segunda-feira, 21 de outubro de 2013
sexta-feira, 4 de outubro de 2013
terça-feira, 1 de outubro de 2013
No primeiro dia de "férias"...
segunda-feira, 30 de setembro de 2013
Porque temos que sair da nossa zona de conforto quando sabemos que ela não nos está a fazer bem...
Tinha quase a certeza que, quando decidi ir tirar o curso para Lisboa, os meus patrões me iam propor assinar contrato. Quando lhes pedi o dia para ir à entrevista e um deles me disse, com cara de espanto, "então vai nos deixar???!!!", tive ainda mais dúvidas. Hoje, quando vi que um estagiário da casa assinou contrato, tive a certeza que eles estavam mesmo a pensar contratar-me porque só estava eu acima do estagiário (e, basicamente, aqui na empresa, muito poucos gostam dele).
A minha sensação não foi -"E se eu tivesse esperado uns dias?" - porque eu já sabia qual era a proposta. Aceitei-a o ano passado...por 3 meses... E sabia que não era isso que eu precisava neste momento. Uma proposta mísera de 3 meses, com um salário mísero, a trabalhar como um mouro. Para me acomodar mais uma vez e perder a oportunidade de ir para Lisboa. Porque eu sei que era agora ou nunca... Ainda por cima quando não estava satisfeita, ou melhor, quando estava desanimada, vá, com tudo o que se andava a passar nesta empresa. Eu precisava de mais, e sabia que era agora ou nunca. É! Agora ou nunca...
Porque acho que devemos sair da nossa zona de conforto quando ela não nos está a fazer bem. Se aceitasse a proposta, por mais mísera que fosse, - e não dessem valor ao meu trabalho quando me esfolei durante este tempo todo que cá estive -, estava perto de casa, da minha família e dos meus amigos a quem dou tanto valor e que tanta falta me vão fazer. Mas iria queixar-me todos os dias do pouco que ganho e do muito que trabalho, sem planos profissionais para o futuro. Agora tenho sonhos profissionais. Mesmo que sejam sonhos. Porque um dia tive um clique e decidi mudar. Porque acho que a vida é mesmo isto: temos que arriscar quando não estamos bem, temos que fugir, abandonar a nossa zona de conforto. Deixar a segurança e sonhar. Porque sonhar também faz bem. Talvez não seja a altura certa para isso porque estamos em crise e blá, blá, blá. And so what? Vamos esperar que a altura certa venha?
A minha sensação não foi -"E se eu tivesse esperado uns dias?" - porque eu já sabia qual era a proposta. Aceitei-a o ano passado...por 3 meses... E sabia que não era isso que eu precisava neste momento. Uma proposta mísera de 3 meses, com um salário mísero, a trabalhar como um mouro. Para me acomodar mais uma vez e perder a oportunidade de ir para Lisboa. Porque eu sei que era agora ou nunca... Ainda por cima quando não estava satisfeita, ou melhor, quando estava desanimada, vá, com tudo o que se andava a passar nesta empresa. Eu precisava de mais, e sabia que era agora ou nunca. É! Agora ou nunca...
Porque acho que devemos sair da nossa zona de conforto quando ela não nos está a fazer bem. Se aceitasse a proposta, por mais mísera que fosse, - e não dessem valor ao meu trabalho quando me esfolei durante este tempo todo que cá estive -, estava perto de casa, da minha família e dos meus amigos a quem dou tanto valor e que tanta falta me vão fazer. Mas iria queixar-me todos os dias do pouco que ganho e do muito que trabalho, sem planos profissionais para o futuro. Agora tenho sonhos profissionais. Mesmo que sejam sonhos. Porque um dia tive um clique e decidi mudar. Porque acho que a vida é mesmo isto: temos que arriscar quando não estamos bem, temos que fugir, abandonar a nossa zona de conforto. Deixar a segurança e sonhar. Porque sonhar também faz bem. Talvez não seja a altura certa para isso porque estamos em crise e blá, blá, blá. And so what? Vamos esperar que a altura certa venha?
Das sensações...
Espera-me uma vida nova. Um curso novo, uma cidade nova, muitos conhecimentos ao mesmo tempo. O entusiasmo de mudar de área. Um grande, enorme desafio que vou ter mas que muito anseio para que comece. É agora, finalmente, que vou começar o que há muito queria: uma mudança na minha vida. O receio é grande, o medo que chegue à conclusão de que não era nada disto que eu queria e que fiz a escolha errada. Mas protege-me o sentimento e o feeling de que é mesmo isto, que não me vou enganar e que, finalmente, chegou a minha hora e que mereço tudo isto.
Hoje é o meu último dia de trabalho. A partir de hoje a minha vida vai mudar. Mas antes disso vou só aproveitar umas feriazinhas por casa que bem mereço...
sexta-feira, 27 de setembro de 2013
Na Hands With Art já se anda a preparar o Inverno...
Estando aqui a menina em vésperas de se mudar para Lisboa, e a preparar-se para a vida bem mais cara que se tem lá, torna-se imperativo continuar a apostar na Hands With Art (tenho apostado, não vos tenho é mostrado as novidades que basta verem aqui). Que tal? Original não? E garanto-vos... É quentinho, quentinho... Este até já voou para Londres e tudo. Sim, já estou a internacionalizar-me..:)
Ai que booom!!!
Confirmei há pouco que hoje é o meu penúltimo dia aqui na redacção. Não precisam de mim mais tempo do que isso. E eu estou tão contente!! Vou poder começar a resolver a minha vida com tempo e calma... Nota-se o entusiasmo não se nota??!! :D
quinta-feira, 26 de setembro de 2013
Entretanto, andei a fazer parcerias...
...com a minha irmã... E não é que o resultado ficou um mimo?
Parceria Hands With Art e Um Doce de Casa
Despedida...
E para a despedida estou a ter dos fechos de revista mais complicados que já lá tive. Resta-me pensar que é o último, que em breve tudo vai mudar e que as perspectivas são maravilhosas...
terça-feira, 24 de setembro de 2013
Mudanças
Soube hoje que as minhas aulas começam dia 23 de Outubro, ou seja, daqui a um mês. Entre os últimos dias na revista, a procura de casa em Lisboa, a ansiedade de ir para a capital e, ao mesmo tempo, o friozinho na barriga por não saber como as coisas vão correr, há todo um misto de sensações que nem me deixam dormir. A minha vida vai mudar, e muito. Sei que vai correr tudo bem, só precisava de um empurrãozinho e não tarda nada já lá estou. Tenho estado ausente, eu sei, mas prometo que aos poucos isto vai voltando aos eixos..:)
segunda-feira, 9 de setembro de 2013
Eu não disse?
Bem vos disse que em breve uma mudança iria surgir, citando Otis Redding. E não é que veio mesmo? Fui aceite na Restart. E estou muito feliz. Aqui a madame vai mudar-se para a capital!! Nunca mais é Outubro!!!
sexta-feira, 23 de agosto de 2013
quinta-feira, 22 de agosto de 2013
quarta-feira, 21 de agosto de 2013
quarta-feira, 7 de agosto de 2013
Das vocações...
Decididamente, cada um tem a sua vocação. E parece-me que, no final deste mês, vou confirmar a minha vocação de jornalista e ter a certezinha absoluta de que não nasci para ser secretária...
Virar frangos...
Ora bem, como se costuma dizer na minha terra, estes dias isto vai ser tipo virar frangos. Em início de edição e já com 8 textos para escrever. Acrescentado o facto da secretária ir amanhã de férias e só voltar daqui a três semanas e quem a vai substituir sou eu (e olhem que não vai ser pêra doce) e ainda ter que sair em reportagem quando não houver jornalistas suficientes... Uiiii que isto vai ser bonito. Então não era suposto o Agosto ser mais calminho senhores?? Ai que já estou cansada só de pensar.
terça-feira, 30 de julho de 2013
segunda-feira, 15 de julho de 2013
? Editorial ?
