quarta-feira, 11 de abril de 2012
segunda-feira, 9 de abril de 2012
Dia do Anjo
Lembram-se de vos falar do pic-nic do dia do Anjo lá em casa? O dia do Anjo é hoje, na segunda-feira a seguir à Páscoa. Na Póvoa há a tradição das famílias irem para o campo fazer um pic-nic. No ano passado, o meu foi assim. Este ano, está a ser a trabalhar. O familório vai todo para minha casa comer um arrozinho de frango. Eu, estou na redacção, e vou-me contentar com uma sandes de língua estufada (adoooro) ao almoço enquanto penso no arroz que, espero, me vão guardar para o meu jantar.
Estou na onda destas pessoas...
Tirado daqui. A única diferença é que tenho que me cingir a uma sandes ou a saladas, já que não tenho micro-ondas no trabalho, só posso comer pratos frios. Tenho andado à procura de receitas para fazer saladas diferentes. Se souberem de alguma infalível, é favor mandarem-me o link..:)
sábado, 7 de abril de 2012
quinta-feira, 5 de abril de 2012
Agora este...
Comecei o Rio das Flores. A-d-o-r-o a escrita de Miguel Sousa Tavares. E tenho quase a certeza que já li este livro. Mas ainda estou nas primeiras 30 páginas que ainda não me deram a confirmação. De qualquer das formas, tenha ou não lido, já foi há uns anos, por isso parece-me que vou levá-lo até ao fim...
Ilha Teresa, Richard Zimler
Acabei ontem de ler o Ilha Teresa de Richard Zimler. Apesar de não ter nada a ver com o que estava à espera, o livro acabou por se tornar interessante. Coloquei em prática o famoso slogan da Coca-Cola "primeiro estranha-se, depois entranha-se". Uma adolescente lisboeta de 16 anos viaja com a família para os subúrbios de Nova Iorque à procura de uma vida melhor. O livro acaba por ser o seu diário. Com dificuldades em aprender a língua inglesa e adaptar-se à realidade americana, a jovem ganha tendências depressivas. Cria, então, um mundo só seu: a ilha Teresa. Tem um único amigo: Angel, brasileiro, também com 16 anos, e gay. Os dois partilham o gosto pela escrita mas, principalmente, pela música, idolatrando John Lennon.
Com a morte do pai pouco tempo depois e uma mãe "negligente e consumista" (como se pode ler no resumo do livro), Teresa torna-se uma jovem problemática, refugiando-se na bebida. Quando toda a sua vida perde significado, decide suicidar-se. Escolhe até o dia. Mas tudo muda quando a pessoa mais importante da sua vida, Pedro - o seu irmão mais novo - decide antecipar-se.
A narrativa vai ganhando relevo talvez a partir do meio do livro. Até lá parece que falta algo que nos prenda à leitura. No entanto, à medida que vamos avançando, a história prende-nos e no final faz-nos pensar em como a nossa vida pode depender de um momento e de como a nossa atitude perante a vida pode mudar nesse momento. Para Teresa mudou, no dia 8 de Dezembro de 2009.
Um livro que vale a pena ler. Não ficou no meu top 5 mas, é sem dúvida, um bom livro. Pela escrita inteligente, por vezes sarcástica, pela capacidade de Richart Zimler de se colocar na pele de uma adolescente através da sua linguagem jovial e irreverente. Tem drama, humor e uma certa dose de romance. Uma narrativa que trata de temas como a inadaptação de uma família a uma nova realidade, a uma nova sociedade e a uma nova língua. Mas também fala da exclusão social através da homossexualidade de Angel que Teresa tenta, em vão, proteger. Recomendo.
quarta-feira, 4 de abril de 2012
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