Nunca achei grande piada ao Halloween. Para mim, é só mais um pretexto para estar com os amigos, já que é feriado no dia a seguir. Desta vez, não vai ser excepção. Apesar de adorar fantasiar-me no Carnaval, não acho grande piada mascarar-me de bruxa na noite de hoje. Talvez por não haver grande tradição para estes lados. No entanto, sempre tive grande vontade de fazer a experiência do trick or treat aqui na Póvoa. Mas acho que não iria ganhar grandes doces...
Com o meu estado de desempregada e a minha nova aventura com o artesanato, pois que não sei para que lado me virar...Ora ando na procura de emprego, ora ando atarefada com a confecção de peças giras para vender no Natal. E, pelo meio, os meus queridos familiares e amigos vão-me enviando ideias e mais ideias de fotos, e blogues e sites e coisas que tal, de artesanato. E eu não sei por onde começar. Quando escolho fazer uma peça, demoro uma eternidade a escolhê-la no meio de tantas outras. Quando a acabo, o ritual é outra vez o mesmo. Quase demoro mais a escolher que peça fazer a seguir, do que o tempo que demoro a confeccioná-la...
Enfim, o que importa aqui é que ando entretida, a gostar do que estou a fazer e a colher frutos com isso. A próxima etapa é, sem dúvida, aprender a usar a máquina de costura que está paradinha aqui em casa e a pedir para ser usada. Dizem que é fácil. Vamos a ver...
...e eu com frio porque acho que estou a ficar assim.:(
Sobre este post, muito resumidamente (e vagamente também porque aqui na blogosfera as paredes têm ouvidos), eu passo a explicar. Não estava a ser gozada mas também a pessoa a que eu me referia não estava completamente inocente. Mas isso agora também não interessa para nada. O que importa é que a conversar é que a gente se entende e desta vez não foi excepção. As coisas ficaram esclarecidas e eu também. Pronto.
E as respostas a ofertas de emprego estão em grande hoje!!!
Confirma-se...Aqui na Póvoa deve ter sido o fim do Mundo ontem. Hoje, quando saí de casa, parecia que a cidade estava a acordar de um terramoto...As ruas todas enlameadas a serem limpas, as lojas fechadas, mas de portas abertas, para limpar e contabilizar os estragos. O café que costumo frequentar não tinha luz. Enfim, se aqui foi assim, imagino pelo país fora. Esperemos tão cedo não ter outra tempestade destas...
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
A minha terrinha parece uma cidade submersa. Acredito que o mal é geral, que se propaga por todo o país, mas ver (ou melhor, ouvir dizer, porque fiquei em casa de tarde já a imaginar o dilúvio) tudo aqui tão pertinho é impressionante. A mãe natureza está mesmo zangada, e o pior é que bem nos tem avisado. A semana anterior que tivemos e a que estamos a ter agora... Parece de loucos, mas é bem verdade. E sinto um aperto no coração cada vez que sei de algum amigo que está a sair do emprego e a ir para casa agora. Tenho muito medo de acidentes e, por mais cuidado que se tenha, nestas alturas, só o cuidado não chega. Enfim, é esperar que corra tudo bem e que os amigos que sei que estão em viagem cheguem a casa sãos e salvos. E o pior é que a meteorologia promete um temporal ainda pior durante esta noite. Portanto, nada de noitadas hoje, hein? Tudo deitadinho na sua caminha a dormir que amanhã também é dia.:)
terça-feira, 25 de outubro de 2011
Já andava há uns tempos a tentar arranjar uma bolsa para o meu mp3 porque é algo que anda sempre, mas mesmo sempre comigo e porque não gosto de o ver solto na minha carteira. Sendo assim, e porque ando numa de experimentar até onde vou nos meus artesanatos, resolvi tentar fazer uma bolsa para o meu mp3. E aqui está ela. Acho que ficou gira e simples, mas ao mesmo tempo original. Tal como eu queria. E vai já para a "loja" da Hands With Art.:)
"É característico, na região de Entre Douro e Minho, o calçado de madeira designado por tamancos e socas. Para além do seu carácter utilitário, fazem parte integrante do "traje" do Alto Minho (traje de trabalho e de domingar), sejam as características "Chinelas" da lavradeira, bordadas a cores, ou as "clássicas" secas em que o cabedal é entaxado no pau, aplicando-se uma tira de couro."
