terça-feira, 12 de julho de 2011

Reservado! :)


Pois é, ainda agora comecei com os meus trabalhos manuais e já tenho a minha primeira cliente! Este gatinho está reservado.:)

Quando o emprego não nos aparece, há que experimentar outras vertentes...para já, ando a tentar saber se tenho jeito para os trabalhos manuais. E parece que não anda a correr nada mal. Uma coisa é certa, faço tudo com o gosto e a dedicação que faria se fosse para mim. E em breve, terei novidades fresquinhas.:)

Para já, apreciem estas bonitas flores e este gatinho ou reservem, se preferirem.:)

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Novas experiências :)

Depois desta primeira experiência, eis que surgem mais algumas. E não é que começo a ter algum jeitinho? Super giras para colocar na carteira, ou com um top básico, é só dar largas à imaginação. Ideal para oferecer como prenda sem gastar muito dinheiro (e em tempo de crise convém mesmo não gastar muito). Quem quer comprar estas coisas giras, quem quer? Faço um óptimo preço :)



3 Hands





3,5 Hands

Para mais informações enviar email para handswithart@gmail.com

O tal churrasco...

O S. Pedro foi um porreiraço e deu-me uma óptima tarde de piscina no Sábado. O sol espreitava de vez em quando para nos aquecer (já que a água da piscina não estava propriamente quente), proporcionando-nos um agradável churrasco com um excelente grupo. Um grupo animado e divertido onde a boa disposição foi o mote. A repetir, sem dúvida.

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Oh S. Pedro, logo este fim de semana que tenho um mega-churrasco, com direito a piscina e tudo, trazes-me esta chuva chata que parece que estamos no início do Outono? Vá lá, sê amiguinho e dá-me um sol radioso amanhã...

Sobre o livro que estou a ler

Muitas vezes me perguntam como consigo ler este género de livros, tão pesados. A verdade é que gosto de ler sobre todos os temas. Desde aqueles romances levezinhos, de ler na praia, até biografias, policiais, ou mesmo este género de livros.

Este "Sem ti, eu não existo", de Melissa Fay Greene, fala de uma mulher etíope que, depois de perder o marido e uma das duas filhas com tuberculose, cai na depressão e só se levanta quando começa a recolher crianças órfãs, que perderam os pais, vítimas da sida, ou abandonadas por eles pois não tinham condições para os sustentar ou estavam a morrer com a doença. Eram múltiplas as razões para que essas crianças fossem deixadas ao cuidado de Haregewoin, mas independentemente das causas, esta mulher nunca recusou uma criança e acabou fazendo da sua própria casa um orfanato. Estas crianças passaram a ser a família que ela tinha perdido e ajudaram-na a dar outro sentido à vida.

Tenho lido este livro muito devagar. É um livro um pouco pesado e portanto tenho tentado lê-lo com muita calma. É pesado, principalmente por sabermos que é real. A Etiópia, para além de ser um dos países mais pobres do mundo, é também um dos territórios onde há um maior número de vítimas da sida. E impressiona saber que, Haregewoin, uma mulher da classe média na Etiópia, abdicou do poder económico que tinha e que lá é de louvar, para ter a coragem de abrigar crianças carenciadas, algumas delas muito doentes, mas nem assim desistiu, contando com a ajuda de vizinhos e amigos para manter o orfanato.

E ainda ontem, enquanto lia algumas páginas do livro parei para pensar em como louvo o facto de ter nascido neste cantinho de Portugal. Apesar de muita coisa, somos abençoados por sermos portugueses. E fez-me pensar também que, realmente, estamos sempre a queixar-nos por coisas que não valem a pena. Fez-me pensar o quão mesquinhos conseguimos ser, mesmo inconscientemente. E é por isso mesmo que também gosto de ler este género de livros. São muito pesados mas é este o poder que eles têm. Têm o poder de nos fazer parar para reflectir e dar valor às pequenas coisas.

Enfim, ainda nem a meio do livro cheguei e já estou com estes pensamentos, imagino quando chegar ao fim.

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Dia tranquilo

Ora, passamos do 8 para o 80... Os primeiros dias da semana andei uma roda-viva, com o portátil atrás de mim para tentar adiantar textos no metro. Hoje, que é o fecho da edição, já não sei o que fazer mais. Os textos estão todos enviados e só falta uma aprovação. E como ainda não estão agendadas entrevistas para a próxima edição, hoje vou fazer "niente". Lá está. O descanso mais que merecido do guerreiro. E a sensação de missão mais que cumprida! :)

Caminhada - Day 3

50 minutos sempre a andar. Nada de exercícios adicionais. E que bem que soube. É remédio santo para um sono tranquilo.:)