O que escrever num editorial para o mês de Agosto? Está tudo parado senhores! Não há temas, não há assunto... E nem pensem dizer-me para falar de política. De editoriais de política está o Mundo cheio. Portugal agora então, nem é preciso falar né? Temas, quero temas... É Agosto senhores!
quinta-feira, 11 de julho de 2013
Ora bem...
...a minha vida tem sido mais ou menos isto: trabalho, artesanato. Feiras (não férias, feiras). Viagens de trabalho. Aturar gente chata. Aprender coisas boas. Descobrir novas técnicas para o artesanato. Procurar novas ideias para novas peças. Deixar a leitura um pouco de lado. Apesar disso, sentir alguma desenvoltura nos meus textos. Escrever, escrever, escrever (daí talvez sentir um pouco menos de tempo para vir aqui, desculpem). Poupar dinheiro. Sair menos com os amigos (tenho que voltar a isso senão não há condições, isso não!) Dormir pouco (arre, que tanto calor!!!) Caminhar pouco, que pena... Sentir falta de certas coisas. Descobrir outras prioridades. Preocupações com o futuro. Pensamentos em marcha. Há tempo para tudo. Ou não.
Quem por aí é da zona do Porto e ainda não tem programa para Domingo?
terça-feira, 2 de julho de 2013
A inspiração reina por aqui...
segunda-feira, 1 de julho de 2013
E o escaldão que eu apanhei ontem na feira da Hands With Art meus senhores? Aqui a inteligente lembrou-se de levar o chapéu, agora o protector solar...querias... Ai!
quarta-feira, 26 de junho de 2013
Quem ainda não gosta da minha página...
...é um ovo podre!! :) Aqui está ela...
domingo, 23 de junho de 2013
O feito que atingi esta semana...
1º - reduzir o açúcar que coloco no café para metade do pacote (antes ia o pacote todo)
2º - tomar o meu tão adorado chá verde sem um grãozinho de açúcar e gostar (antes era um fartote de colheres para dentro da chávena)
Progressos meus queridos leitores, grandes progressos!!
terça-feira, 18 de junho de 2013
Está tudo muito confuso...
No metro vê-se gente de sandálias ao lado de gente com botas. Sabrinas com meias, sabrinas sem meias. Casacos de malha, echarpes e mais um casaquinho por cima. Gente de manga curta. Pernas com meia calça, pernas sem meia calça. O S. Pedro já se decidia ou então parecemos todos uns tolinhos.
segunda-feira, 17 de junho de 2013
O fim-de-semana serviu para algumas experiências...
É esta a magia do jornalismo. É isto que dá gosto aprender.
Estava agora a ouvir um audio de um entrevista que fiz a um senhor de 70 anos. Dizia-me com lágrimas nos olhos: "Está-me a faltar o tempo, e ainda tenho tanto para fazer". Ouço estas coisas e revolto-me por, muitas vezes, ser tão picuinhas e importar-me com coisas tão insignificantes. Quando há gente que já fez tanto, tão de bem com a vida, feliz com tudo o que atingiu com esforço, trabalho e dedicação. E penso que é isso que tenho que fazer também. É isso que todos temos que fazer. Em vez de nos lamentarmos por a nossa vida ser - ou estar, melhor dizendo - uma m***, agir, fazer por mudar isso. Talvez cometer uma loucura e fazer como diz no post anterior. Fazer qualquer coisa, mas evitar este estado de angústia e inércia em que muitos vivemos. Para, em vez de chegarmos aos 70 e dizermos: "Não fiz nada de que me orgulhe", fazer como este senhor, seguir-lhe o exemplo e dizer: "Já fiz muita coisa em toda a minha vida, nunca estive parado, orgulho-me imenso de tudo o que fiz, mas ainda quero fazer muito mais e tenho medo que o tempo não me permita isso". E é com estas coisas que eu aprendo. Com as pessoas que entrevisto, que conheço e que, posso eu nunca mais ser lembrada por elas, mas elas irão com certeza ser recordadas por mim. Seja apenas por uma frase que tenham dito, ou pela simplicidade que têm mesmo depois de terem construído um império.
sexta-feira, 14 de junho de 2013
Bela forma de acabar a semana...
Pela primeira vez em tantos meses que trabalho aqui (7 meses o ano passado e quase 3 meses agora) um cliente não gostou do meu texto. Sei que não podemos agradar a gregos e a troianos, tanto que o mesmo já aconteceu com alguns colegas meus aqui na redacção. Mas a mim nunca tinha acontecido. E digo-vos, a sensação não é nada boa...
terça-feira, 11 de junho de 2013
Digam-me lá meus queridos leitores...
Mas isto é altura de se andar de botas?? Hein?? Prepara uma pessoa a roupa na noite anterior com sapatinho de Verão e depara-se de manhã com um belo e maravilhoso dia de Inverno com chuva e vento?? É que não há condições!!! Gosto muito de ti São Pedro, mesmo muito, mas não estás a ser nada bonzinho não senhor. Logo agora que está quase a chegar o teu dia e eu quero tanto comemorá-lo como deve ser sem estar zangada contigo. Vamos lá ver...
domingo, 9 de junho de 2013
Na minha futura casa...
Sempre disse que quando tivesse a minha casinha, por mais pequena que fosse, teria obrigatoriamente que ter uma parede "forrada" por uma estante com os meus livros. Vi há pouco esta fotografia e sorri. Porque me revi perfeitamente neste espaço. E é isto. Quando imagino a minha futura casa a primeira coisa que me vem à cabeça é uma grande estante com livros ou, a partir de agora, uma mini-biblioteca como esta. Quando penso na minha futura casa não penso em quartos ou cozinhas. Mas num espaço cultural. Talvez um dia comece a pensar em coisas mais normais para a minha casa... Possivelmente quando se tornar um facto a existência dela.
A tentar retomar a actividade artesanal...
Pelo que tenho aturado nos últimos tempos e, seguindo a premissa de tentar juntar algum dinheiro na sequência do post anterior, por estes dois grandes motivos, torna-se imperativo voltar à actividade artesanal que tanto prazer me dá e que tanto me ajuda a que eu mantenha a minha sanidade mental. Podem pensar que não, mas o artesanato é extremamente terapêutico. Assim sendo, visitem a página no Facebook, ou o blogue da Hands With Art. Vou tentar voltar às novidades...
quinta-feira, 6 de junho de 2013
Qual é a palavra-chave?
Depois de uma m*** de um dia, de duas horas a falar com a minha amiga mais que tudo no skype e de me fartar de contar carneirinhos, peso os prós e os contras de ir para Londres ter com ela e tentar lá a minha vida ou ficar cá. Faço um balanço do que tenho hoje aqui e do que me prende cá. E a verdade é que já pouco tenho aqui que me mantenha. Eu digo as coisas que valem mesmo a pena, não falando da família, claro está, que isso para mim é indiscutível. Sei que o facto de ter tido dois dias esgotantes, tanto física como psicologicamente, não abonam a favor da balança na minha permanência cá, e aviso desde já que este post está a ser escrito de cabeça muito quente, mas afinal, para que é que este blogue existe senão para uns meros desabafos?
Neste momento confesso que apesar de serem mais factos a favor da minha partida, ainda falta algo muito importante: a coragem. Ah,e juntar algum dinheirinho para não ir para lá dormir debaixo da ponte. Mas, pensando um pouco mais a sério nisto como há pouco pensava, acho que falta apenas uma frase, uma palavra-chave. Daquelas que, no meio de muitas, bastam para te convencer de que é mesmo aquilo que tens que fazer, principalmente quando a coragem - que nos lixa muitas vezes - falta.
