segunda-feira, 11 de março de 2013

A 'botar faladura...

...no blog da Hands With Art e a pô-lo bonitinho para as visitas..:)

Virus free?

Pois que fui fazer as análises um mês depois de me terem diagnosticado o vírus. Resultado? Ainda cá anda o maldito. #**$%#%&##""

quinta-feira, 7 de março de 2013

Os Homens que Odeiam as Mulheres

Pois é, não consegui aguentar mais. Ontem, enquanto devorava o final do livro tentava, ao mesmo tempo, prolongar a história e tentar inventar mais algumas páginas para ver se não acabava, mas não deu mais. Chegou ao fim e senti um vazio. Estava verdadeiramente vidrada naquela escrita. O ritmo que o escritor incutiu ao livro desde meio da história era alucinante. Não dava para parar, apetecia sempre ler mais uma página, e mais outra, e mais outra. Muito, muito bom, senhor Stieg. A vontade que tenho agora é de ir a correr a uma livraria e comprar os outros dois da trilogia. Mas, por um lado, acho que merecem uma pausa entre cada um, correndo o risco de, desmerecidamente, me cansar de policiais lendo três seguidos (eu, que não tenho grande hábito de ler policiais). Já para não falar que ouvi dizer que o segundo não era tão bom, mas o terceiro era fabuloso. Portanto, ao lê-los tão seguidos talvez gostasse ainda menos do do meio. Por outro lado, a vida está difícil - como todos sabemos - e os livros não são propriamente baratos (este comprei-o a 40% de desconto). Mas, a seu tempo, não me escapam.

Afinal era um vírus...

Há cerca de um mês falei-vos muito por alto que andava a recuperar de um vírus. Pois é meus amigos, mal vocês sabem do susto que apanhei até saber o que realmente tinha. Durante dois dias andei uma pilha de nervos depois de ter ido buscar umas análises cujos resultados estavam completamente alterados. Claro que, à minha frente, toda a gente que percebia minimamente da 'poda' disfarçava dizendo que não devia ser nada de especial. Pois sim... Mas mandam-me de urgência para a hematologia do Pedro Hispano... Depois de repetir a análise, fiquei a saber que se tratava apenas de um vírus. Estava com as defesas muito em baixo, tinha que ficar de quarentena, mas...era apenas um vírus.

Tenho a vantagem de ter uma amiga médica que me explicou o que aconteceu - e de seguida a minha médica de família confirmou - porque, até saberem o que eu tinha, ainda apanharam um valente susto. Passo a explicar. Vai-se a saber e, nas minhas análises, apareciam umas células denominadas de blastos, o que poderia querer dizer que eu estaria com alguma espécie de leucemia. Bem, eu estava assustada, achava que tinha alguma coisa, mas não fazia ideia disto, toda a gente disfarçou muito bem à minha frente. Felizmente, no Pedro Hispano rapidamente despistaram este valor e viram que estava errado. A verdade é que foi um erro no laboratório, não fizeram a análise correctamente e, às custas disso, durante dois dias pensei que ia desta para melhor.

Claro que chamei muitos nomes ao pessoal do laboratório mas, enfim, estas coisas acontecem. Sempre, desde que me conheço, fiz lá análises, a minha família também e nunca nos apercebemos de qualquer má conduta da parte deles. E a verdade é que este é um laboratório conceituado aqui na Póvoa. Mas, caramba, leucemia??? Podiam ser mais meigos no erro não?? Já convivi muito de perto com essa doença, quase fujo quando se fala dela, portanto dispenso verdadeiramente tê-la perto de mim outra vez sim? Escusado será dizer que me mandaram fazer novas análises passado um mês, mas noutro laboratório. E é assim que se perde um cliente, ou vários...

terça-feira, 5 de março de 2013

Sabem aquelas alturas em que estão a ver um filme espectacular, que não querem perder pitada, mas estão aflitos para ir à casa de banho mas têm medo de perder uma parte importante e o intervalo nunca mais vem mas chega uma altura em que não aguentam mais e ficam furiosos por o xixi aparecer nas piores alturas porque uma cena importante acaba por acontecer mesmo? (agora quase fiquei sem fôlego a escrever sem vírgulas, mas foi para dar mais velocidade e emoção à cena) Eu fico assim quando estou a ler o livro e tenho de ir fazer alguma coisa que me obriga a parar de o ler. Nessas alturas sinto-me uma criança a quem tiraram o brinquedo... Eu sei que é um livro, e que as letras não vão fugir de lá, mas há alturas em que estamos tão concentrados na história, em que o personagem está, naquele preciso momento a descobrir uma coisa importante, em que parece que estamos a ver como num filme a cena que está a acontecer e pumba!, temos de fechar o livro e ficar a saber o que vai suceder só amanhã. Há muito que não sentia isso num livro, confesso. Também é verdade que não tenho por hábito ler policiais. Mas ainda me faltam umas 100 páginas e já estou a pensar como raio é que vou conseguir escolher o próximo livro depois de ler este?? Parece-me que vou ter que ir a correr comprar o resto da trilogia para resolver o problema...

Entretanto, apercebi-me de manhã que o senhor Stieg Larsson já não está entre nós e fiquei muito chateada. Acho que senhores que escrevem desta maneira deviam ser imortais.

Hands With Art

Quem é que por aqui ainda não visitou a Hands With Art no Facebook? Ai ai ai, acho que alguém anda a falhar..:)

"Os homens que odeiam as mulheres"

Vou a pouco mais de meio do livro e estou a ficar completamente viciada. Até agora a narrativa era interessante mas ainda muito descritiva. Nota-se que o escritor nos está a dar a conhecer factos importantes para explicar tudo o que vai acontecer de seguida. Mas chega uma altura em que, quase de repente, a história começa a desenrolar-se a um ritmo bem mais acelerado e bastante mais interessante. Como sabem, este livro é considerado um dos melhores policiais que por aí andam e eu, apesar de ainda não ter lido muitos, começo a compreender esse epíteto. Estou numa fase do livro em que não consigo parar de ler - qualquer recanto ou qualquer minuto é motivo para ler mais uma página - porque parece que de cada vez que folheio mais uma página há mais uma nova informação bombástica. Já para não falar da escrita do Stieg Larsson que tem, sem dúvida, um papel preponderante para prender o leitor. Eu sei que ainda vou a pouco mais de meio e que o livro tem umas 500 páginas. Mas pelo andar da carruagem nos últimos dias, acho que não tarda muito e já posso dar uma opinião final sobre a narrativa.