Está um óptimo dia para ficar no ninho a ver um bom filme, ou série, ou a ler um bom livro acompanhado de boa música, ou mesmo a dormir uma sesta no sofá (já que a noite não foi muito famosa). Enfim, o Outono está a dar o ar da sua graça e eu confesso que já tinha saudades deste tempo. Apesar da preguiça, acho que vou adiantar-me no meu artesanato, preparando-me para muitas encomendas no Natal (pensamento positivo, né?)
Há cerca de 16 anos saí do colégio de freiras onde estudei na primária. Desde então, nunca mais peguei numa agulha e numa linha para fazer croché, mas sempre tive curiosidade em saber se ainda me lembrava de alguma coisa. Esta semana voltei a experimentar, e cheguei à conclusão que a irmã Mateus ainda me deixou alguma herança e que fazer croché é como andar de bicicleta, nunca se esquece, e é completamente viciante! Pena o mesmo não acontecer com as aulas de piano que tive (gostava de me lembrar de alguma coisa)
Ontem fui, toda contentinha, ver o jogo ao Dragão. Este é o balanço dos 90 minutos de jogo que eu vi:
Pena não ter levado um lencinho branco para abanar para o meu querido treinador;
Valeu a claque do Apoel: afinadinha, sempre em sintonia, com músicas variadas, e a fazer mais barulho que a nossa própria claque. Parecia que eram eles que estavam a jogar em casa;
Agradeço, mais uma vez, ao meu tão querido treinador, por ter acabado com a garra, o espírito de equipa e a vontade de vencer que estava mais que incutida nos jogadores e que ele fez o milagre de apagar;
A maior parte das vezes, parecia que estava a ver um jogo em câmara lenta, dando-me vontade de me atirar para o campo e correr por eles, tal era a inércia (volta Falcao, Lisandro, Lucho, porque nos deixaram..?);
E claro que, num balanço destes, não me poderia esquecer do grande árbitro do jogo que, para além de ter dado um amarelo a quase todos os jogadores do Porto, não deixava a bola correr marcando faltas por tudo e por nada. (Mas, verdade seja dita, não sei qual das equipas deu mais porrada)
E pronto, é este o meu balanço. Vale sempre a pena ter ir ver o jogo ao estádio, mas agradeço que para a próxima o espectáculo seja um bocadinho mais interessante e menos sonolento... (e com outro treinador também era bom...)
Digo-vos uma coisa: que dia mais comprido!! Bem, começando pelo princípio, o TED não foi nada do que eu estava à espera... Tendo em conta que este é um evento que tem como grande objectivo inspirar as pessoas, pensei que os temas dos oradores iriam ser um pouco mais abrangentes do que foram propriamente.
Falaram-se muitos temas e de temas muito específicos. Falou-se de ossos, de artistas artificiais, de dança, de voluntariado, de ciência e política, de tudo um pouco. Não houve um que me agradasse especialmente. Mas houve vários que gostei de ouvir. Não vou ser demasiado detalhada, mas vou enumerar os que me agradaram mais.
Eugénia Cunha (Professora Catedrática de Antropologia na Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra) com o tema "Ossos"
Não é que eu goste propriamente de ossos, mas gostei da apresentação por ser precisamente um tema que não domino. Falou de ossos de pessoas já mortas, de ossos que, depois de estudados, podiam ditar a causa da morte de uma pessoa e mostrou alguns casos práticos, o que tornou apresentação relativamente interessante.
Leonor Barata (Bailarina) com o tema "O presente da dança"
Agradou-me especialmente a paixão com que ela falou da sua arte.
Leila Marques Mota (Médica e ex-atleta paralímpica) com o tema "Da (d)eficiência à eficiência"
Leila é médica e foi atleta paralímpica. Não tem um braço. Contou a sua história de vida e a forma como, mesmo tendo as suas limitações, alcançou os seus objectivos de vida porque acreditou que era capaz.