Depois de umas horas a falar com a S. que já lá está - só há um mês mas não podia estar mais feliz e mais certa da decisão que tomou -, penso seriamente na minha vida. E espero continuar com vontade de ir ter com ela durante estes meses que estou a tentar juntar algum dinheiro. E não me parece que a minha vida vá mudar assim tanto a curto prazo para que assim deixe de pensar.
Estou no Estoril, num quarto de hotel, à 1h da matina, a precisar de dormir porque amanhã vai ser um dia longo e só penso nisto. E dormir nada. O dia de m*** não ajudou, é um facto.
Neste momento confesso que apesar de serem mais factos a favor da minha partida, ainda falta algo muito importante: a coragem. Ah,e juntar algum dinheirinho para não ir para lá dormir debaixo da ponte. Mas, pensando um pouco mais a sério nisto como há pouco pensava, acho que falta apenas uma frase, uma palavra-chave. Daquelas que, no meio de muitas, bastam para te convencer de que é mesmo aquilo que tens que fazer, principalmente quando a coragem - que nos lixa muitas vezes - falta.
Depois de umas horas a falar com a S. que já lá está - só há um mês mas não podia estar mais feliz e mais certa da decisão que tomou -, penso seriamente na minha vida. E espero continuar com vontade de ir ter com ela durante estes meses que estou a tentar juntar algum dinheiro. E não me parece que a minha vida vá mudar assim tanto a curto prazo para que assim deixe de pensar.
Estou no Estoril, num quarto de hotel, à 1h da matina, a precisar de dormir porque amanhã vai ser um dia longo e só penso nisto. E dormir nada. O dia de m*** não ajudou, é um facto.
terça-feira, 4 de junho de 2013
quinta-feira, 30 de maio de 2013
Descobri um novo hobby...
Descobri uma nova actividade que me tem suscitado bastante interesse diariamente. Quase todos os dias levo o meu almoço para o trabalho. Todos os dias, quando chego a casa ao final do dia - e enquanto espero pelo jantar - faço o meu almoço para o dia seguinte. E tenho tentado fazer todos os dias uma receita diferente, nutritiva, mas pouco calórica. Tenho a desvantagem de não ter micro-ondas no trabalho, como já tinha dito noutros posts, o que me limita bastante nas receitas.
Mas tenho-me interessado cada vez mais em 'perder' algum tempo livre a procurar novas receitas, novos ingredientes para adicionar aos que já uso. Chego a casa com novas ideias e com vontade de as colocar em prática sempre com os óptimos conselhos e a sábia supervisão da minha mãe que faz saladas maravilhosas. Posso não ter herdado o jeito dela para pratos mais elaborados ou tradicionais, mas no que a saladas e a sandes diz respeito, acho que tenho aqui qualquer coisita no sangue.
A verdade é que troco também opiniões com a minha colega de trabalho que costuma almoçar comigo e têm saído daqui petiscos bastante saborosos. Hoje descobri mais uma receita bastante simples mas que ainda não me tinha lembrado de fazer. Fui juntando ingredientes e presenteei-me com um fusilli colorido ao qual juntei cogumelos, cubos de fiambre, ervilhas e aproveitei uns rebentos de soja que tinham que ser gastos. Como molho apenas coloquei azeite, salsa e oregãos. Nada mais. E digo-vos, soube mesmo bem. Todos sabemos que um prato bonito, com cor, também ajuda e este, sem dúvida, era colorido que chegue.
Para amanhã já tenho em mente aproveitar o pouco salmão que sobrou do jantar de ontem e acrescentar-lhe salada russa. Uma vez que a porção de salmão era ínfima, estou a pensar juntar-lhe uns 5 camarões, só para não chegar às 15h já com fome.
Gosto de sentir este interesse por cozinhar o meu almoço. Sai mais saudável, muuuito mais económico e prepara-me para no dia que sair de casa dos papás não passar fome.:)
Mas tenho-me interessado cada vez mais em 'perder' algum tempo livre a procurar novas receitas, novos ingredientes para adicionar aos que já uso. Chego a casa com novas ideias e com vontade de as colocar em prática sempre com os óptimos conselhos e a sábia supervisão da minha mãe que faz saladas maravilhosas. Posso não ter herdado o jeito dela para pratos mais elaborados ou tradicionais, mas no que a saladas e a sandes diz respeito, acho que tenho aqui qualquer coisita no sangue.
A verdade é que troco também opiniões com a minha colega de trabalho que costuma almoçar comigo e têm saído daqui petiscos bastante saborosos. Hoje descobri mais uma receita bastante simples mas que ainda não me tinha lembrado de fazer. Fui juntando ingredientes e presenteei-me com um fusilli colorido ao qual juntei cogumelos, cubos de fiambre, ervilhas e aproveitei uns rebentos de soja que tinham que ser gastos. Como molho apenas coloquei azeite, salsa e oregãos. Nada mais. E digo-vos, soube mesmo bem. Todos sabemos que um prato bonito, com cor, também ajuda e este, sem dúvida, era colorido que chegue.
Para amanhã já tenho em mente aproveitar o pouco salmão que sobrou do jantar de ontem e acrescentar-lhe salada russa. Uma vez que a porção de salmão era ínfima, estou a pensar juntar-lhe uns 5 camarões, só para não chegar às 15h já com fome.
Gosto de sentir este interesse por cozinhar o meu almoço. Sai mais saudável, muuuito mais económico e prepara-me para no dia que sair de casa dos papás não passar fome.:)
A surpresa...
A ideia foi da namorada. Ela comprou-lhe uma vespa, daquelas antigas, e nós, os amigos, pagámos a afinação da dita. Há muito que ele falava que gostava de ter uma. Combinámos todos uma hora à porta de casa dele. A namorada estava a jantar com a família e a controlar tudo. Logicamente que as coisas, mesmo estando muito bem combinadas, nunca correm tal e qual como o previsto.
Passo nº 1 - à hora combinada, quase só faltava a pessoa que tinha guardado a vespa. A namorada do aniversariante já há algum tempo que dizia que já não conseguia empatar mais a família. Recebo, então, uma mensagem a dizer: "A mota não pega". Boa...
Passo nº 2 - fui a correr auxiliar o rapaz a casa dele. Com alguém que sabia conduzir uma mota, claro está, já que eu não sabia. Não pegava mesmo. Nisto passou quase uma hora. Quando já só queríamos era oferecer a mota e em pô-la a andar pensava-se depois, chega um outro com uma carrinha para a transportar. Atrás dele vem outro carro com um amigo que conseguiu pôr a mota a andar.
Passo nº 3 - Felicidade a nossa, a mota anda!!!! Agora vamos pôr-nos a andar que está a ficar tarde. Um marmanjo a andar na vespa que estava sempre a ir abaixo. E três carros, com os 4 piscas, atrás dele, a dar apoio moral. Porque chovia...sim...torrencialmente. Mais uns metros e, depois de tanto festival dado no meio da rua, com a mota a ir abaixo umas 300 vezes e o rapaz já quase sem fôlego, desistimos e enfiámos a mota na carrinha.
Passo nº 4 - Voei para casa do aniversariante para levar à namorada (que já estava a desesperar!!!) a chave da mota num embrulho e o capacete (que ia ser oferecido pela mãe).
