segunda-feira, 22 de abril de 2013
Fim-de-semana na terra dos Ovos Moles
O fim-de-semana foi por terras aveirenses. Aproveitei a ida lá a trabalho na sexta e acabei por ficar até domingo. Deu para rever amigos, matar saudades de uma das melhores amigas e espairecer um pouco. Mudar de ares que bem precisava. Dancei, vi um concerto que já há muito queria ver, conversei muito, ri muito, cozinhei até... Dormir é que nem por isso. Mas valeu muito a pena. Esta é a semana do fecho da revista. Para já tudo calmo. Quinta que é feriado é que já não sei se direi o mesmo...
Concerto no Sábado
...do Rui Veloso...
...convidou Jorge Palma...
...e Tiago Bettencourt...
preciso de dizer mais alguma coisa???
A-D-O-R-E-I
...convidou Jorge Palma...
...e Tiago Bettencourt...
preciso de dizer mais alguma coisa???
A-D-O-R-E-I
quinta-feira, 18 de abril de 2013
Quase acertou...Quase...
"A menina deve ter mais ou menos a minha idade. Deve estar entre os 30 e os 40 anos."
Tá certo...
quarta-feira, 17 de abril de 2013
Variar no almoço
Eu e uma colega cá do trabalho andamos a trocar receitas de saladas. Como a vida não está fácil e o salário também não é dos melhores, convém poupar o máximo possível. E trazer o almoço de casa é uma das melhores tácticas. Basta fazerem as contas e verão que eu tenho razão. No entanto - e não tendo micro-ondas na redacção - torna-se um pouco complicado variar nas refeições para não corrermos o risco de ficarmos cansados da nossa comida e começarmos a facilitar indo ao café (com a desculpa de que é só de vez em quando). Então, eu e a minha colega temos andado a trocar umas receitas de saladas frias e a coisa vai-se compondo e até tornando-se divertida. Também há a possibilidade de trazer sandes mas comer sempre pão também não convém. Assim sendo, a coisa para estes lados hoje foi mais ou menos assim:
Cozi a massa de laços (ou Farfalle, como preferirem) juntamente com as ervilhas e um pouco de bacon cortado aos bocadinhos (apenas o suficiente para dar sabor). Aproveitei um pouco de carne que tinha sobrado do jantar lá de casa e cortei-a aos pedacinhos. Piquei salsa e meio dente de alho. Acrescentei oregãos (adooooro oregãos), um pouco de azeite e vinagre balsâmico para temperar. Et voilá.
Tenho a dizer-vos que me soube muito bem. Ficou uma refeição muito económica, ainda para mais se pudermos aproveitar a comida que tenha sobrado de alguma refeição anterior.
Se houver por aí alguém que também não saiba como variar nas refeições que leva para o trabalho e achar este post útil basta dizer. Posso começar a colocar aqui umas receitas. São ideais para quem, como eu, só dá uns toques na cozinha e cujo tempo também não é muito abundante..:)
Editorial
Continuando a mostrar-vos um pouco mais do meu trabalho, deixo-vos também aqui o editorial que escrevi para a revista onde trabalho, em Abril de 2012. Curiosamente, foi há um ano, mas continua perfeitamente actual...
"Compre
o que é nosso
Temos ouvido falar em
exportação e internacionalização para fugir à crise. Em empresas que resolveram
apostar no estrangeiro porque Portugal não chega para evoluir. Mas essa
evolução deve começar de dentro. Temos que ser nós a valorizar-nos primeiro
para lá fora acreditarem no nosso potencial.
Mas talvez ainda não
tenhamos pensado nas coisas como elas são. Dizemos, é verdade, mas não as
colocamos em prática. Então, que dizer do nosso clima? Que dizer do nosso
turismo, do nosso Douro, das nossas praias, da nossa agricultura, do nosso
povo, não esqueçamos do nosso povo simpático e hospitaleiro! Aquele que, dizem
os entendidos, tem uma facilidade impressionante em aprender e falar várias
línguas e, dessa forma, receber os nossos turistas de braços abertos como só o
português sabe. E que dizer da nossa gastronomia? Do nosso peixe, do nosso vinho,
do nosso azeite…? Não teríamos nós, se munidos de uma gestão eficiente, mais
que motivos para quase subsistirmos por nós próprios?
As ideias começam a
surgir. O projecto “Compro o que é nosso” nasceu precisamente com o intuito de
dar valor, divulgar e enaltecer Portugal e os produtos portugueses. Agora,
resta espalhar a ideia, acreditar nela e aderir ao projecto. A Associação
Empresarial de Portugal, lançou esta campanha de forma a criar “Valor
Acrescentado em Portugal” com a assinatura “Compro o que é nosso”. Com este
apelo à consciência cívica de consumidores, empresários e trabalhadores para
comprarem os nossos produtos será possível criar mais emprego, mais riqueza e
mais desenvolvimento económico, o que, consecutivamente, trará mais
competitividade, mais qualidade e maior confiança no que é português.
O “Movimento 560”, criado
com o mesmo intuito, incentiva todos os portugueses a prestarem mais atenção ao
código de barras na altura da compra. A grande maioria dos produtos feitos em
Portugal ou de marcas portuguesas iniciam o código de barras com o número 560,
seja qual for o tipo de produto, o que torna mais fácil a sua identificação.
Que
precisamos de saber mais para consumirmos os nossos produtos? Haverá melhor
forma de estimular a economia portuguesa e combater a globalização? Sejamos
portugueses, tenhamos amor à nossa Pátria como sempre tivemos e, com certeza, a
balança comercial irá melhorar. Aníbal Cavaco Silva disse recentemente aos
portugueses: “Nesta hora, que é tão decisiva para o nosso país, não deixem de
olhar à origem dos produtos que compram e, sempre que possível, comprem os
produtos portugueses”.
Editorial de Abril de 2012, publicado na Revista Portugal Inovador
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