José João Rodrigues (grande promotor da salinicultura da Figueira da Foz) com o tema "Sal, tal qual"
Gostei muito porque nos mostrou, numa apresentação rápida (o homem tinha um pedal!) as várias formas de se utilizar o sal. Mostrou que, através de uma rede de pessoas e, consecutivamente, de produtos, o sal e as salinas podem ser usados para várias finalidades.
André Boto (Fotógrafo), com o tema "Uma nova era na imagem digital"
Mostrou-nos como se pode fazer arte, através da fotografia.
Fernanda Freitas (Jornalista e Presidente Nacional do Ano Europeu do Voluntariado 2011), com o tema "Voluntariado"
Confesso que não era grande apreciadora da Fernanda Freitas, mas também confesso que me surpreendeu muito pela positiva. Foi falar sobre o Ano Europeu do Voluntariado e de como todos nós, de alguma forma, já fomos voluntários sem sequer nos apercebermos disso. Falou da sua paixão como voluntária há já vários anos e de como essa "profissão" a preenche.
JP Simões (Cantor e Compositor) com o tema "Onde mora o mundo"
Leu-nos um texto que nos pediu para o ouvirmos como se tivéssemos a ouvir um conto. Adorei. Sobre ele, só tenho a dizer uma coisa. Mais do que o texto propriamente dito, que já por si era muito bom, marcou-me a sua voz ao contá-lo. QUE VOZ!!
Marisa Matias (Cientista e Deputada no Parlamento Europeu) com o tema "Ciência e Política, do lado de lá e do lado de cá"
Deixou uma mensagem: independentemente do partido a que pertençamos, não podemos baixar os braços, devemos unir-nos e vencer a inércia para ultrapassarmos esta crise.
Rodrigo Moita de Deus (Director-Geral da NextPower) com o tema "A culpa é das universidades"
Talvez um pouco faccioso - ao falar das universidades públicas e privadas, dos inúmeros cursos que existem mas não têm alunos, do dinheiro que custa um "aluno público" e um "aluno privado",- mas o seu discurso foi tão convincente que nos deixou a todos a pensar.
Muitos mais oradores fizeram parte do painel, mas estes foram os que mais gostei e que se destacaram, cada um pelo seu motivo. No geral, valeu a pena, apesar de não ser nada do que eu estava à espera.
O tema era "E se os pensamentos voassem..." e os meus voaram, juntamente com um aviãozinho de papel que nos ofereceram para atirar no fim...
Farias 25 anos, se fosses vivo. Iríamos fazer uma festa para comemorar o teu dia. Todos os teus amigos te iriam dar os Parabéns, uns de forma mais efusiva que outros, mas o dia era teu. Hoje, o dia continua a ser teu, mas tu já cá não estás para te darmos os parabéns. Mas nós continuamos a lembrar-nos que este é o teu dia. E recordamo-lo com saudade.
Partiste muito cedo, com 23 anos, porque um linfoma ditou que assim fosse. Tiveste cerca de 6 anos a lutar, mas os milagres não existem e deixaste-nos. Cedo, muito cedo. Mas, mesmo assim, tive a sorte de te ter tido como um dos meus melhores amigos. Tive a sorte de morar contigo dois anos nos tempos da universidade (estavas a tirar Negócios Internacionais), tive a sorte de ser a tua confidente e ainda, em tons de brincadeira, prometer casar contigo aos 30 anos, se ambos estivéssemos sozinhos nessa altura. E, um dia, pouco antes de partires, mandaste-me uma mensagem, num momento de fragilidade, que dizia "Acho que não consigo chegar aos 30 para casar contigo".
Pouco falavas da doença, poucos sabiam dela na universidade, e a poucos dizias o quanto estavas farto dela e o quanto a odiavas porque não te deixava viver a tua vida. Nem à tua mãe, nem à tua irmã. Muito menos à tua mãe e à tua irmã. Porque não as querias ver sofrer. Mas elas sabiam e vinham falar comigo e pediam: fala com ele, só contigo ele desabafa sobre a doença. E eu ia, e tu desabafavas. E choravas. E, às vezes, eu chorava contigo, já a pensar na falta que me irias fazer.