Passo nº 5 - Finalmente (e mais de uma hora depois), a mota estava estacionada e nós à frente dela, já à espera do aniversariante. E, depois de todo este filme só tenho uma coisa a dizer: valeu muuuuito a pena pela cara dele. Nunca o tinha visto sem palavras. Até àquele dia. Quando nos viu até esqueceu que estava intrigado com a chave e o que ela poderia abrir. Olhou para nós (éramos uns 15) e ficou emocionado. Mesmo estando todos de volta da mota ele nem olhou para ela. Tivemos que lhe perguntar se não estava curioso para saber o que abria a chave. E aí ainda mais incrédulo ficou. "Mas eu nem sei andar", e nós, pois, "ainda bem porque agora também não conseguias". Hehe
Foi bom, muito bom. Até irmos todos para casa ele ainda estava meio baralhado com a surpresa. Não cabia em si de contente. E nós também não. Não só por sabermos todos, menos ele claro, que a surpresa não fica por aqui mas também porque soube bem fazer tudo isto. Valeu pela reacção dele, pelo convívio, pela aventura, pela distracção, por tudo... Venham mais surpresas destas! :)
Passo nº 1 - à hora combinada, quase só faltava a pessoa que tinha guardado a vespa. A namorada do aniversariante já há algum tempo que dizia que já não conseguia empatar mais a família. Recebo, então, uma mensagem a dizer: "A mota não pega". Boa...
Passo nº 2 - fui a correr auxiliar o rapaz a casa dele. Com alguém que sabia conduzir uma mota, claro está, já que eu não sabia. Não pegava mesmo. Nisto passou quase uma hora. Quando já só queríamos era oferecer a mota e em pô-la a andar pensava-se depois, chega um outro com uma carrinha para a transportar. Atrás dele vem outro carro com um amigo que conseguiu pôr a mota a andar.
Passo nº 3 - Felicidade a nossa, a mota anda!!!! Agora vamos pôr-nos a andar que está a ficar tarde. Um marmanjo a andar na vespa que estava sempre a ir abaixo. E três carros, com os 4 piscas, atrás dele, a dar apoio moral. Porque chovia...sim...torrencialmente. Mais uns metros e, depois de tanto festival dado no meio da rua, com a mota a ir abaixo umas 300 vezes e o rapaz já quase sem fôlego, desistimos e enfiámos a mota na carrinha.
Passo nº 4 - Voei para casa do aniversariante para levar à namorada (que já estava a desesperar!!!) a chave da mota num embrulho e o capacete (que ia ser oferecido pela mãe).
Passo nº 5 - Finalmente (e mais de uma hora depois), a mota estava estacionada e nós à frente dela, já à espera do aniversariante. E, depois de todo este filme só tenho uma coisa a dizer: valeu muuuuito a pena pela cara dele. Nunca o tinha visto sem palavras. Até àquele dia. Quando nos viu até esqueceu que estava intrigado com a chave e o que ela poderia abrir. Olhou para nós (éramos uns 15) e ficou emocionado. Mesmo estando todos de volta da mota ele nem olhou para ela. Tivemos que lhe perguntar se não estava curioso para saber o que abria a chave. E aí ainda mais incrédulo ficou. "Mas eu nem sei andar", e nós, pois, "ainda bem porque agora também não conseguias". Hehe
Foi bom, muito bom. Até irmos todos para casa ele ainda estava meio baralhado com a surpresa. Não cabia em si de contente. E nós também não. Não só por sabermos todos, menos ele claro, que a surpresa não fica por aqui mas também porque soube bem fazer tudo isto. Valeu pela reacção dele, pelo convívio, pela aventura, pela distracção, por tudo... Venham mais surpresas destas! :)
Das surpresas...
Ele não fazia 30, mas parecia. Aos 29 recebeu (e vai receber ainda mais) uma surpresa como se tivesse passado a trintão. Porquê? Ora, mas temos que ter uma justificação para fazermos surpresas a quem gostamos? Eu acho que não. Mas se querem uma justificação, aqui a têm: gostamos dele, é um grande amigo e merece. E hoje em dia preocupamo-nos tanto com coisas insignificantes, passamos tanto tempo da nossa vida a trabalhar, a stressar, a falar mal do país, da crise, do Mundo... Chega uma altura em que temos que pensar nas coisas verdadeiramente importantes para nós. Gostava que esta surpresa fosse apenas o começo de muitas. Porque soube bem prepará-la, vai saber ainda melhor quando vierem as outras etapas e sabemos, temos a certeza, que a pessoa vai ficar sentida, emocionada e se vai interrogar porque fizemos tudo isto. Porquê? Porque gostamos dele. E porque calhou estarmos com good mood precisamente na altura dos seus anos. Até podia ser na de outro amigo. Até podia ser, se não se tornasse um hábito e se a pessoa não estivesse já à espera de algo, na de todos os amigos. Para comemorarmos datas bonitas, para comemorarmos um dia feliz, o facto de sermos amigos, o facto de estarmos todos juntos. É preciso haver uma justificação?
quarta-feira, 29 de maio de 2013
terça-feira, 28 de maio de 2013
*%&%$#!*%&/
E a neura com que eu estou? E a vontade que eu hoje tive de mandar um colega de trabalho para baixo de Braga? E o que me enerva perceber a falta de respeito que as pessoas têm pelo trabalho dos outros? E o quanto eu odeio pessoas com o rei na barriga? E a velocidade com que eu faria agora a minha mala e me punha neste preciso instante num avião para Londres? Respira Marta, respira...
domingo, 26 de maio de 2013
quarta-feira, 22 de maio de 2013
Quando sinto que o horóscopo foi escrito para mim...
"A tensão que os desafios envolvem tem como fim levá-lo a definir melhor objectivos e a preparar-se para novos patamares de realização. Valorize a sua verdadeira identidade e criatividade. Definitivamente não compensa não ser você mesmo. Nos afectos, deixe crescer essa necessidade de relacionamentos ainda mais plenos e satisfatórios: faça a sua parte!"
Primeira parte: confere!!
Primeira parte: confere!!
terça-feira, 21 de maio de 2013
É mais ou menos assim que eu ando...
Quarta-feira. Houve jantar de aniversário lá em casa. Depois de ter ido segunda e terça para Leiria - e chegado tarde a casa -, estava estafada de mais um dia de trabalho e do cansaço acumulado. Às 23:15 estava na cama a dormir depois de ler um pouco. Acordo com os meus pais a falar. Assustei-me a pensar que tinha adormecido porque sou sempre eu a primeira a acordar de manhã. Mas eles ainda estavam a ir dormir. Era meia-noite. Eu tinha dormido 45 minutos e achava que já era hora de levantar. Medo.
segunda-feira, 20 de maio de 2013
domingo, 12 de maio de 2013
sexta-feira, 10 de maio de 2013
Coisas que me irritam...
A falta de respeito de uns pelo trabalho de outros. A dificuldade que as pessoas têm em cumprir horários e, muitas vezes, compromissos. Admira-me a capacidade, ou melhor, a facilidade com que as pessoas desmarcam uma reunião. Pior ainda, a lata que as pessoas ditas empresários competentes dizem que nos recebem, nos fazem percorrer quilómetros e mais quilómetros para depois mandarem um subordinado dizer "peço desculpa mas ele agora não vos pode atender, está muito ocupado". Ah, mas ele marcou connosco a esta hora, foi ele que disse que estava disponível. "Pois, mas ele esqueceu-se que tinha outra reunião importante que não podia adiar". Este género de respostas tiram-me do sério. Porquê que não ligou a dizer que afinal não podia? Porquê que a outra reunião é mais importante que a nossa? Quem é que disse que nós também não tínhamos outro compromisso que adiámos para estar ali naquele momento? Estas coisas ultrapassam-me, irritam-me e quase conseguem estragar o meu dia.
quarta-feira, 8 de maio de 2013
Conhece-se de tudo no meu trabalho...
Ele: Pode tratar-me por Alberto...
Eu: Ah sim? Mas na sua assinatura tem António...
Ele: Sim,mas eu prefiro que me chamem Alberto.
'Tá certo...
terça-feira, 7 de maio de 2013
O bom português...
Amanhã vou a uma empresa de carisma familiar e um designe inovador. Isto promete.
quinta-feira, 2 de maio de 2013
Digam-me lá...
Vocês acreditam em sinais? Em coisas que acontecem e que noutra altura seria pura coincidência mas no momento em que aconteceram não podem ser só isso? Cada vez me convenço mais que sim, que há mensagens subliminares, é demasiado flagrante para ser mera coincidência...
terça-feira, 30 de abril de 2013
Nem mais...
"Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas, que já têm a forma do nosso corpo, e esquecer os nossos caminhos, que nos levam sempre aos mesmos lugares. É o tempo da travessia: e, se não ousarmos fazê-lo, teremos ficado, para sempre, à margem de nós mesmos."
Fernando Pessoa
Fernando Pessoa
domingo, 28 de abril de 2013
Das despedidas...
Ontem começou a contagem decrescente para mais uma despedida... Da minha best friend... E eu começo a não gostar mesmo nada disto...
sexta-feira, 26 de abril de 2013
Para a minha irmã, de Jodi Picoult
Terminado o livro resta-me dizer que a história, como seria de esperar, mexeu comigo. Várias foram as alturas em que me interroguei se estaria preparada para ler um livro cuja história se desenvolvia em torno de uma rapariga com uma doença que era em muito semelhante à do Tó. Revi-me em vários momentos mas acima de tudo, revi-o em diversas situações.
A escrita não é, para mim, uma das melhores características do livro. Dei por mim várias vezes a voltar atrás no parágrafo, não percebendo muito bem o que Jodi Picoult queria dizer ou transmitir. No entanto, penso que a própria história compensa isso. Uma família que vive o seu dia a dia dependente do estado de saúde de um dos elementos. Pais a pensar apenas no bem-estar de uma filha. Filhos a sentirem-se excluídos, ou direi mesmo preteridos pelos pais em relação à irmã, o que apesar de não ser intencional, acontece com frequência neste género de famílias.
Ah, e confesso que não estava nada à espera daquele fim. Surpreendeu-me e fez-me pensar que a vida por vezes é mesmo inesperada, caramba! Sim, porque estas coisas também acontecem na vida real, não é só aos outros.
Vale a pena, principalmente para quem está a viver ou viveu uma história do género. Vê as coisas por outro prisma. Talvez ajude a compreender determinadas situações que tenham acontecido ou que poderão vir a acontecer. A mim fez-me perceber que, apesar de não ter virado a página, - porque acho que isso nunca vai acontecer completamente - fez-me ver que já penso no assunto de uma forma mais serena e não tão frustrada, magoada.
Mas já virei a última página e agora segue-se Mario Vargas Llosa com Travessuras da Menina Má.
A escrita não é, para mim, uma das melhores características do livro. Dei por mim várias vezes a voltar atrás no parágrafo, não percebendo muito bem o que Jodi Picoult queria dizer ou transmitir. No entanto, penso que a própria história compensa isso. Uma família que vive o seu dia a dia dependente do estado de saúde de um dos elementos. Pais a pensar apenas no bem-estar de uma filha. Filhos a sentirem-se excluídos, ou direi mesmo preteridos pelos pais em relação à irmã, o que apesar de não ser intencional, acontece com frequência neste género de famílias.
Ah, e confesso que não estava nada à espera daquele fim. Surpreendeu-me e fez-me pensar que a vida por vezes é mesmo inesperada, caramba! Sim, porque estas coisas também acontecem na vida real, não é só aos outros.
Vale a pena, principalmente para quem está a viver ou viveu uma história do género. Vê as coisas por outro prisma. Talvez ajude a compreender determinadas situações que tenham acontecido ou que poderão vir a acontecer. A mim fez-me perceber que, apesar de não ter virado a página, - porque acho que isso nunca vai acontecer completamente - fez-me ver que já penso no assunto de uma forma mais serena e não tão frustrada, magoada.
Mas já virei a última página e agora segue-se Mario Vargas Llosa com Travessuras da Menina Má.
quinta-feira, 25 de abril de 2013
Maratona de escrita...
Um fecho de revista amanhã. Uma chegada de Lisboa em trabalho ontem às 22:30. Hoje, feriado e quatro textos para aviar. Começou de manhã a maratona. Dois já foram. Ouço agora o audio do terceiro (já vos disse que é uma seca ouvir audios?) que quero acabar antes do jantar. E tenho a baby Alice a dormir aqui ao meu lado. Um feriado diferente não haja dúvida...
terça-feira, 23 de abril de 2013
segunda-feira, 22 de abril de 2013
Fim-de-semana na terra dos Ovos Moles
O fim-de-semana foi por terras aveirenses. Aproveitei a ida lá a trabalho na sexta e acabei por ficar até domingo. Deu para rever amigos, matar saudades de uma das melhores amigas e espairecer um pouco. Mudar de ares que bem precisava. Dancei, vi um concerto que já há muito queria ver, conversei muito, ri muito, cozinhei até... Dormir é que nem por isso. Mas valeu muito a pena. Esta é a semana do fecho da revista. Para já tudo calmo. Quinta que é feriado é que já não sei se direi o mesmo...
Concerto no Sábado
...do Rui Veloso...
...convidou Jorge Palma...
...e Tiago Bettencourt...
preciso de dizer mais alguma coisa???
A-D-O-R-E-I
...convidou Jorge Palma...
...e Tiago Bettencourt...
preciso de dizer mais alguma coisa???
A-D-O-R-E-I
quinta-feira, 18 de abril de 2013
Quase acertou...Quase...
"A menina deve ter mais ou menos a minha idade. Deve estar entre os 30 e os 40 anos."
Tá certo...
quarta-feira, 17 de abril de 2013
Variar no almoço
Eu e uma colega cá do trabalho andamos a trocar receitas de saladas. Como a vida não está fácil e o salário também não é dos melhores, convém poupar o máximo possível. E trazer o almoço de casa é uma das melhores tácticas. Basta fazerem as contas e verão que eu tenho razão. No entanto - e não tendo micro-ondas na redacção - torna-se um pouco complicado variar nas refeições para não corrermos o risco de ficarmos cansados da nossa comida e começarmos a facilitar indo ao café (com a desculpa de que é só de vez em quando). Então, eu e a minha colega temos andado a trocar umas receitas de saladas frias e a coisa vai-se compondo e até tornando-se divertida. Também há a possibilidade de trazer sandes mas comer sempre pão também não convém. Assim sendo, a coisa para estes lados hoje foi mais ou menos assim:
Cozi a massa de laços (ou Farfalle, como preferirem) juntamente com as ervilhas e um pouco de bacon cortado aos bocadinhos (apenas o suficiente para dar sabor). Aproveitei um pouco de carne que tinha sobrado do jantar lá de casa e cortei-a aos pedacinhos. Piquei salsa e meio dente de alho. Acrescentei oregãos (adooooro oregãos), um pouco de azeite e vinagre balsâmico para temperar. Et voilá.
Tenho a dizer-vos que me soube muito bem. Ficou uma refeição muito económica, ainda para mais se pudermos aproveitar a comida que tenha sobrado de alguma refeição anterior.
Se houver por aí alguém que também não saiba como variar nas refeições que leva para o trabalho e achar este post útil basta dizer. Posso começar a colocar aqui umas receitas. São ideais para quem, como eu, só dá uns toques na cozinha e cujo tempo também não é muito abundante..:)
Editorial
Continuando a mostrar-vos um pouco mais do meu trabalho, deixo-vos também aqui o editorial que escrevi para a revista onde trabalho, em Abril de 2012. Curiosamente, foi há um ano, mas continua perfeitamente actual...
"Compre
o que é nosso
Temos ouvido falar em
exportação e internacionalização para fugir à crise. Em empresas que resolveram
apostar no estrangeiro porque Portugal não chega para evoluir. Mas essa
evolução deve começar de dentro. Temos que ser nós a valorizar-nos primeiro
para lá fora acreditarem no nosso potencial.
