quarta-feira, 13 de março de 2013

Uma insónia e um funeral

Tive um funeral hoje de manhã. Mas não era para ir. Porque desde que o Tó partiu que tenho vindo a fugir deles como o diabo da cruz. Fiquei com aversão mesmo. Talvez compreendam o porquê se lerem este texto que escrevi há uns tempos. Ainda há pouco tive o funeral da avó de uma das minhas melhores amigas e não consegui lá ficar. Dei-lhe um beijo e vim embora. Mas desta vez era difícil conseguir fugir. Era a avó de quatro (??) grandes amigos e, se fosse só ao velório, corria o risco de não os encontrar a todos para lhes dar um abraço. Vai daí, ontem comecei a 'panicar' porque iria ter que ir ao funeral. Resultado? Uma insónia daquelas. Não preguei o olho a noite inteira. Vêm à baila recordações daqueles dias horríveis e intermináveis, daquelas noites sem dormir e dos olhos inchados de tanto chorar. Do dia em que olhei para ele e soube que não o ia voltar a ver.

Mas acabei por ficar no funeral, abstraí-me um pouco, convenci-me de que hoje, a dor era deles. Hoje são eles que precisam de apoio. E eu lá estarei para o que der e vier.

100

Ontem tive nada mais nada menos que 100 visitas no blog. Fiquei contente, claro está, até porque raramente isso aconteceu nos 2 anos de existência (a propósito, ainda não escrevi sobre os 2 anos aqui do estaminé), mas fez-me pensar sobre qual o assunto que vos suscitou tanto interesse. Bem, ontem só publiquei duas vezes e antes de escrever a segunda já ia em 90 visitas... Isso leva-me à conclusão que foi o Justin Bieber que andou aqui a fazer revolução... Hum...interessante...

terça-feira, 12 de março de 2013

O livro que se segue...


Já comecei a ler este "Para a minha irmã" da Jodi Picoult. Uns pais com uma filha cancerosa decidem ter outro filho para salvá-la. À medida que a criança vai crescendo, apercebe-se da razão por que nasceu e, sentindo-se rejeitada e excluída pela família, decide processar os pais por a obrigarem a passar a vida no hospital para ajudar a irmã mais velha. Não sei muito mais. Mas parece-me que esta história vai mexer mais comigo do que estaria a contar. O facto de eu ter perdido um melhor amigo com a mesma doença que tem a personagem do livro - um linfoma - vai fazer, provavelmente, com que me reveja na história em algumas situações. Mas será, espero, de uma forma positiva. Todos os motivos são bons para recordar. E, segundo sei, este livro é uma lição de vida para muitos. Será também para mim, espero.

Ahahahaha Tão felizes que elas estão!!!


segunda-feira, 11 de março de 2013