Em fins de Setembro, inícios de Outubro, desistiram de ti, diziam que o tratamento já não ia adiantar. Que não duravas mais de 3 meses. E a tua mãe, recusando aceitá-lo, continuou a "correr mundo" à procura de um hospital, fosse onde fosse, que aceitasse tratar-te. Enquanto isso, equipou o quarto dela com uma cama de hospital, colocou em cima da cómoda - que estava mesmo em frente a ti - fotografias tuas com as pessoas mais importantes da tua vida. E lá estava eu, a sorrir ao teu lado (ainda me lembro quando a tirámos, num S. Pedro, em minha casa).
Eu tinha deixado de trabalhar nessa altura (hoje digo, felizmente), e estava a acabar a minha Tese de Mestrado. A tua mãe tinha que trabalhar, a tua irmã, tinha que ir para as aulas. E eu, tinha que ficar contigo, pelo menos enquanto uma delas não chegasse. O meu maior medo quando ficava sozinha contigo era que algo te acontecesse, que te faltasse o ar, que te sentisses mal, porque não iria saber o que fazer. Mas nunca aconteceu nada disso e eu pude ficar contigo sempre. A única coisa que me pedias era que te fizesse festinhas na cabeça, enquanto víamos televisão, ou no braço, para adormeceres. Em todos esses momentos, mesmo sabendo que estavas cada vez mais frágil, nunca me passou pela cabeça que estavas frágil o suficiente para nos deixares.
Um dia, tinha combinado com a tua mãe ir para o pé de ti no fim de almoço, para a tua mãe ir trabalhar. Quando me abriu a porta, abraçou-se a mim e começou a chorar. Em momento algum tinha visto a tua mãe chorar. E disse-me: "Ele está mesmo mal, não quer ver ninguém. Para imaginares como ele está mal, nem a ti ele quer ver." Mas eu sabia que no fundo aquilo não era verdade. Quando subi, começaste a chorar. E estavas frágil, muito frágil. A tua mãe saiu, mas não por muito tempo. Decidiu que te ia levar ao IPO porque não estavas mesmo nada bem, estavas com muitas dores. Mas deu-te um medicamento e ficámos à espera que fizesse efeito para poderes ir o mais confortável possível na ambulância para o IPO. Antes de ires, abracei-te, e aquele foi o único momento em que eu tive noção que não te ia voltar a ver.
Lembro-me de ter pegado no carro e ir para a beira do mar chorar. E de chegar a casa e chorar dizendo à minha mãe que tu estavas mesmo mal e ias morrer. A tua irmã, enquanto eu jantava, implorou-me para ir ter com ela ao IPO porque precisava de mim. Assim fiz. Quando lá cheguei, antes de entrar, recebi uma mensagem da tua irmã a dizer o que eu mais temia.
A partir daqui não há muito mais a dizer, e eu não quero recordar muito mais porque foram momentos ainda mais dolorosos. Porque nos deixaste, porque já não estavas connosco.
Esta foi a música que pediste que fosse tocada no teu funeral. Ironia. A música chama-se "No Surprises". Para ti, já não era surpresa nenhuma que irias partir mais cedo ou mais tarde. Foi um momento muito emocionante, este em que passou a música. Mas tinha que acontecer, porque tu pediste.
Hoje era o teu dia, e esta é a homenagem que te posso fazer. Se estivesses aqui comigo, dava-te os Parabéns, com um abraço apertado e dir-te-ia gosto muito de ti.
Melhor do que explicar o que é o TED, mostro-vos o que é o TED. Um evento que junta gentes de todas as áreas que têm algo de interessante a contar sobre a sua vida e como atingiram o sucesso de forma a inspirar quem os ouve.
Esta é a apresentação que Elizabeth Gilbert, autora do best-seller "Comer, Orar, Amar", fez nesta espécie de conferências. Vejam, inspirem-se e, se vos interessar, podem perder-se com imensos Tedtalks aqui.