Mas talvez ainda não
tenhamos pensado nas coisas como elas são. Dizemos, é verdade, mas não as
colocamos em prática. Então, que dizer do nosso clima? Que dizer do nosso
turismo, do nosso Douro, das nossas praias, da nossa agricultura, do nosso
povo, não esqueçamos do nosso povo simpático e hospitaleiro! Aquele que, dizem
os entendidos, tem uma facilidade impressionante em aprender e falar várias
línguas e, dessa forma, receber os nossos turistas de braços abertos como só o
português sabe. E que dizer da nossa gastronomia? Do nosso peixe, do nosso vinho,
do nosso azeite…? Não teríamos nós, se munidos de uma gestão eficiente, mais
que motivos para quase subsistirmos por nós próprios?
As ideias começam a
surgir. O projecto “Compro o que é nosso” nasceu precisamente com o intuito de
dar valor, divulgar e enaltecer Portugal e os produtos portugueses. Agora,
resta espalhar a ideia, acreditar nela e aderir ao projecto. A Associação
Empresarial de Portugal, lançou esta campanha de forma a criar “Valor
Acrescentado em Portugal” com a assinatura “Compro o que é nosso”. Com este
apelo à consciência cívica de consumidores, empresários e trabalhadores para
comprarem os nossos produtos será possível criar mais emprego, mais riqueza e
mais desenvolvimento económico, o que, consecutivamente, trará mais
competitividade, mais qualidade e maior confiança no que é português.
O “Movimento 560”, criado
com o mesmo intuito, incentiva todos os portugueses a prestarem mais atenção ao
código de barras na altura da compra. A grande maioria dos produtos feitos em
Portugal ou de marcas portuguesas iniciam o código de barras com o número 560,
seja qual for o tipo de produto, o que torna mais fácil a sua identificação.
Que
precisamos de saber mais para consumirmos os nossos produtos? Haverá melhor
forma de estimular a economia portuguesa e combater a globalização? Sejamos
portugueses, tenhamos amor à nossa Pátria como sempre tivemos e, com certeza, a
balança comercial irá melhorar. Aníbal Cavaco Silva disse recentemente aos
portugueses: “Nesta hora, que é tão decisiva para o nosso país, não deixem de
olhar à origem dos produtos que compram e, sempre que possível, comprem os
produtos portugueses”.
Editorial de Abril de 2012, publicado na Revista Portugal Inovador
Castelo de Celorico da Beira
Ontem foi dia de entrevistas em Celorico da Beira e Mortágua. E, numa pausa que tivemos optámos por aproveitar o calor (abrasador!!!!) que estava em Celorico da Beira para ir conhecer o castelo que lá havia. Mal nós sabíamos as ruas íngremes e de paralelo que íamos encontrar até lá. Se soubesse que a minha manhã ia ser assim tinha trocado as botas de tacão que levei por umas sapatilhas. Mas que belo exercício matinal que acabei por fazer. E os 16 graus que o Instituto de Meteorologia prometia para ontem em Celorico da Beira?!?! Sim, fui preparada para esses 16 graus e deviam estar mais uns 10. Pensava que me ia dar o 'badagaio' depois daquela caminhada!!!
Mas adiante, venho-vos falar sobre o Castelo que lá mora e não sobre o estado do tempo. Não é propriamente o castelo mais bonito que já vi, só tem erguidas uma torre e as muralhas. Mas garanto-vos que, dos muitos castelos por onde já passei - e depois de ter feito alguns programas sobre os concelhos de Portugal para o Porto Canal já vi alguns - poucos foram os que me deixaram surpreendida com o cuidado com que é tratado. Nota-se que há brio e orgulho na riqueza e na beleza que o monumento traz para a vila. São três andares os que se podem visitar dentro da torre. Não tem propriamente muita coisa para visitar. O último serve mais para ver a paisagem que, diga-se de passagem, é magnífica, e o segundo tem estantes com livros antigos e um espaço multimédia. Logo no primeiro, isso sim, é possível ver alguns artefactos que sobreviveram dos tempos idos naquele castelo. Mas o que me surpreendeu mais foi mesmo o exterior, entre muralhas. O jardim muito bem tratado e umas grades como degraus ao longo do jardim, muito giras. Nota-se a dedicação que houve ao manter o património arquitectónico o mais fiel possível àquele tempo. Uma visita rápida mas muito agradável. Quando forem a Celorico da Beira já sabem, visitem o castelo.:)
Deixo-vos uma amostra através de algumas imagens que encontrei algures na internet:
Mas adiante, venho-vos falar sobre o Castelo que lá mora e não sobre o estado do tempo. Não é propriamente o castelo mais bonito que já vi, só tem erguidas uma torre e as muralhas. Mas garanto-vos que, dos muitos castelos por onde já passei - e depois de ter feito alguns programas sobre os concelhos de Portugal para o Porto Canal já vi alguns - poucos foram os que me deixaram surpreendida com o cuidado com que é tratado. Nota-se que há brio e orgulho na riqueza e na beleza que o monumento traz para a vila. São três andares os que se podem visitar dentro da torre. Não tem propriamente muita coisa para visitar. O último serve mais para ver a paisagem que, diga-se de passagem, é magnífica, e o segundo tem estantes com livros antigos e um espaço multimédia. Logo no primeiro, isso sim, é possível ver alguns artefactos que sobreviveram dos tempos idos naquele castelo. Mas o que me surpreendeu mais foi mesmo o exterior, entre muralhas. O jardim muito bem tratado e umas grades como degraus ao longo do jardim, muito giras. Nota-se a dedicação que houve ao manter o património arquitectónico o mais fiel possível àquele tempo. Uma visita rápida mas muito agradável. Quando forem a Celorico da Beira já sabem, visitem o castelo.:)
Deixo-vos uma amostra através de algumas imagens que encontrei algures na internet:
segunda-feira, 15 de abril de 2013
Sábado foi dia de fazer dois destes...
Alice
Correu tudo muito bem. Não queria vir cá para fora, para este país virado do avesso. Mas veio. E é linda, e 'piquena', e um amooor! Estou enternecida. E preparem-se. Acho que vos vou dizer isto milhentas vezes a partir de agora.
quarta-feira, 10 de abril de 2013
Amanhã...
...vou para Lisboa e volto sexta.
...nasce a minha sobrinha.
Duas situações que não combinam. Nada. :(
...nasce a minha sobrinha.
Duas situações que não combinam. Nada. :(
Quase, quase, quase...
...tia!!! Faltam horas, no máximo um dia para a pequena Alice vir ao Mundo. E eu aqui ansiosíssima à espera para a receber de braços abertos. :)
terça-feira, 9 de abril de 2013
Bela metáfora sobre os homens (e as segundas oportunidades)...
"Sabes Julia, da primeira vez que um insecto vê aquela grande luz violeta do electrocutor de insectos, parece-lhe Deus. Da segunda vez, corre na direcção oposta."
in Para a minha irmã, Jodi Picoult
segunda-feira, 8 de abril de 2013
A pensar seriamente em emigrar. Ter um, dois, três amigos a sairem daqui ainda se aguenta. Mas já começa a ser demais. A minha melhor amiga acabou de comprar viagem só de ida para Londres e só me apetece ir com ela. O problema é que eu sou muito medricas. Gosto muito da minha terrinha, família e amigos e tenho sempre receio que as coisas não corram bem. Mas tenho pensado muito nisso. Em cometer uma loucura e partir de malas aviadas para o desconhecido.
Atenção, não pensem que depois de anunciar que arranjei emprego, à terceira semana já me estou a queixar. Não... Eu gosto do que faço aqui, gosto desta correria, mas a verdade é que não tenho propriamente um salário que me faça dar pulos de alegria e que me faça sentir realizada. E saber que a minha melhor amiga vai sair daqui faz-me ter muita vontade de ir com ela, de ter essa coragem. Sei que lá teria outras oportunidades, outro estilo de vida, outro salário que aqui nunca irei ter. Ou, pelo menos, não irei ter nos próximos anos. Tem sido uma ideia que tem martelado na minha cabeça. Porque não? O que acham? Sigo os conselhos do senhor Primeiro-Ministro? Vocês iriam?
