sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Das boas surpresas

Aqui há umas semanas tinha-vos falado que andava a ter uma vida social e cultural muito agitada. E que tinha uma série de situações para vos falar. Hoje, apresento-vos as bandas que fui ver ao Teatro Municipal de Vila do Conde. Para falar a verdade, mal conhecia as bandas, tinham uma ou outra música que me era familiar. Mas dos cabeça de cartaz, não sabia absolutamente nada, tirando os vídeos que havia pesquisado durante esse dia já que não sou menina de ir para os concertos a zero... Pois que o primeiro concerto resultou da fusão de duas bandas: os We Trust e os Best Youth. E que fusão!! (fusão apenas para estes concertos, leia-se) Atentem nas músicas deles, aposto que conhecem:





E agora imaginem-nos a cantar juntos, músicas de ambas as bandas... Mas a maior surpresa veio mesmo com a banda cabeça de cartaz, a tal de que eu nunca tinha ouvido falar. Father John Misty. Conhecem? Primeiro fiquei logo maravilhada com a forma peculiar com que o vocalista dançava. Literalmente, estar parado não é o seu lema... Depois, adorei as músicas. Mas acho que o melhor é apreciarem vocês o vídeo, para verem o que perderam...:)

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Que desnaturada!!!

E não é que a menina aqui anda tão noutro Mundo que se esqueceu de desejar um bom ano aos seus leitores? Tenho andado desligada, eu sei, mas existem fases para tudo e, ultimamente, tenho andado numa altura em que ando com menos vontade de escrever e mais vontade de ler... Nos últimos dias - depois do Natal - retomei as minhas idas diárias para o café para pôr a leitura em dia. Sou só eu, o meu livro, e a minha música (que saudades!) E tem-me sabido pela vida. Vai daí, tenho tido menos condições para escrever... Mas acho que com a entrada em 2013 isso mudou. Com ele, veio a vontade de retomar a minha incessante procura por emprego (que acredito que há-de aparecer, mais cedo ou mais tarde), e a força para lutar por aquilo em que acredito. By the way, façam o mesmo meus queridos leitores, porque ninguém o vai fazer por vocês. Um EXCELENTE ANO para todos vocês. E continuem aqui comigo, prometo escrever-vos com mais frequência a partir de agora.

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Feliz Natal!!!

E é chegada a minha altura preferida do ano... Como eu gosto do Natal. E no meio de encomendas, confecção de presentes para as amigas e compra de prendas para os entes queridos (não muitas que estamos em crise), estou pronta para pôr os pés debaixo da mesa e começar a festejar mais uma quadra natalícia.

Um Feliz Natal para todos vocês, meus queridos leitores. Mais do que um Natal cheio de prendinhas, que seja repleto de alegria, muito amor e, acima de tudo, muitas gargalhadas. :)

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Parece que afinal não vou ter um fim de ano tão bom como eu estava à espera. Incrível como, num único dia, tudo pode mudar e deixar de fazer sentido. Venha o novo ano que este já deu o que tinha a dar...

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

No meio das artesanices, de feiras, das encomendas, de uma vida social e cultural extremamente activa (pudera, é Natal), tem havido, como já devem ter reparado, muito pouco tempo para vos dar notícias. Mas estou bem, não se preocupem. Assim que tiver um espacinho na agenda venho aqui falar-vos um pouco. Nas últimas semanas tenho ido assistir a uns concertos e a uns espectáculos dignos de registo. Hoje vai ser mais um que promete. Volto já já..:)

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Três anos

Fez ontem três anos que me deixaste. No dia 26 de Novembro de 2009 desististe de lutar, perdeste a força que tanto te caracterizava. Há três anos, olhei-te nos olhos e soube que seria a última vez. Desde então, acordo neste dia quase automaticamente triste. Sei que não gostavas que assim fosse mas é-me humanamente impossível. A dor, a imensa dor e revolta que sentia têm-se suavizado e transformado, cada vez mais, apenas em saudade. Mas mesmo essa é ainda tão forte que se torna quase incompreensível aos olhos dos outros. Só nós sabíamos não é? Só nós sabíamos como era a nossa amizade. Íamos casar aos 35 se ambos continuássemos solteiros, dizíamos na brincadeira. Um dia, por mensagem, comunicaste-me que não sabias se conseguias lá chegar. Fiquei revoltada por pensares assim. Por teres a lata de dizer isso, mas bem lá no fundo sabia perfeitamente que o mais provável era que isso fosse verdade. Como se isso fosse possível, tornámos-nos ainda mais próximos nos últimos dois meses, como se quiséssemos aproveitar os momentos que ainda tínhamos juntos. Tratei de ti, o melhor que pude, para que te sentisses o mais confortável possível. Partiste, mas continuas aqui, como uma estrelinha a guiar-me. Tenho muitas saudades tuas.