É já amanhã que os meus "pensamentos vão voar" no TedxCoimbra. E espero que voem para bem longe e que me tragam uma ideia fantástica e luminosa. Depois conto como foi.:)
(Que me perdoem aqueles que estão a trabalhar mas) o meu sentimento quando estava a ouvir o 1º Ministro a falar do Orçamento de Estado para 2012 era: eu espero, sinceramente, que ele me faça todos estes cortes que está a prometer para o ano que vem, no meu salário. É sinal que estarei a trabalhar, que terei um contrato de trabalho e que não estarei na situação de desempregada que estou neste momento. Sim, eu não me importo que me tirem o subsídio X e o 13º mês e mais o que vier, é sinal que já não andarei à procura de uma porcaria de um emprego. Se estou chateada? Neste momento estou. E se daqui a 5 anos me disserem que me vão tirar um subsídio Y ao meu ordenado, pois claro que ficarei chateada também, mas neste momento, neste preciso momento, o meu pensamento é mesmo este. Tirem-me, para o ano, os subsídios. Ao contrário do resto do país, eu ficarei contente porque estarão a tirar-me uma parte do dinheiro que eu neste momento não recebo de lado nenhum. E é isto que eu tenho a dizer sobre o OE 2012. Será que sou só eu a pensar assim?
Ainda estou no início mas já estou rendida a Charles Dickens e ao seu Oliver Twist...
Acabei de ler aqui que daqui a 2 meses e 12 dias é Natal...Ao mesmo tempo que sinto mais de 30 graus a fazerem-me derreter como nunca...Este tempo está mesmo de loucos. Qual Brasil qual quê!
"Os Lenços de Namorados representam uma expressão poética e artística utilizada pelas raparigas do minho, em idade de casar. De forma quadrada (em linho ou algodão) fazia parte do traje típico feminino, mas tinha outra função: a conquista, pela rapariga do jovem por quem se apaixonara. Depois de entregue ao homem amado, este seria usado em público se o amor fosse correspondido."
Foi uma selecção apagada a que vi hoje contra a Dinamarca. Sem dúvida, o pior jogo desde que Paulo Bento está à frente desta equipa. Faltou a garra que já parecia estar interiorizada após a saída de Queiroz. Faltou a sabedoria de um Figo, a qualidade de um Cristiano Ronaldo quando está para aí virado, a segurança de um Ricardo Carvalho,- que gosto tanto mas que ditou o seu fim na selecção com aquela parvoíce -, a garra de um Fábio Coentrão que não vejo a hora de o ver bom para correr aquele campo cheio de vontade de vencer...
Já se sabe, é o nosso triste fado, Portugal tem que sofrer até à última. Venham os play-offs para garantirmos a nossa presença no Europeu. Uma coisa é certa, mesmo sofrendo até à última, vamos marcar presença e talvez surpreender em 2012.
"Ninguém quer morrer. Mesmo as pessoas que querem ir para o céu, não desejam morrer para lá chegar. No entanto a morte é o destino que todos compartilhamos. Jamais alguém conseguiu escapar. E ela é exactamente como deveria ser. A morte é provavelmente a melhor invenção da vida. É o agente de mudança da vida. É ela que limpa o velho, para abrir caminho para o novo. Desculpem ser tão dramático, mas é a verdade. O vosso tempo é limitado, portanto não o desperdicem a viver a vida de outra pessoa. Não se deixem aprisionar pelo dogma - que é viver com os resultados dos pensamentos de outros. E o mais importante, tenham coragem de seguir o vosso coração e intuição. Eles de algum modo já sabem naquilo em que vocês genuinamente se querem tornar. Tudo o resto é secundário"
Passámos os 12 mil leitores e eu, sem dar por ela, nem agradeci o feito. Obrigada por, em tão poucos meses de existência, estarem desse lado diariamente a ler os meus devaneios. Gostava de ter um maior feedback desse lado para saber quem me lê todos os dias, mas é bom na mesma ver o número de visualizações constantemente a aumentar. Um muito obrigada pela companhia.:)
"Moliceiro é o nome dado aos barcos típicos que circulam na Ria de Aveiro. Originalmente utilizados para a apanha do moliço (principal fonte de adubagem das terras da região), é actualmente mais usada para fins turísticos. Construído em madeira de pinheiro a sua decoração, colorida e humorística, reflecte temas que risicularizam e satirizam situações do dia-a-dia."