Atenção, não pensem que depois de anunciar que arranjei emprego, à terceira semana já me estou a queixar. Não... Eu gosto do que faço aqui, gosto desta correria, mas a verdade é que não tenho propriamente um salário que me faça dar pulos de alegria e que me faça sentir realizada. E saber que a minha melhor amiga vai sair daqui faz-me ter muita vontade de ir com ela, de ter essa coragem. Sei que lá teria outras oportunidades, outro estilo de vida, outro salário que aqui nunca irei ter. Ou, pelo menos, não irei ter nos próximos anos. Tem sido uma ideia que tem martelado na minha cabeça. Porque não? O que acham? Sigo os conselhos do senhor Primeiro-Ministro? Vocês iriam?
quinta-feira, 4 de abril de 2013
Tinha saudades disto...
Entrevistas, textos, fotografias da administração, fotografias da empresa, saltitar entre uma empresa e outra. Muitas vezes almoçar fora de horas. Sentir-me cansada. Sentir-me feliz. Rogar pragas ao despertador que já está a tocar, tããão cedo!!! Dormir no metro. Ler no metro. Ouvir música no metro. Passear em Santa Catarina à hora de almoço. Preparar o meu almoço no dia anterior. Correr para não perder o metro. Ver pessoas estranhas no metro (como hoje). Conhecer pessoas com feitios difíceis. Conhecer pessoas com quem me dou bem à primeira mas que provavelmente nunca mais voltarei a ver. Transcrever entrevistas, a parte que me custa mais. Não saber como começar um texto. Ouvir Dave Matthews para me inspirar e sentir as palavras a fluir. Tem sido isto a minha vida. e tem sido tão bom.
segunda-feira, 1 de abril de 2013
Another wedding..:)
Os últimos fins de semana serviram para matar saudades de um grande amigo que seguiu os conselhos do nosso Primeiro-Ministro e emigrou para o Rio de Janeiro. Felizmente arranjou trabalho pouco depois de lá chegar - é arquitecto - e está agora super bem a viver lá com a namorada e outro amigo nosso que também foi para lá.
Entre jantares, conversas, brindes, danças e abraços, muitos abraços, as horas que passei com ele foram, como não podia deixar de ser, aproveitadas ao máximo. Só o facto de saber que, apesar das saudades que tem da família e nossas, ele está lá muito bem, fiquei ainda mais feliz quando anunciou que vai casar. Já era algo que sabia que ia acontecer mais cedo ou mais tarde, mas desta vez houve pedido!!! E apenas se sabe que será para o final do ano. Como são os dois pessoas muito bem organizadas e sabendo que só voltam a Portugal no fim do ano (só de pensar nisso fico deprimida) já voltaram com a lista de casamento feita e as mesas mais ou menos pensadas. É muito cedo? É... Mas uma vez que eles estão muito longe tiveram que deixar tudo pensado para os pais tratarem de todos os preparativos. Eu só tive que, obviamente, confirmar a minha presença e ficar muito feliz por poder fazer parte de mais um marco na história do casal. :)
Entre jantares, conversas, brindes, danças e abraços, muitos abraços, as horas que passei com ele foram, como não podia deixar de ser, aproveitadas ao máximo. Só o facto de saber que, apesar das saudades que tem da família e nossas, ele está lá muito bem, fiquei ainda mais feliz quando anunciou que vai casar. Já era algo que sabia que ia acontecer mais cedo ou mais tarde, mas desta vez houve pedido!!! E apenas se sabe que será para o final do ano. Como são os dois pessoas muito bem organizadas e sabendo que só voltam a Portugal no fim do ano (só de pensar nisso fico deprimida) já voltaram com a lista de casamento feita e as mesas mais ou menos pensadas. É muito cedo? É... Mas uma vez que eles estão muito longe tiveram que deixar tudo pensado para os pais tratarem de todos os preparativos. Eu só tive que, obviamente, confirmar a minha presença e ficar muito feliz por poder fazer parte de mais um marco na história do casal. :)
sábado, 30 de março de 2013
Coisas que eu adoro!
Informar-me na internet sobre o horário de funcionamento de um local onde tenho que ir. Aberto até às 13h. Chegar ao local às 12h20 e bater com o nariz na porta onde diz horário de funcionamento: aberto até às 12h. Adoro.
sexta-feira, 29 de março de 2013
quinta-feira, 28 de março de 2013
Saudades
E a saudade que estou a matar de escrever textos? E a saudade de me sentir sob pressão? E a saudade de ouvir Dave Matthews Band para me concentrar antes de começar a escrever? E a saudade de ter um texto aprovado? Sim, matei-as todas hoje. E que bem que soube....
segunda-feira, 25 de março de 2013
AAAAAHHHHH
Lindo!! Amanhã lá vou eu para Leiria, dois dias. A que horas tenho que apanhar o metro para me encontrar com o meu colega? 6:50 da matina (??????). Pois, quiseste? Agora toma! Só voltas a dormir em condições quinta feira que é o fecho da revista... Sim, leram bem. Vou terça e quarta para Leiria e na quinta tenho que ter os textos todos destes dois dias prontíssimos e aprovados para fechar a edição. Bonito. Pediste? Toma lá..:)
domingo, 24 de março de 2013
Amanhã estou de volta ao trabalho... Apesar de já conhecer os cantos à casa, de já saber para o que vou, estou ansiosa. E cheia de vontade de começar a teclar até cansarem os dedos e a mente. De puxar pela imaginação para escrever textos e mais textos com pressa para fechar a edição. De chegar a casa cansada mas com a alma cheia. De me sentir feliz e realizada e com a certeza de que é isto que eu quero. Escrever.
sexta-feira, 22 de março de 2013
Périplo pelas empresas em Portugal #4
À
conquista da fidelização dos clientes
Há
quem visite o casino por puro prazer. E há ainda os que apenas o frequentam em
ocasiões especiais. Mas a verdade é que o Casino da Póvoa tem já os seus
clientes fiéis, os quais trata como se fossem únicos. E esse é o segredo para a
conquista.
Concessionado à
Estoril-Sol desde 1997, o Casino da Póvoa é uma referência na região. Seja
apenas para ver um espectáculo, ou para alimentar o ‘bichinho’ do jogo,
clientes das cidades limítrofes como Matosinhos, Braga, Guimarães, ou Famalicão
deslocam-se propositadamente ao casino. O que encontram é um espaço requintado,
refinado, mas ao mesmo tempo acessível, onde a simpatia e a hospitalidade dos
funcionários são o mote.
Nem tudo são rosas e,
ao contrário do que se pensa, o Casino da Póvoa não é só luxo e abundância.
Também os casinos têm as suas dificuldades financeiras em tempo de crise. Mas
são os bravos e corajosos que vencem e este caso não é excepção. Antevendo o
futuro, ao longo dos anos o Casino foi sendo reestruturado, tornando hoje as
consequências menos gravosas. “Fomos fazendo-o com cautelas e com rigor e fomos
diminuindo o volume de estruturas e reduzindo os custos de funcionamento da
empresa”, explica Dionísio Vinagre, administrador do Casino da Póvoa.
Aposta
na cultura
Sempre com vista à
satisfação dos clientes e com a consciência de que esta não é uma boa altura
para gastos em espectáculos, o Casino da Póvoa tem feito alterações na agenda.
“Fizemos uma redefinição da política de espectáculos que não tem o jantar
associado. As pessoas podem jantar na mesma, mas não é obrigatório. Assim, o
espectáculo torna-se mais acessível e os nossos clientes continuam a ter acesso
à cultura e a verdade é que os nossos eventos estão sempre lotados”, garante o
empresário. Passando por aqui conceituados nomes do panorama artístico tais
como, recentemente, Rui Veloso, a empresa orgulha-se de perpetuar a grande
tradição de ligação à cultura que existe na Póvoa de Varzim.
