Póvoa há a tradição das famílias irem para o campo fazer um pic-nic. No ano passado, o meu foi assim. Este ano, está a ser a trabalhar. O familório vai todo para minha casa comer um arrozinho de frango. Eu, estou na redacção, e vou-me contentar com uma sandes de língua estufada (adoooro) ao almoço enquanto penso no arroz que, espero, me vão guardar para o meu jantar.

Estou na onda destas pessoas...

Tirado daqui. A única diferença é que tenho que me cingir a uma sandes ou a saladas, já que não tenho micro-ondas no trabalho, só posso comer pratos frios. Tenho andado à procura de receitas para fazer saladas diferentes. Se souberem de alguma infalível, é favor mandarem-me o link..:)
 

 
"Empiricamente, a tendência poder-se-ía resumir em três parcelas: a comida da marmita é saudável, saborosa e barata. A socióloga Mónica Truninger, 39 anos, até aceita que haja, aqui, uma componente de «segurança quase ontológica». Mas a investigadora do Instituto de Ciências Sociais, de Lisboa, destaca outro aspeto - levar o almoço de casa para o trabalho «tornou-se numa prática atraente e respeitada». Mónica Truninger esclarece: poupar «é socialmente bem-visto», face á crise; aplica-se o conceito ambiental da reutilização, com o aproveitamento dos restos do jantar; os marmiteiros transformaram-se num « veículo de integração e interação, de criatividade na cozinha, de experimentação de novos produtos». É, aliás, muito do gosto português, assinala Mónica Truninger, este regresso à «ligação forte, afetiva, com a refeição». (sublinhado meu) in Revista Visão nº 988, pág. 78"

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Agora este...


Comecei o Rio das Flores. A-d-o-r-o a escrita de Miguel Sousa Tavares. E tenho quase a certeza que já li este livro. Mas ainda estou nas primeiras 30 páginas que ainda não me deram a confirmação. De qualquer das formas, tenha ou não lido, já foi há uns anos, por isso parece-me que vou levá-lo até ao fim...

Ilha Teresa, Richard Zimler


Acabei ontem de ler o Ilha Teresa de Richard Zimler. Apesar de não ter nada a ver com o que estava à espera, o livro acabou por se tornar interessante. Coloquei em prática o famoso slogan da Coca-Cola "primeiro estranha-se, depois entranha-se". Uma adolescente lisboeta de 16 anos viaja com a família para os subúrbios de Nova Iorque à procura de uma vida melhor. O livro acaba por ser o seu diário. Com dificuldades em aprender a língua inglesa e adaptar-se à realidade americana, a jovem ganha tendências depressivas. Cria, então, um mundo só seu: a ilha Teresa. Tem um único amigo: Angel, brasileiro, também com 16 anos, e gay. Os dois partilham o gosto pela escrita mas, principalmente, pela música, idolatrando John Lennon.

Com a morte do pai pouco tempo depois e uma mãe "negligente e consumista" (como se pode ler no resumo do livro), Teresa torna-se uma jovem problemática, refugiando-se na bebida. Quando toda a sua vida perde significado, decide suicidar-se. Escolhe até o dia. Mas tudo muda quando a pessoa mais importante da sua vida, Pedro - o seu irmão mais novo - decide antecipar-se.

A narrativa vai ganhando relevo talvez a partir do meio do livro. Até lá parece que falta algo que nos prenda à leitura. No entanto, à medida que vamos avançando, a história prende-nos e no final faz-nos pensar em como a nossa vida pode depender de um momento e de como a nossa atitude perante a vida pode mudar nesse momento. Para Teresa mudou, no dia 8 de Dezembro de 2009.

Um livro que vale a pena ler. Não ficou no meu top 5 mas, é sem dúvida, um bom livro. Pela escrita inteligente, por vezes sarcástica, pela capacidade de Richart Zimler de se colocar na pele de uma adolescente através da sua linguagem jovial e irreverente. Tem drama, humor e uma certa dose de romance. Uma narrativa que trata de temas como a inadaptação de uma família a uma nova realidade, a uma nova sociedade e a uma nova língua. Mas também fala da exclusão social através da homossexualidade de Angel que Teresa tenta, em vão, proteger. Recomendo.

quarta-feira, 4 de abril de 2012

127


Foi o número de degraus que subi hoje. Em alternativa às escadas rolantes do metro. 127 degraus. O exercício matinal que comecei esta semana. E o único. Não sei se adianta ou não, mas a ver pelo meu ar, quando chego ao trabalho, de que parece que corri 1h, alguma coisita deve adiantar. Então juntanto isso às saladinhas que ando a fazer, ui, que elegância...