Há um mês mais ou menos, as tarefas eram estas...Agora é tempo de as actualizar...
Arrumar o guarda-fatos (dar roupa que já há muito não uso arranjando espaço para guardar roupa que chegou entretanto) - Done
Enviar CVs (pôr a caixa de entrada do email em dia e responder a todas as ofertas de emprego que por lá encontrar) - A fazer todos os dias
Começar a editar um vídeo que tenho em mãos - Por preguiça foi sendo adiada esta tarefa, mas é desta que trato dela
Preparar novidades para a Hands With Art - Sempre em Actualização
Pôr a leitura em dia - A Hands With Art tem-me tirado tempo para essa tarefa
Tarefas a acrescentar este mês:
Enviar mais candidaturas de emprego espontâneas
Organizar bem o muito tempo que tenho agora para fazer de tudo um pouco. (Por vezes, com a preguiça ou pelo facto de saber que tenho muito tempo, acabo por não fazer é nada)
Organizar a papelada no meu quarto
Acreditar que com esforço vou conseguir um emprego
Quando coloquei este post com o título Será acompanhado desta fotografia da Madeira, foi quando soube da possibilidade de ir em trabalho a esta ilha. No entanto, soube há uns dias que o projecto não se concretizou e que essa viagem, que seria tão boa para mim em termos profissionais, não irá acontecer. Enfim, definitivamente, não está fácil de arranjar trabalho. Mas acredito que melhores dias virão. Por isso, qualquer oferta de emprego que saibam para uma jornalista ou em qualquer área da comunicação, já sabem, estou aqui.
Hoje, prepara-se um bolo de chocolate para um aniversário. Juntam-se os amigos, colocam-se os pés debaixo da mesa e conversa-se até de madrugada. São bons estes jantares, são óptimos estes convívios, principalmente quando o grupo não podia ser melhor. É isto que torna os fins-de-semana especiais. Bom fim-de-semana para vocês também.:)
O nervosismo passou, a incerteza nem tanto, mas ficou metade do problema resolvido. Agora é ter paciência que, devagar devagarinho, tudo se irá resolver...Pensamento positivo..:)
Ora aqui vai mais uma liçãozinha dos cafés Christina (até rima):
"Estas rendas são elaboradas com peças de madeira, que têm o nome de bilros, vindo daí a origem do seu nome. São feitas sobre um desenho assente em cartolina picoteada nos pontos onde são espetados os alfinetes. Sobre uma almofada (rebolo), suportada por uma canastra de verga especial, as renderias manejam os bilros que seguram a linha de algodão penteado."
Tantos leitores por dia e aposto que a maior parte ainda não clicou no "Gosto" na minha página da Hands With Art no Facebook. Assim como é que vão estar a par de novidades como esta para o Inverno? Digam lá se esta pulseira tão gira não está mesmo a condizer com os dias frios que aí vêm... Toca a dar um saltinho ao Facebook, é num instantinho e assim as senhoras poderão ter acessórios bem giros e baratinhos e os senhores poderão dar presentes à sua cara-metade que ela garantidamente irá gostar.:)
Este foi um fim-de-semana diferente...Entre os programas que costumo ter tive mais um: babysitting. Conclusões que tirei destes dias: a criança sobreviveu sozinha comigo, portanto, não sou assim tão má; quando não souber o que fazer mais com ela, bora lá dar um passeio looongo a pé para ver se ela adormece; esta é uma óptima forma de fazer exercício (empurra carrinho, pega ao colo, põe no chão, pega na mão dela e leva a ver os animais no jardim, volta para dentro para ver tv, ufa, só de lembrar já estou cansada); a parte de dar de comer e mudar a fralda, enfim, nem vale a pena falar...Nem tudo é perfeito...Foi um fim-de-semana cansativo, mas positivo. E agora, venha o próximo.