Prova disso é também o
apoio às Correntes D’ Escrita – evento literário muito conceituado na região -
e a exposições de pintura e escultura onde todos os anos é ofertado o prémio
Casino da Póvoa a uma personalidade de cada área. O de Artes, por exemplo, é o
maior prémio nacional de carácter regular no valor de 30 mil euros.
Para comemorar os 45
anos do Casino e os 16 em que a Estoril-Sol tomou a sua gerência será editado,
no próximo ano, um livro com os 16 olhares de cultura sobre a Póvoa de Varzim.
“Este é um projecto que irá enriquecer não só a empresa, mas também a Póvoa e o
seu património”, diz o empresário.
Formar
funcionários
Para enfatizar a
importância dos clientes e a sua fidelização, Dionísio Vinagre fala do papel
preponderante dos funcionários. “Eles têm que perceber que é muito fácil perder
um cliente. E é ainda mais difícil conquistar um cliente de jogo. Têm de ser
tratados de uma forma carinhosa, humana e envolvente. Fazendo com que o cliente
se sinta bem e volte muitas vezes. Nós tentamos transmitir esses valores aos
nossos colaboradores. É preciso ouvir o cliente, falar com ele, e não ignorar
as suas reclamações. Nem todas as reclamações são justas, mas é preciso ser
humilde, aprender com elas e perceber o que está errado”, explica Dionísio
Vinagre.
E nada melhor do que
ser a própria direcção a dar o exemplo. “Felizmente temos uma direcção muito
pequena em que todos os directores interagem com os clientes. Nas 12h em que o
casino está aberto, interagimos com os clientes 363 dias por ano. E essa é uma
mais-valia muito grande”, garante o administrador.
Clube
IN

O investimento de 11
milhões de euros na remodelação do Casino da Póvoa, que ficará pronto antes do
Verão, é mais um passo na conquista do seu público. “Investir, hoje, no casino,
é uma loucura, mas as obras de renovação tiveram apenas um objectivo - o
cliente. Tudo isto no sentido de que este se sinta bem e tenha vontade de
voltar”, declara o administrador.
Restaurante
Egoísta
Estão, assim, reunidos,
todos os ingredientes para uma visita ao Casino da Póvoa, para um espectáculo,
um jogo, ou um refinado jantar.
Fevereiro de 2012, in Portugal Inovador, suplemento do Jornal Público
A boa notícia..:)
Pois que ontem acordei a pensar que o meu dia ia ser mais um. Ir para o café, na minha condição de desempregada, procurar emprego, ler um pouco, fazer umas pesquisas na internet... Até que recebo um telefonema que me pôs logo em sentido. Ligaram-me da revista onde estive o ano passado. Queriam falar comigo. Lá fui de tarde, fizeram uma boa má proposta para voltar e eu aceitei. 8 meses sem um emprego faz destas coisas. Não sei por quanto tempo é, mas sei que a partir de segunda vou voltar a fazer algo que gosto, e que tinha imensas saudades. A partir de segunda vou voltar a uma rotina que me dá uma grande pica. E começo logo com uma semana de fecho, para ficar logo estendida no chão quinta à noite. Espero que um fecho seja tipo andar de bicicleta. Quem sabe não esquece e está sempre preparado. Estou contente, muito contente. Ontem à noite ainda nem acreditava. Imaginava lá eu que isto ia acontecer. Mas, ao que parece, ainda há empresas, nesta altura, que estão em contra-ciclo. E pelos vistos esta parece ser uma dessas. Felizmente para mim.:)
quinta-feira, 21 de março de 2013
quarta-feira, 20 de março de 2013
Primavera finalmente
Medical Report
Depois de ter saltado da cama num ápice mal o despertador tocou, cheguei ao centro de saúde sem pequeno almoço só para não perder tempo nem a vaga com a médica de família uma vez mais. Desta vez cheguei e já tinha vinte pessoas à minha frente mas as portas ainda estavam fechadas. Ainda meio a dormir pensei: mas estas pessoas não têm mais nada que fazer senão passar a vida no centro de saúde??!! Será que está mesmo tudo doente??? Ai do primeiro que me tirar a vaga!!!
Mas não foi preciso. Consegui vaga para dali a meia hora. Menos mal. Relatório? Bem, o vírus realmente continua lá mas as restantes análises estão óptimas, ou seja, novas análises receitadas para ver se o raio do vírus desaparece de vez. Não é que seja alguma coisa grave, mas enquanto der positivo, as minhas defesas estão em baixo. Qualquer constipação que apanhe pode deitar-me abaixo... Bolas, não gosto nada disto. Portanto, meus leitores queridos, toca a fazer figas comigo para as próximas análises darem negativas sim?
Mas não foi preciso. Consegui vaga para dali a meia hora. Menos mal. Relatório? Bem, o vírus realmente continua lá mas as restantes análises estão óptimas, ou seja, novas análises receitadas para ver se o raio do vírus desaparece de vez. Não é que seja alguma coisa grave, mas enquanto der positivo, as minhas defesas estão em baixo. Qualquer constipação que apanhe pode deitar-me abaixo... Bolas, não gosto nada disto. Portanto, meus leitores queridos, toca a fazer figas comigo para as próximas análises darem negativas sim?
terça-feira, 19 de março de 2013
Cúmulo da sorte?
Estar no centro de saúde às 8:10, feito zombie, para marcar uma consulta aberta com a médica de família (só há duas vagas para consulta aberta, por dia), já ter 20 pessoas à minha frente a essa hora e, quando chega a minha vez, já foram as duas vagas do dia preenchidas. Volte amanhã à mesma hora... 'Tá certo...
O Papa Francisco
Gosto dele, deste Papa. Não sou católica praticante, mas fui educada através desta religião - não tivesse eu andado num colégio de freiras. Assim sendo, foi com algum entusiasmo que assisti ao fumo branco a sair da chaminé da Capela Sistina a anunciar que 'Habemus Papam'. Pronto, confesso, senti também um arrepio a percorrer-me a espinha, emocionei-me ao ver a comoção dos presentes na Praça de São Pedro. Afinal, todo o Mundo estava virado para este acontecimento, milhões e milhões de pessoas aguardavam expectantes para saber quem iria ser o sucessor de Bento XVI.
A primeira aparição é, normalmente, fundamental. Esta, parece-me, surpreendeu, pela simplicidade, simpatia e à vontade que transpareceu Bergoglio. Gostei logo do Papa Francisco mal acenou e sorriu para toda aquela gente que o esperava. Fez-me lembrar João Paulo II. Claro que todos nos podemos enganar. Estes primeiros dias de pontificado podem ser só fogo de vista. Mas não me parece. Pelo que temos visto, Bergoglio sempre teve hábitos de uma pessoa normal e sempre quis estar muito próximo do povo. Hoje tive que acordar mais cedo e, como de costume, enquanto não saio de casa, tinha a televisão na Sic Notícias. Assistia em directo ao Papa no papamóvel, antes de ser entronizado como o 266º líder da Igreja Católica, a acenar a todos os que o esperavam e a parar e sair do veículo para cumprimentar quem lhe chamava a atenção. Não deveríamos estar surpreendidos por semelhantes actos. Mas, afinal, não deveria ser este o papel do representante da Igreja? Em tão poucos dias, Francisco já tem abdicado de uma série de luxos e tem conquistado a admiração de todos. Há pouco, não consegui conter um sorriso enquanto lia um artigo que dizia que Bergoglio recusou a capa vermelha ornamentada com pele que foi usada por Bento XVI nas cerimónias importantes. Ao que parece, o Papa disse ao mestre de cerimónias que "o Carnaval acabou". Está tudo dito.
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